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Skincare: um guia para cuidados básicos com a pele sensível

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Especialistas indicam como deve ser o skincare da pele sensível
Andrea Piacquadio/Pexels

Especialistas indicam como deve ser o skincare da pele sensível

A rotina de cuidados com a pele facial precisa ser sempre pensada de acordo com as  características de cada tipo de pele – isso porque um skincare feito da maneira errada pode prejudicar ainda mais as propriedades naturais dela. No caso das peles sensíveis, o desafio está, principalmente, em encontrar os produtos e ativos corretos para integrar os cuidados diários.

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A dermatologista Maria Eduarda Pires explica que o causador da sensibilidade na pele é a agressão à barreira lipídica, que é responsável por proteger a pele de agressões externas. Com essa barreira comprometida, a pele apresenta mais irritações e infecções, que são manifestadas por repuxamentos, manchas vermelhas ou, nos casos mais graves, pequenas feridas.

Pires reforça ainda que é possível que uma pele sensível tenha características mistas; ou seja, também podem ser oleosas, secas ou normais. No entanto, as peles secas são mais propensas a serem sensíveis.

Como cuidar da pele sensível corretamente?

Fernanda Chauvin, especialista em dermatocosmética e CEO Ellementti Dermocosméticos, afirma que é necessário ter um ritual de skincare personalizado para que a pele receba os cuidados corretos. “Para as peles sensíveis é necessário adequar todas as etapas do ritual com produtos de fórmulas suaves, sem parabenos, sulfato e agentes agressivos. Sempre se deve procurar produtos com propriedades calmantes, hidratantes e com propósito refrescante”, ensina.

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Pires aponta que a limpeza suave, a hidratação e a proteção solar são os principais pilares para cuidar da pele com sensibilidade. Chauvin diz que a hidratação pode ser feita com sérum calmante, de preferência com ação antioxidante.

“Esse produto irá manter o equilíbrio da pele proporcionando uma sensação de suavidade, atenuando a vermelhidão e restaurando a região inflamada e mais sensibilizada que reage excessivamente aos estímulos externos”, afirma a especialista.

No quesito de produtos refrescantes, ela aponta que as águas termais são indispensáveis. “É a água termal que oferece efeito calmante e refrescante, o que auxilia a acalmar a sensibilidade”.

Os melhores ativos para cuidar da pele sensível

Chauvin explica que existem alguns ativos específicos capazes de promover a manutenção e os cuidados corretos para as peles sensíveis; além de promover outros benefícios, como promover maciez e melhorar a elasticidade.

Para elas, os destaques que devem estar incluídos no skincare são o Neurofense, extraído da sálvia vermelha; o Beta-Glucan; e o Rhamnosoft, que é resultado de uma fermentação bacteriana.

“O Neurofense aumenta o limiar de sensibilidade e a resposta imunológica da pele. O Beta-Glucan reforça a capacidade de proteger contra agressões externas. Já o Rhamnosoft age como calmante ao reduzir a reação inflamatória e libera beta-endorfinas, neurotransmissor associado ao bem-estar”, aponta a especialista.

Chauvin indica ainda o Rhodiola, ativo extraído de uma planta medicinal que regula o metabolismo e aumenta a capacidade da pele de suportar lesões externas; o Pro-Lipiskin, que diminui a perda da água transepidérmica e estimula a reposição natural de lipídios; e o D-Pantenol, que regenera, umecta e confere elasticidade e maciez.

“Para a água termal, destaco a da Ilha de Jeju, que tem propriedades antioxidantes e desintoxicantes e promove efeito calmante, hidratante, refrescante e suavizador. O Portulaca faz o mesmo e tem ação anti-irritante, anti-inflamatória e protetora da pele”, aponta.

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Pires acrescenta que, nos casos de peles que são sensíveis e oleosas, o ideal é buscar por ativos sem óleo. Ela indica a glicerina e o pantenol 5%. “Outra dica é o uso dos dermocosméticos livres de parabenos, fragrâncias, corantes e outras substâncias que possam gerar irritação na pele”.

Inimigos da pele sensível

Existem alguns compostos que não devem ser utilizados de jeito nenhum na pele sensível. Chauvin aponta que produtos que tenham parabenos, álcool, sulfato e conservantes nas fórmulas podem ser tão agressivos quanto o uso dos ácidos.

“Os conservantes e demais ingredientes, usados para eliminar fungos ou bactérias e garantir a estabilidade dos cosméticos, tendem a causar vermelhidão e alergias”, alerta. O resultado do contato desses compostos com a pele é o ressecamento e o aspecto áspero.

Chauvin aponta ainda que os ácidos em si não precisam ser completamente eliminados da rotina, mas devem ser usados com cautela: “Quem tem essa característica pode até mesmo fazer peelings que contenham ácidos, mas nesses casos é necessário muito cuidado, um acompanhamento próximo de um profissional habilitado e um home care regrado para conter a irritação”, aponta a especialista em dermatocosmética.

Alimentação

Segundo Pires, a alimentação pode ser uma importante maneira de controlar a sensibilidade da pele. O ideal é incluir alimentos capazes de promover, principalmente, hidratação. “O salmão, por exemplo, é rico em Ômega 3, o que mantém a pele hidratada e macia”, indica a médica.

A dermatologista afirma ainda que existem duas frutas específicas que podem ser grandes aliadas na manutenção da pele sensível. “O abacate é rico em gorduras boas, vitaminas C e E, que são essenciais para manter a pele flexível e hidratada. Também recomendo a laranja, uma excelente fonte de vitamina C, importante para a formação do colágeno”, acrescenta.

Fonte: IG Mulher

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Alta no engajamento na paternidade não anula incidência de pai ausente

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Homens precisam se sentir menos responsáveis em prover materialmente e mais implicados no cuidado direto, diz antropóloga
Tatiana Syrikova/Pexels

Homens precisam se sentir menos responsáveis em prover materialmente e mais implicados no cuidado direto, diz antropóloga

A discussão sobre paternidade ativa, por vezes chamada de “nova paternidade”, tem se tornado mais presente para homens que buscam se responsabilizar pelos cuidados com os filhos de forma equilibrada com suas parceiras. Da mesma forma, alguns pais também se mostram interessados em cumprir o papel de interromper o ciclo de comportamentos sociais prejudiciais por meio da educação.

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Ao mesmo tempo que a “nova tendência” de paternidade exercida, principalmente, pelas gerações mais recentes causa ânimo, há na contramão a manutenção do mesmo sistema que contribui para a sobrecarga de tarefas para as mulheres, da perpetuação da figura do pai ausente, da violência doméstica e do abandono paternal – cujo alto índice bateu recordes em 2022.

Só no primeiro semestre deste ano, mais de 86 mil bebês brasileiros foram registrados sem o nome do pai , o maior número desde 2018. No entanto, deve-se levar em consideração as famílias nucleares em que o pai existe, mas não contribui com os cuidados básicos da criança ou do lar. Essa contradição faz parte da dinâmica do machismo estrutural na sociedade.

Marcia Thereza Couto, antropóloga e professora do departamento de medicina preventiva da Universidade de São Paulo (USP), estuda masculinidades há 20 anos. Ela aponta que, de fato, os homens passaram a buscar se envolver mais nas tarefas familiares e domésticas para se mostrarem presentes na vida dos filhos. No entanto, o perfil desses pais é muito específico e corresponde aos desejos de uma pequena parcela no Brasil.

“Essas micro mudanças estão acontecendo, principalmente, em homens de classes sociais média e alta e com escolaridade mais alta. Precisamos comemorar e estimular os avanços, mas não devemos nos deixar levar por uma ideia particular que representa o todo. A sociedade precisa de muita mudança”, afirma a antropóloga.

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Pais ausentes

Couto aponta que existe uma ausência no exercício de paternidade e de abordar o tema no processo de crescimento dos homens. Se para as mulheres esse é um papel obrigatório e de extensa preparação, para os homens é uma opção, algo facultativo.

“Não existe um diálogo sobre esse assunto em casa, na escola, no lazer ou na sociedade que traga ao homem essa dimensão e responsabilização de ser pai. Isso é ainda mais forte em lares em que se cresce sem um pai”, pontua a antropóloga.

Além de o homem ser socialmente “liberado” da paternidade e não saber lidar com ela, a antropóloga salienta que não há dificuldades na estrutura política, social e até judiciária para que essa participação plena aconteça. Isso porque os pais são condicionados apenas ao trabalho: “Nossa legislação impede o vínculo inicial de estabelecimento de reconhecer que ele não precisa só prover, mas que também deve dar o banho, cuidar da alimentação e do sono; ou seja, dos cuidados básicos mais atribuídos às mulheres”.

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Para exemplificar, ela cita os cinco dias corridos de licença paternidade que são garantidos por lei, um período muito curto para participar do início da vida da criança. Dados da Catho, plataforma que conecta empresas e candidatos, apenas pouco mais de 5% das empresas oferecem aos funcionários mais tempo de licença paternidade. Além disso, 68% dos pais no Brasil não fizeram uso da licença paternidade , segundo dados da consultoria Filhos no Currículo.

“Não temos políticas públicas ou privadas de aliança de trabalho que incentivem o exercício dessa paternidade, pelo menos nesses cinco dias. Me pergunto qual associação de RH de empresa sabe que um colaborador homem não tirou a licença”, indaga a antropóloga, emendando que essa é uma das razões pelas quais o homem passa a engajar mais na criação dos filhos a partir dos dois anos.

Em lares onde o homem é o único provedor material, há menos tempo de engajamento nos cuidados básicos do filho. “Esse contato é restringido por jornadas de trabalho extensas, cumpridas em situações degradantes. Por isso, esse homem vai realmente acreditar que a sua função de pai está em garantir a materialidade àquela criança, excluindo-o do cuidado e de outras atividades”.

Sobrecarga em mulheres

Sociedade naturaliza cuidados principais para as mães e função de provedor para os pais, o que amplifica as desigualdades de gênero
Pexels/nappy

Sociedade naturaliza cuidados principais para as mães e função de provedor para os pais, o que amplifica as desigualdades de gênero

Por outro lado, a estrutura patriarcal reforça para as mulheres, ao longo de toda a vida, que elas serão as principais responsáveis pelos cuidados básicos e pelo engajamento emocional dos filhos. Para o homem, é empurrada a responsabilidade financeira.

Adriana Drulla, mestre em psicologia positiva e especialista em parentalidade consciente, aponta que esse arranjo social causa desgaste físico e emocional intenso. Drulla alerta que essa sobrecarga resulta em altos índices de Síndrome de Burnout Materno. “Essa mulher assume muitos papéis e muitas obrigações e isso, obviamente, acaba prejudicando a saúde mental e a capacidade dela de cuidar de si mesma ou mesmo de outro ser humano, como o próprio filho”, salienta a especialista.

Por serem impostas desde a infância para o papel dos cuidados, essas mulheres sentem que não são permitidas a errar ou pedir ajuda, por exemplo. Isso resulta na sensação de “não dar conta”. Segundo o Instituto On The Go, só no Brasil, 51% das mães afirmam sentir culpa na maternidade por não conseguirem atingir a perfeição esperada delas.

“Se pensa que a mulher é naturalmente mãe ou que é uma tarefa intuitiva. Essa crença é uma das razões pelas quais as mulheres sofrem tanto, por exemplo, de depressão pós-parto. Elas se sentem inadequadas por acreditarem que precisam nascer sabendo, o que é uma grande ilusão”, afirma.

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Uma nova paternidade

A pesquisa “Retrato da Paternidade no Brasil”, divulgada no último mês pela Grimpa e feita sob encomenda do Grupo Boticário, mede o impacto que os pais têm na educação infantil. Os dados priorizam pais de 25 a 55 anos com filhos de 5 a 15 anos, de classes sociais ABC.

O levantamento aponta que 90% deste grupo sentem a necessidade de ter cuidados diários quanto à educação e que devem ser compartilhados igualmente entre os responsáveis. Além disso, 56% deles querem ser um exemplo positivo para os filhos. Esse desejo impactou, por exemplo, no desejo de perpetuar a equidade de gênero e o respeito às diversidade.

Como exemplo, houve uma redução de 50% no uso da frase “seja homem” e de 36% quando se trata dos dizeres “menino não chora” – o que pode encorajar a liberdade dos filhos de expressarem os próprios sentimentos. Por fim, 69% relatam que explicam aos filhos que as diferenças sociais entre homens e mulheres existem e que é necessário minimizá-las.

“Nessa medida, há uma preocupação e um cuidado com as próprias atitudes, pois os pais se auto percebem como inspiração e influência no comportamento dos filhos, bem como na formação dos seus valores”, afirma Marisa Camargo, diretora de pesquisa da Grimpa. “O ganho disso é incomensurável. Há menos exigência de comportamentos dentro de padrões e a valorização de cada ser humano como indivíduo, com a possibilidade de expressar integralmente suas potencialidades independentemente de gênero, raça, sexualidade etc.”, acrescenta.

Camargo salienta que criar espaços de discursos e de atitudes que buscam impedir a perpetuação de conceitos antigos, bem como a abertura de espaço para que os filhos questionem e falem o que pensam, são atitudes que podem fazer a diferença e impactar na diminuição da desigualdade de gênero, por exemplo.

“As mudanças implicam em um esforço conjunto, em que os pais podem assumir um papel de agente transformadores. Ter uma postura criteriosa e questionadora sobre as próprias ações é fundamental para minimizar as diferenças que ainda perduram. Essa transformação está em expansão, mas há muito a ser conquistado”, salienta.

Do ponto de vista das relações cotidianas, Camargo aponta que os pais devem sair da posição de coadjuvante para serem protagonistas. “Compartilhar experiências, pensamentos, emoções e sua subjetividade são mudanças de atitude, uma transformação de postura, em que todos saem ganhando.”.

No entanto, Couto afirma que também é preciso que haja mudanças não apenas subjetivas, mas estruturais, como as mudanças de políticas de instituições públicas e privadas e da forma como se enxerga a paternidade – principalmente, deixando de acreditar que prover financeiramente é o sinal prioritário da participação.

“A estrutura patriarcal ainda precisa ser muito debatida para que esses homens possam se sentir menos culpados a prover materialmente e mais implicados no cuidado direto – algo que eles precisam aprender com as mulheres”, finaliza a antropóloga.

Fonte: IG Mulher

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Ane Macedo: pais são essenciais no desenvolvimento dos filhos

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Pais são essenciais para o crescimento e desenvolvimento de seus filhos
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Pais são essenciais para o crescimento e desenvolvimento de seus filhos

O Dia dos Pais é um dos momentos de mais movimentação nas lojas. Contudo, o principal do dia é a comemoração da relação entre pais e seus filhos. Essa relação tem muita importância na vida de qualquer um, segundo a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), cerca de 56,9 mil crianças nasceram neste ano sem que tivessem o nome de um pai registrado em suas certidões de nascimento, o número é um recorde histórico.

O número assusta, não apenas pelo número de mães que vão criar seus filhos sozinhas, mas também pelo efeito que a ausência de uma figura paterna terá nessas crianças, uma vez que a presença de um pai é importante para o emocional e psicológico do ser humano.

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A relação com a mãe, para muitos especialistas, é considerada essencial para o desenvolvimento de uma criança. No entanto, as relações paternas também são um elemento importante na criação de uma criança. A relação com o pai tem diversos benefícios sociais. A presença paterna atuante influencia a vida do filho. Estudiosos do assunto reforçam a necessidade do envolvimento do pai, pois construir e alimentar um bom relacionamento entre pai e filho faz muito bem para a criança e também para o adulto.

Os deveres de ser pai

O dever de um pai é estar presente na vida do filho, criar uma relação de confiança e disponibilidade, estando lá para ajudar, sempre que possível. A criança pode ser impactada tanto positivamente quanto negativamente de acordo com a relação que tem com os pais. Quanto mais próxima e baseada na confiança e respeito for essa relação é melhor. Dessa forma a criança aprende mais rápido a ter autoconfiança, respeito por si e pelos outros, e entende melhor seu papel na sociedade.

Para a criança, o pai deve ser visto como um lugar seguro para desabafar, conversar ou pedir ajuda sem ser julgado. Conversar, fazer elogios, refletir sobre os erros, partilhar interesses comuns, transmitir conhecimentos, são algumas atitudes que devem estar presente na relação pai e filho. É importante entendermos que, depois do nascimento, a criança precisa dos pais para ter apoio emocional e psicológico, o que perdurará por toda a sua vida.

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Benefícios da paternidade 

Alguns pais têm dificuldade em se relacionar com seus filhos, muitas vezes sentem que os filhos estão distantes e acabam perdendo parte do crescimento do filho, porém é importante buscar estar presente. É importante o pai amar seu filho e deixá-lo saber disso em qualquer situação. Aceitar as particularidades de cada um e conversar bastante. Desenvolver uma rotina e compartilhar hobby também é uma excelente opção para criar uma conexão ainda mais forte.

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Logo, a relação com o pai tem muita importância no crescimento de uma criança, ensinando e dando exemplo para o filho, além de criar memórias que duram para o resto da vida. Um bom relacionamento entre pais e filhos, portanto, é fundamental para a criança crescer com segurança, confiança e autonomia. Dessa maneira, ela aprende a ter respeito ao próximo e a identificar o que realmente importa. Além disso, a relação familiar vai influenciar diretamente os valores das próximas gerações.

Fonte: IG Mulher

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