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SOJA: Agricultura alerta produtores sobre riscos da ferrugem asiática

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SOJA: Agricultura alerta produtores sobre riscos da ferrugem asiática

Primeiros esporos – Os primeiros esporos foram observados em um coletor instalado no município de Vitorino. No entanto, não há identificação da doença nas plantas do talhão monitorado. “A presença dos esporos é um indicativo do patógeno (organismo capaz de causar doença) no ambiente, porém não necessariamente significa infecção da doença a campo”, explicou o gestor estadual do Projeto Grãos na Emater-PR, Edivan José Possamai.

Monitoramento – O gerente de Sanidade Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), Marcílio Martins Araújo, também destacou que é natural que ocorra aparecimento de esporos a cada ciclo, “da mesma forma que já tivemos em outros anos”. “Mas é um indicativo de que eventualmente a doença pode se desenvolver, por isso há necessidade de que os técnicos e agricultores aumentem o monitoramento da lavoura”.

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Alerta – Segundo Possamai, uma das tarefas que cabem aos produtores de soja e técnicos é fazer a inspeção das folhas para observar se há sintomas da doença. Além disso, os agricultores devem acompanhar semanalmente as informações da rede formada por 240 coletores de esporos espalhados pelo Estado, acessando http://www.emater.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=349.

Eficiência – “Esse é um instrumento que o Estado oferece para melhorar a eficiência do manejo da ferrugem asiática da soja”, ressaltou. Por meio da rede, é possível acompanhar, a partir da confirmação dos esporos, o possível desenvolvimento da doença nos demais municípios da região e do Estado.

Apoio – Os técnicos reforçam, no entanto, que os dados dos coletores são apenas mais uma ferramenta de apoio no manejo da doença. Para que seja realizado o manejo químico da ferrugem com o uso de fungicidas, além dessa informação devem ser levados em conta a inspeção foliar, o estádio de desenvolvimento da cultura e condições climáticas.

Ferrugem da soja – A doença é causada por um fungo. Em razão de sua agressividade e potencial de redução de produtividade é uma das maiores preocupações dos produtores de soja. Quando a doença se instala provoca a desfolha precoce, podendo comprometer a completa formação dos grãos.

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Disseminação – Os esporos são facilmente disseminados pelo vento, por isso a importância dos coletores instalados no Estado. A folha doente apresenta pequenos pontos de cor mais escura na parte superior. Na parte de baixo, é possível perceber pequenas ondulações. Ali o fungo produz os esporos. A tendência é que essas ondulações tomem uma cor castanha mais escura que o restante da folha.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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Iniciativa do Sebrae em parceria com a Embrapa dá visibilidade aos pequenos produtores de orgânicos

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O PADs está em execução em Alagoas, Sergipe e Pernambuco. Após coletar informações o projeto vai mapear cadeias produtivas para conectá-las com os consumidores

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Iniciativa do Sebrae em parceria com a Embrapa dá visibilidade aos pequenos produtores de orgânicos

Com objetivo de fomentar a competitividade e o desenvolvimento sustentável de pequenos negócios agrícolas, o Sebrae selou mais uma parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O projeto intitulado “Produtos Agroalimentares Diferenciados” ou PADs, vai dar mais visibilidade, incentivando o consumo de alimentos não convencionais, tais como orgânicos e agroecológicos (frutas, verduras e hortaliças). Também serão contemplados alimentos com qualidade diferenciada e tipicidade, como por exemplo um doce de umbu artesanal produzido no interior do nordeste brasileiro.

Inicialmente o PADs está em execução em três estados: Alagoas, Sergipe e Pernambuco. Os lugares foram escolhidos em razão do potencial gastronômico e turístico dessas regiões, além da carência de políticas públicas voltadas para inovação na agricultura. O plano de trabalho do PADs prevê ações como levantar informações sobre a produção, a distribuição e o consumo desses alimentos, bem como a criação de ferramentas para conectar estes segmentos e dar maior visibilidade aos produtos.

Após o levantamento, serão implementadas dinâmicas voltadas a promover maior conectividade e proximidade entre produção, mercado e consumo, considerando os diversos atores (agricultores, associações, cooperativas, agentes ATER, agroindústrias, varejo de produtos agrícolas e de gêneros alimentícios, estabelecimentos de alimentação fora do lar, consumidor final) e os vários fatores que interferem nessa relação. Em termos de resultados, será organizado um banco de dados georreferenciados e integrados, criando um espaço para fortalecer redes de produção e consumo, na forma de mapas de oportunidades em plataformas digitais.

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Para a analista da unidade de competitividade do Sebrae, Newman Costa, o mapeamento das informações irá possibilitar a realização de ações de estratégia e de inteligência, que irão motivar a inovação no agro brasileiro. “O PADs nos traz a oportunidade de rastrear e conhecer melhor a riqueza da nossa agricultura. O Brasil é referência mundial pela diversidade de alimentos produzidos, nesse contexto os pequenos negócios têm papel fundamental na garantia da segurança alimentar da população, na geração de emprego e no fortalecimento da economia”, afirma.

A analista acrescenta que por mais que a produção seja vasta, ainda há dificuldades de conexão entre produtores e consumidores. Por esse motivo, há uma importância ainda maior de concentrar as informações em mapas de inteligência. “A busca por produtos alimentares diferenciados, típicos e locais, tem crescido em todas as regiões brasileiras. Percebemos uma modificação nos hábitos, dando preferência para orgânicos e da terra. Por isso, o Sebrae entende que é cada vez mais importante apoiar iniciativas que deem visibilidade para esses pequenos produtores”, finaliza.

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De acordo com o chefe geral da Embrapa Alimentos e Territórios, João Flávio, o projeto do PADs irá beneficiar os pequenos negócios ao facilitar a comunicação entre produtores e consumidores. “A parceria é extremamente positiva devido à complementaridade das duas instituições. A Embrapa de um lado gerando e aplicando conhecimento que possui e o Sebrae de outro proporcionando a conexão tão grande que tem com o mercado. Com essas duas frentes vamos alcançar o objetivo do projeto que é conectar os produtores de alimentos diferenciados com os consumidores e revendedores. Além disso, o projeto nasce em um contexto que cada vez mais as pessoas buscam alimentos através de aplicativos. Com a criação da plataforma digital do PADs, vamos possibilitar que milhares de pessoas tenham acesso a alimentos especiais, com características de produção e regionalidade que os tornam únicos. Sem dúvida, isso vai potencializar o crescimento dos pequenos negócios”, analisa.

Fonte: Assessoria de Imprensa Sebrae

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Agronegócio

SIF registra aumento na emissão de certificados sanitários para produtos de origem animal

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Também permaneceu o elevado número de solicitações de Licenças de Importação de produtos de origem animal

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SIF registra aumento na emissão de certificados sanitários para produtos de origem animal

No mês de agosto, foram realizados 94 turnos adicionais de abate requisitados de forma emergencial pelos abatedouros frigoríficos de aves, bovinos e suínos registrados junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF). Os dados constam do 6º Relatório de Atividades do Serviço de Inspeção Federal.

Segundo o levantamento, em agosto/2020 foram emitidos 43.529 certificados sanitários para produtos de origem animal, o que representa um aumento de 39% em comparação a agosto/2019.

Assim como em julho/2020, em agosto/2020 permaneceu o elevado número de solicitações de Licenças de Importação (LI) de produtos de origem animal para avaliar se são provenientes de empresas e países que não contenham restrições sanitárias. O total de LIs analisadas em agosto foi de 5.544, com tempo médio de análise de 2,8 dias.

Estão registrados no SIF 3.320 estabelecimentos de produtos de origem animal nas áreas de carnes e produtos cárneos, leite e produtos lácteos, mel e produtos apícolas, ovos e pescado e seus produtos derivados, além de 2.999 estabelecimentos de produtos destinados à alimentação animal.

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Desde a publicação do Decreto 10.282, de 2020, que definiu as atividades de inspeção de produtos de origem animal e certificação sanitária como essenciais para a sobrevivência, a saúde e a segurança da população, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA/SDA/MAPA) vem adotando medidas administrativas para a manutenção das atividades exercidas pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF).

Com isso, desde o início da pandemia por Covid-19, o SIF continuou trabalhando para garantir o abastecimento interno de produtos de origem animal para consumo humano e de produtos destinados à alimentação animal.

Regulamentação 

Outro destaque para o mês de agosto foi a publicação do Decreto 10.468, de 18 de agosto de 2020, que alterou o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA). Na primeira semana após a publicação do decreto, foram realizadas pelo DIPOA um total de 12 apresentações transmitidas ao vivo por meio de redes sociais para esclarecer os principais pontos de mudança.

Essas apresentações contaram com a presença de mais de 5 mil participantes ao vivo, e os vídeos disponibilizados no canal da Enagro já somaram mais de 27,2 mil visualizações.

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