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Suspeito de estupro de vulnerável cometido contra, pelo menos, cinco vítimas é preso Campo Novo do Parecis

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Um homem suspeito de abusar sexualmente de, pelo menos, cinco crianças no município de Campo Novo do Parecis (396 km a noroeste de Cuiabá) teve o mandado de prisão temporária cumprido pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (10.09), menos de 48 horas após o início das investigações.

O suspeito de 38 anos teve a ordem de prisão decretada pelo crime de estupro de vulnerável cometido contra as vítimas com idades entre 07 e 12 anos.

As investigações iniciaram após a sobrinha do suspeito, atualmente com 28 anos, procurar a Delegacia de Campo Novo do Parecis, relatando que quando tinha 07 anos de idade sofreu abusos sexuais praticados pelo tio, porém na época, a mãe e avó não acreditaram nela e não levaram o caso à Polícia.

Recentemente, a comunicante recebeu informações de que o suspeito havia assediado uma adolescente, filha de uma amiga, passando as mãos na sua perna. Em conversa com a menina, ela descobriu que o suspeito praticou abusos contra o seu filho e outras crianças da família.

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Segundo os relatos, grande parte dos abusos ocorria no canavial, para onde o suspeito levava as vítimas, tirava suas roupas e praticava os atos libidinosos como sexo oral e tentativa de conjunção carnal.

Diante das suspeitas, o delegado de Campo Novo do Parecis, Honório Gonçalves dos Anjos Neto, representou pelos mandados de busca e apreensão domiciliar e prisão temporária do suspeito que foi expedido pela Justiça.

A ordem de prisão foi cumprida nesta sexta-feira (10), no local de trabalho do suspeito, em uma fazenda a cerca de 50 quilômetros de Campo Novo do Parecis. O aparelho celular do investigado foi apreendido para verificação de possíveis elementos relacionados a crime de pedofilia.

Durante o interrogatório, o suspeito optou por se manter em silêncio. Todas as vítimas foram encaminhadas para exame de corpo de delito e a Polícia Civil aguarda os resultados dos laudos.

“As investigações preliminares apontaram indícios muito fortes dos abusos praticados pelo suspeito e agora será representado pela oitiva em juízo das vítimas, que por se tratar de crianças e adolescentes, devem ser ouvidas uma única vez, acompanhadas de psicólogos, para evitar a revitimização, nos relatos do que aconteceu”, disse o delegado.

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Fonte: PJC MT

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Três são presos em flagrante e pontos do tráfico são desarticulados durante operação em Campos de Júlio

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (22) a operação “Euphractus”, em Campos de Júlio (553 km a noroeste da Capital), para cumprimento de dois mandados de busca e apreensão que visam desarticular pontos de venda de entorpecentes.

Três suspeitos foram presos em flagrante e apreendidas entorpecentes, celulares, arma, dinheiro e apetrechos para embalar drogas. A operação contou com apoio da Delegacia de Comodoro. 

Em investigações realizadas pela equipe da Delegacia de Campos de Júlio, os policiais civis identificaram o comércio de substâncias ilícitas em dois endereços na cidade.

Após monitoramento e a coleta de indícios sobre as atividades criminosas, o delegado Ricardo Marques Sarto representou pelos pedidos de buscas e apreensões domiciliares deferidos pelo juízo da Comarca de Comodoro.

O primeiro alvo das buscas foi um endereço no bairro Águas Claras, onde os investigadores localizaram fR$ 500 provenientes da venda de entorpecentes, além de porções de maconha e pasta base de cocaína. Dois jovens de 20 e 23 anos foram presos em flagrante.

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O suspeito de 23 anos responde a dois homicídios e estava com mandado de prisão em aberto, expedido pela Comarca de Vitorino Freire, no Maranhão, onde cometeu um homicídio a golpes de facão motivado por dívida de drogas.

Na segunda residência alvo de mandado judicial, no centro da cidade, os policiais civis apreenderam porções maconha e de crack, balança de precisão, R$ 430 em dinheiro e um simulacro de arma de fogo (tipo pistola). O morador de 21 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

O delegado Ricardo Sarto destacou o êxito da operação, tendo em vista que os principais alvos da investigação foram presos em flagrante.“Os presos foram conduzidos até a Delegacia de Campos de Júlio, interrogados e após serem autuados pelos crimes, foram colocados à disposição do Poder Judiciário”.

O nome da operação “Euphractus” faz alusão ao nome científico do tatupeba, que refere-se ao modus operandi utilizados pelos alvos para esconder as drogas, enterradas no quintal das casas.

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Fonte: PJC MT

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Investigado por crimes ambientais em terra indígena é preso pela Polícia Civil

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Policiais civis da Delegacia de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá) cumpriram na tarde desta quarta-feira, 22 de setembro, a prisão preventiva de um homem de 44 anos investigado pela prática de crimes ambientais contra uma terra indígena da região.

O mandado judicial foi expedido pela Vara Federal de Barra do Garças e o investigado foi preso no distrito de Veranópolis, localidade conhecida como ‘Canta Galo’, a aproximadamente 30 quilômetros de Confresa.

A.L.S. é considerado nas investigações um dos principais responsáveis pela extração ilegal de madeira da Terra Indígena Urubu Branco, da etnia Tapirapé, área localizada entre os municípios de Confresa, Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha.

Relatórios de investigação e de fiscalização ambiental na região apontam que A.L.S. esteve à frente de inúmeras extrações de madeira, inclusive, de espécies protegidas por lei, como o pau-brasil.

Em novembro de 2019, mesmo depois de ser detido em uma operação de combate a crimes ambientais, ele continuou a agir reiteradamente na prática de crimes ambientais. Após ser liberado, adquiriu um caminhão e voltou a retirar madeira da terra indígena. Em dezembro do mesmo ano, o madeireiro investigado usou três caminhões para extrair madeira na parte norte da Urubu Branco.

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Em abril de 2020, mais dois caminhões foram retirados da área carregados com pau-brasil, espécie protegida por lei, portanto, não pode ser comercializada, e desde 2004 está na lista da flora brasileira ameaçada de extinção.

Uma ação realizada pela Delegacia de Confresa, em conjunto com a Funai, em maio do ano passado, prendeu duas pessoas extraindo madeira na terra indígena a mando do investigado.

O homem preso nesta quarta-feira é réu em processos por crime ambiental e reponde a outras ações penais em andamento pelos mesmos delitos cometidos na região.

Fonte: PJC MT

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