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Seminário abre discussões e debates sobre as condições da mulher no contexto atual

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Nesta quarta-feira (17) acontece o Seminário organizado pela Virada Feminina de MT. O evento é aberto ao público, gratuito e sem fins lucrativos, com o tema principal “Equidade nos espaços Institucionais e de Poder”. Presenças confirmadas da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos  Damares Alves,  da Secretária Nacional da Família Angela Gandra, Presidente da Virada Feminina Marta Lívia Suplicy, da modelo e Ativista dos Direitos das Mulheres Luiza Brunet, da Coordenadora do Pós Doutoramento da Universidade de Salamanca/ Espanha, Ação UNICEF/ONU Dra. Maria Esther Martinez Quintero, a Juíza Dra. Amini  Haddad Campos.  

Cely Almeida, presidente do Instituto Virada Feminina de Mato Grosso com sua diretoria recém empossada diz que esse é o primeiro evento realizado depois da posse. Segundo Cely, existe uma grande expectativa por parte da diretoria.

“Estamos vivendo uma grande transformação global. É emocionante pensar que nós mulheres somos a  porta de entrada para todo ser  humano que habita a terra,   e que nosso ventre  é  sua  primeira morada e esse  é sem dúvida o grande milagre da VIDA.  Por isso acredito no poder transformador  da mulher, uma defensora natural  dos direitos individuais respeitando as diferenças”, pontuou Cely.

A presidente do Instituto lembra que o Seminário é desafiador, mas é preciso dar esse passo para avançar nas conquistas à mulher. “Confesso que está sendo um desafio para nós. Com coragem, atitude e muito respeito vamos falar sobre Equidade. Estou feliz com  realização  do evento que  conta  com  a presença  de mulheres fortes e representativas  e que têm muito conteúdo para compartilhar.   Mato Grosso ganha muito com a presença da Virada Feminina,  pois queremos contribuir na realização de projetos que  possam melhorar o dia a dia dos que vivem aqui”, concluiu, Cely Almeida.

O Seminário  “Equidade nos espaços Institucionais e de Poder”, acontece no dia 17 de novembro, com início às 08h00 e encerramento às 18h00, no Teatro Zulmira Canavarros, localizado na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso – ALMT.  

Saiba mais sobre a  Virada Feminina

A organização é formada por  um grupo de profissionais e mulheres de diversas áreas do saber preocupadas e comprometidas com a igualdade de gênero, raça, cidadania e o empoderamento da mulher, principalmente aquelas em situação de vulnerabilidade social. Ela abre canais de participação para quem quer trabalhar na construção de um mundo mais justo, solidário e igualitário. Qualquer gesto seguido de uma ação transforma. Funcionam como uma ponte entre quem quer ajudar e quem precisa de ajuda. 

E isso acontece por meio  da promoção do desenvolvimento humano no Brasil, estimulando o estabelecimento de um novo caminho de desenvolvimento humano, social e sustentável, através de ações que promovam o empoderamento. 

A Virada  Feminina  é  reconhecida por estimular a construção de processos de desenvolvimento que geram equidade, justiça social e sustentabilidade. Em  todas as  suas atividades defende a ética, a transparência, a honestidade e o respeito às pessoas, aos governos, a sociedade. Reconhece e estimula  uma metodologia concebida com base nos princípios da educação libertadora.

Fonte: AMM

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Especialistas discutem monitoramento e desmatamento do Cerrado

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Especialistas demonstraram preocupação com os números crescentes de desmatamento no Cerrado nos últimos anos. Também questionaram a falta de uma política consistente de financiamento de políticas de monitoramento de áreas desmatadas. A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) reuniu especialistas na área para discutir a questão em um seminário online. Uma das maiores preocupações demonstradas está na rápida perda de vegetação na região do Matopiba.

Matopiba é uma região formada por áreas majoritariamente de Cerrado nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, para onde a agricultura se expandiu a partir da segunda metade dos anos 1980. “Nos últimos 11 anos, o Tocantins e Maranhão estão concentrando a perda de Cerrado, na região do Matopiba, a região mais vegetada do bioma Cerrado”, explicou Ane Alencar, do projeto MapBiomas.

“A gente vê um aumento muito grande da expansão agrícola. Essa região tem 44% da vegetação nativa remanescente do bioma. Nos últimos 10 anos no bioma como um todo, perderam-se em torno de 6 milhões e hectares. Só no Matopiba foi perdida a metade disso. São números muito alarmantes”, acrescentou.

Cláudio Almeida, do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Cerrado já perdeu, até agora, 995,4 mil quilômetros quadrados de vegetação. No ano passado, esse número passava de 1 milhão de quilômetros quadrados, mas a nova configuração do bioma provocou alterações na área desmatada. Mas a situação não é menos grave. “Quando você compara o remanescente de Cerrado com o remanescente de Amazônia, o percentual que está se perdendo é maior no Cerrado”.

Já Mercedes Bustamante, professora da Universidade de Brasília (UnB), destacou a retomada do desmatamento em regiões onde havia uma redução do problema. “Temos aumento do desmatamento em Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais, que são estados que faziam parte das fronteiras mais antigas do desmatamento. Esse dado mostra a importância do monitoramento para indicar alterações nas dinâmicas de uso da terra”.

Financiamento

Almeida citou que a verba para monitoramento do desmatamento só é direcionada ao trabalho na Amazônia e, com isso, o monitoramento do Cerrado fica pendente de outros recursos. O monitoramento do Cerrado foi possível através do Programa de Investimento Florestal (FIP), administrado pelo Banco Mundial.

A professora Mercedes teceu críticas à falta de previsibilidade orçamentária, a depender das prioridades definidas pelo governo de plantão. “O monitoramento deveria ser uma política de Estado garantida no orçamento. São as políticas de Estado orçadas aos soluços, você tem um recurso, depois não tem. Isso gera uma instabilidade institucional muito grande”.

Ela também criticou o fato do Inpe ter que se preocupar em buscar recursos para seus projetos. Ela entende que houve uma “transferência de responsabilidade” para o instituto. “Não cabe ao Inpe encontrar soluções de custear um projeto que é da necessidade do Estado brasileiro. A discussão é maior do que ‘de onde o dinheiro vai sair’. É de quem é a responsabilidade de colocar as condições para que o programa continue”.

Cerrado

O Cerrado é um dos biomas mais ricos e antigos do planeta, com mais de 12 mil espécies de plantas catalogadas e mais de 2,5 mil espécies de animais, entre aves, mamíferos, répteis, anfíbios e peixes. O Cerrado é também considerado o berço das águas no Brasil, abrigando as nascentes das maiores bacias hidrográficas do país.

Fonte: AMM

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Projeto prevê auxílio de R$ 2 bilhões para santas casas e hospitais filantrópicos

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O Projeto de Lei 1417/21 prevê repasse de auxílio financeiro emergencial de R$ 2 bilhões para santas casas e hospitais filantrópicos sem fins lucrativos que trabalham para o Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta é do Senado, onde já foi aprovada, e agora tramita com urgência na Câmara dos Deputados.

O texto é do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), que destacou a atuação das santas casas e dos hospitais filantrópicos. “Elas prestam um serviço de excelência ao povo. E precisam dos repasses. A gente sabe da necessidade que os hospitais têm hoje, porque atendem o SUS, e o SUS é deficitário”, disse Heinze.

De acordo com o projeto, o dinheiro deve ser liberado em até 15 dias a partir da promulgação da lei, independentemente da situação de adimplência das entidades beneficiadas em relação a tributos e contribuições.

O auxílio será administrado pelo Ministério da Saúde, que definirá o critério de rateio e o distribuirá a partir do Fundo Nacional de Saúde (FNS) para os fundos estaduais, distrital ou municipais com os quais as instituições hospitalares estejam contratualizadas.

O projeto prevê ainda que o valor recebido por cada entidade deverá ser usado para pagar profissionais de saúde, adquirir insumos e equipamentos, conduzir pesquisas e realizar reformas no espaço físico.

Tramitação
Por tramitar em regime de urgência, a proposta deve ser analisada diretamente no Plenário da Câmara.

Fonte: AMM

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