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Sebrae MT disponibiliza conteúdos gratuitos para ajudar empresários

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Quem se cadastrar na landing page vai receber ferramentas de estratégia, de marketing, vídeos, lives, mentorias e terá ainda a opção de fazer consultoria gratuita

Crédito da foto: Assessoria
Legenda: Para a diretora técnica do Sebrae, Eliane Chaves, é fundamental definir metas e objetivos, mesmo em tempos de incertezas
Assessoria de Imprensa Sebrae/MT – Rita Comini

O ano de 2021 começou, mas como você quer que sua empresa chegue no dia 31 de dezembro? Esta é uma pergunta que precisa ser respondida, mesmo diante de tantas incertezas que dominam o cenário nacional e mundial. Para ajudar a respondê-la, ou melhor, para facilitar o planejamento empresarial e construir um caminho exitoso, o Sebrae MT preparou uma landing page gratuita para disponibilizar conteúdos diversos ao longo do ano.

A diretora técnica do Sebrae MT, Eliane Chaves chama atenção para a importância de definir objetivos e metas. “A força vital que move qualquer empreendedor é o seu propósito de vida, que muitos transformam no propósito de seus empreendimentos. O proposito é que anima o ser humano a enfrentar qualquer crise, em qualquer cenário”, observa.

Segundo ela, a coragem para continuar, para encontrar respostas novas em ambientes desconhecidos ou hostis, para ter disposição para aprender e reaprender formas de pensar, agir, decidir, para levantar da cama e continuar com “as portas abertas” vem exatamente da força do propósito.

Semanalmente, os empresários que se cadastrarem na landing page vão receber subsídios diversos que irão ajudá-los a planejar o ano de 2021, afinal, planejamento é sempre a melhor estratégia, mesmo em tempos difíceis como os que estamos vivendo.

A diretora técnica aponta alguns caminhos. Primeiramente recomenda avaliar como a empresa está neste início desse ano, ver a saúde financeira dela, e a saúde mental, emocional e física das lideranças e da equipe. “Assim como precisamos de recursos para nos manter vivos e com boa imunidade, a empresa também precisa de ‘oxigênio’ para manter-se operando e evoluindo. E recursos não só financeiros, materiais ou tecnológicos, mas principalmente o estado motivacional da equipe e das lideranças”, indica. Sugere ainda observar quais foram as grandes lições aprendidas com os efeitos da pandemia da covid-19 na empresa no ano de 2020.

Outro ponto que destaca como necessário é avaliar o ambiente onde aquele negócio está operando. Observar se existem oportunidades ou só ameaças, tentar ver as tendências para os próximos meses; avaliar se há  condições de aproveitar as oportunidades, ver como minimizar os efeitos de ameaças, caso elas venham a ocorrer de fato, sem esquecer de detectar as forças internas existentes.

Para ela, é vital ainda definir os investimentos prioritários e as formas de viabilizá-los, sem perder a saúde financeira. Cita como exemplo prático o desenvolvimento de novas competências. “O pequeno negócio precisa de maturidade digital, necessita dominar e aprender a lidar com tecnologias e mídias digitais, é um aprendizado indispensável para qualquer pequena empresa”, afirma.

Eliane Chaves orienta a cuidar do fluxo de caixa, reorganizar as reservas financeiras, que são, segundo ela, a imunidade da empresa. “O dinheiro representa o oxigênio no pulmão da empresa”, compara.

Destaca ainda que é preciso estar emocional e gerencialmente aberto para o enfrentamento da realidade que se impõe diariamente. Para ela é imperativo rever, reavaliar e ajustar as metas tantas vezes quanto for necessário durante o ano, porém sem perder o foco. “Procure ajuda para as questões e momentos mais difíceis, ouça muito os clientes, para sintonizar com suas necessidades. Lembre-se que ele também está mudando bastante. Preste atenção e se informe sobre tendências no seu setor. Abra espaço na sua agenda, para se atualizar”, aponta.

Por fim, recomenda conquistar novos clientes, aproveitar para inovar e aprender muito com 2021, sem medo de errar e lidar com o desconhecido. “Confie na sua equipe, envolva-a na busca de soluções e a acredite no poder do propósito. Não desista, lute”, reforça.

Os empresários que se cadastrarem vão receber conteúdos, semanalmente, ao longo do ano e terá ainda a opção de fazer consultoria gratuita. São ferramentas de planejamento estratégico, de marketing, vídeos, lives, mentorias, capacitações e terá ainda a opção de fazer consultoria gratuita.
Para participar, basta se inscrever no link:relacionamento.mt.sebrae.com.br/planejando-seu-2021?utm_campaign=planejando_seu_2021_-_01&utm_medium=email&utm_source=RD+Station#rd-form-joq3m2m5

Fonte: Assessoria 26

 

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Todos os municípios de MT estão com risco alto ou muito alto para transmissão da Covid-19

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Por G1 MT

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

Coronavírus (Covid-19) — Foto: Hellen Souza/Arte-G1

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (15), que 27 municípios registram classificação de risco muito alto para o coronavírus.

São eles: Água Boa, Araguainha, Arenápolis, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Cláudia, Confresa, Guiratinga, Itanhangá, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, Sapezal, Sorriso, Tangará da Serra, Torixoréu e Vila Rica.

Outras 114 cidades estão classificadas na categoria alta para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;
  • b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;
  • c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;
  • d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

• Nível de Risco MUITO ALTO

  • a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;
  • b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;
  • c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades;
  • d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;
  • e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;
  • §1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.
  • §2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.
  • §3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.
  • Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: G1 / MT

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Avanços no Tratamento contra a Aids no Brasil

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Na 25ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo, neste domingo 6 de junho, a Agência Aids promove o Camarote Virtual Solidário articulando debates com médicos e ativistas, além do grande objetivo de arrecadar cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade.

Três médicos referência em Aids, Dr. Fábio Mesquita, médico epidemiologista que faz parte da OMS, e os infectologistas Dr. Vinicius Borges (Dr. Maravilha) e a Dra. Zarifa Khoury, comentaram os avanços no tratamento contra a Aids no Brasil e no mundo.

“Amanhã (7), começa uma agenda global na ONU para retomar a questão da Aids e isso é muito importante. O Brasil foi o primeiro país, de média e baixa renda, a oferecer os medicamentos antirretrovirais cumprindo a Constituição, uma grande conquista na implementação de políticas públicas, desde 1995 em nível nacional”, contou Dr Fábio Mesquita que traçou uma retrospectiva histórica da construção da política de Aids no Brasil.

A adesão ao tratamento, nos anos 1980, foi difícil. “Havia resistência aos medicamentos e seus efeitos colaterais. Testemunhamos muitos suicídios, era terrível”, lembra Dra Zarifa Khoury.

Passados 40 anos, os avanços foram muitos: do tratamento com 16 medicamentos, hoje é prescrito com dois comprimidos. “Às vivências do passado nos ensinaram muito, mas ainda há problemas sociais graves para as pessoas com HIV e Aids. Quando criei o Dr. Maravilha nas redes sociais foi para ajudar a enfrentar o preconceito e a autoestima da população LGBT que vive com HIV. Quero olhar pessoas e não o vírus”, explicou Dr Vinicius Borges.

A pergunta hoje é “Tenho HIV e agora?” É a realização de sonhos porque é possível viver com medicamentos e ter qualidade de vida.

“O desafio é vencer o estigma. Desde do início, os gays sofriam discriminação porque Aids era considerada “peste gay” é ainda hoje muitas pessoas não seguem o tratamento por medo da opinião da sociedade”, diz Dra Zarifa.

Dr Fábio Mesquita ressaltou que a questão deve ser esclarecer as informações erradas sobre a Aids, melhorar a informação para que as pessoas sofram menos, como faz a Agência Aids e o Dr Maravilha. “Fora do Brasil, o preconceito em países pobres ainda é muito grande. A imprensa trabalha para mudar esse conceito. Foram testadas vacinas, sem grande retorno, mas a ciência requer investimento. Veja a capacidade de recursos para a Covid, pois atinge todas as classes sociais e raças. Por isso, houve grande mobilização da ciência para chegar à vacina. É possível diminuir a transmissão e a mortalidade (700 mil óbitos em 2020). Com a Covid-19, houve impacto no tratamento e no cumprimento da mandala de prevenção”, explica o epidemiologista.

Dr Maravilha resume: “É preciso combater o negacionismo em todas às áreas, valorizar a ciência, democratizar o tratamento”.

A doação de cestas básicas para pessoas com HIV e AIDS em situação de vulnerabilidade vai até 25 de junho: https://linktr.ee/agenciaaids.

O Camarote Virtual Solidário é um evento social, organizado pela Agência de Notícias da Aids e tem o apoio do SESC, do Senac, das farmacêuticas GSK ViiV Healthcare, Jansen e Gilead, da DKT do Brasil, de Mulheres no E-Commerce e da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Contamos também com a parceria do site Catraca Livre que vai transmitir o evento conosco.

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do Camarote Virtual Solidário

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