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Também é abuso se for seu namorado; como identificar relações abusivas

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You/Netflix/Divulgação

Em “You”, Joe Goldberg é um stalker e namorado abusivo de Beck

Os contos de fadas e histórias de princesas em livros e filmes fizeram com que, por muito tempo, pessoas — especialmente mulheres — buscassem o relacionamento perfeito, com príncipe encantado e, muitas vezes, dispostas a beijar um sapo por isso. A ilusão de uma relação não ter a possibilidade de ser abusivo ou violento leva mulheres a relevar atitudes graves de seus parceiros somente por achar que é normal.  Mas atenção: também é abuso se ele é seu namorado.

O rótulo de namoro, noivado ou casamento não anula atitudes abusivas de companheiros, eles também estão propícios a cometer abusos psicológicos , financeiros, físicos, patriarcal e até sexuais com quem mantém um relacionamento. Dados do Ipec mostram que, no Brasil, 25 mulheres sofrem algum tipo de violência doméstica a cada minuto. Na pandemia, 13,4 milhões de mulheres sofreram algum tipo de abuso. 

Escolher não ver

A bancária Letícia*, 22, conta que enxergava o abuso dentro do relacionamento, mas trabalhava para que a mente dela pensasse que aquilo era amor. “Eu tinha um namorado muito rico e não tínhamos a mesma rotina. Ele estava se relacionando com uma mulher no trabalho e eu não entendia o porque ele não me levava em reuniões de serviço. O dia que descobri, ele me implorou para ficar enquanto apertava meu braço e dizia que eu não era nada sem ele”, conta ela. 

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A bancária diz que na hora pensou que fosse desespero por ele ter feito coisa errada e resolveu dar mais uma chance. “Íamos para a igreja e lá ele se relacionou com outra mulher. Quando descobri, ele se uniu com várias pessoas da igreja e todos diziam que eu seria uma prostituta. Fui humilhada em público, eu era virgem, não tinha o porque dele falar assim de mim, ele me conhecia”, completa.  

O que Letícia passou se enquadra em abuso e violência psicológica. O abuso psicológico, assim como descreve a lei Maria da Penha 11.340/2006 , é quando o companheiro tem condutas que causem danos emocionais em geral ou atitudes que visam limitar o comportamento e ações da outra parte envolvida. 

Não é amor, é cilada 

A psicanalista e psicoterapeuta Beatriz Breves explica que o primeiro e principal passo a ser reconhecido na relação abusiva é a tentativa de domínio e manipulação sobre o outro. Segundo ela, essas características se apresentam como manifestação de ciúme exagerado, extremo egoísmo em querer impor suas vontades ao outro, constante desvalorização que objetiva o sentimento de inferioridade e de intimidação, entre outras. 

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A psicanalista reforça algumas das muitas atitudes abusivas tomadas pelos parceiros e que não são consideradas dessa forma. “Aquelas que, parecendo inofensivas, são experimentadas como demonstração de amor, zelo e carinho ao alegar, entre tantas possibilidades, por exemplo, proteção, para diariamente ir buscar a pessoa na faculdade ou no trabalho; saudades, para a todo instante estar telefonando de modo a saber o que está fazendo e onde a pessoa está; maior embelezamento, para decidir pelo outro a roupa que será usada”. 

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É possível conversar?

Se você notar alguma atitude suspeita e decidir conversar com a outra pessoa do relacionamento, a especialista conta que é importante estabelecer um vínculo de confiança para que, com tato, mostre os aspectos abusivos que estejam presentes na relação. Ela conta também que o abuso físico e mais fácil de ser detectado do que o emocional. 

“Não há dúvidas de que as mulheres foram criadas para relevar certas atitudes masculinas que, se não são desculpadas, são pelo menos minimizadas. Quem nunca ouviu uma mulher dizer, por exemplo: ‘se é ciumento é porque me ama’; ou então, ‘mesmo não querendo, tive que fazer sexo com ele, mas entendo que homem é assim mesmo, tem necessidades diferentes das mulheres’; e, ainda, ‘ele é grosseiro comigo em certas atitudes, mas em compensação é gentil em outras’.”

Saindo de um relacionamento abusivo

Para se libertar de uma relação abusiva, o primeiro passo é reconhecer que está vivendo ela. “Feito isso, ter a noção de que não é impossível, mas é muito difícil se desvencilhar sem ajuda, até porque em uma relação abusiva se faz presente uma complexidade de sentimentos amorosos e não amorosos, por vezes, difíceis de serem identificados e libertos em seus nós afetivos”, conta.

Por fim, mas não menos importante, Braves lembra que muitos criticam as pessoas em relações abusivas falando que se elas permanecem na situação é porque gostam, mas que não é bem assim. “Muito mais importante do que criticar é compreender que diante de uma relação abusiva, estamos diante de um sofrimento humano, um sofrimento que machuca, e muito, os pares e precisa ser tratado, pois, ninguém precisa viver maltratando ou sendo maltratado.”

Fonte: IG Mulher

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“Tinha pavor de envelhecer”, diz a jornalista Leilane Neurbath

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Leilane Neurbath fala sobre novo programa, envelhecimento e relacionamento com namoadar
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Leilane Neurbath fala sobre novo programa, envelhecimento e relacionamento com namoadar


No último dia 14, foi ao ar o primeiro episódio da série “O Tempo que a Gente Tem”, apresentado por Leilane Neurbath e exibido pelo canal GNT, que fala sobre a longevidade. O tema é uma realidade em sua vida pessoal, já que ela mesma passou por um processo de aceitação da passagem do tempo.


Em entrevista ao Uol Universa, ela conta que chegou a fazer três festas de aniversário de 39 anos porque achava que aos 40 estaria velha para comemorar. Hoje, aos 62, ela conta ao portal que isso é passado.

“Antes eu tinha pavor de envelhecer. Hoje não estou preocupada com nada além de ser feliz. Tenho meus amigos, meus filhos, meu neto e minha namorada. Só procuro estar cercada por uma rede de afeto”, conta.

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A ideia de ter um programa para desmistificar a melhor idade veio depois de dar de cara com os estereótipos do que significava ser uma avó. Ela recebeu mensagens e imagens da escola do neto que afirmavam que a avó era recatada, fazia crochê e fazia bolos, por exempo.

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“Não sou essa avó. Tenho uma vida, uma namorada, ando de moto, mas isso não está representado nem na TV aberta e nem na TV fechada, muito menos no streaming”, afirma.

O público 50+, ao seu ver, é mal representado por definições que são sempre negativas. Por outro lado, ela pensa que isso preocupa pessoas mais jovens. “As pessoas de 39, 45 anos têm muito mais medo da velhice do que eu, que tenho 62”, afirma.

“Tenho rugas sim, e daí? Quando era adolescente tinha espinhas. Não morri por conta disso. Do mesmo jeito que antigamente eu passava creme para espinha, hoje eu passo produto para cuidar da pele. Não preciso impressionar ninguém. Atualmente eu só quero que as pessoas me ouçam, quero trocar experiências”, acrescenta.

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O sexo na terceira idade é um dos tópicos debatidos no programa, e Leilane quer mostrar pela série que o sexo pode também ser prazeroso nessa idade. Além disso, as entrevistadas apontam que não é necessário parar de se aventurar e experimentar coisas novas, como sex toys ou práticas diferentes.

Por fim, Leilane conta sobre seu relacionamento com a namorada, a jornalista Gaia Maria. Ela foi bastante questionada se sempre foi lésbica e reprimia sua orientação sexual. A jornalista passou mais de 20 anos casada com o diretor, roteirista e redator Olivio Petit.

“Eu era feliz pra caramba no meu casamento, mas acabou. Quando me separei, descobri que eu podia viver uma nova forma de amor, que nunca tinha passado na minha cabeça. Não enfrentei preconceito. Claro que meu ex-marido não ficou feliz, mas não foi nada demais. Se fosse para me encaixar em uma caixinha, diria que sou bissexual.”

Fonte: IG Mulher

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Caso Gabby Petito: FBI diz que briga em restaurante é pista “muito importante”

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Influenciadora Gabby Petito
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Influenciadora Gabby Petito


O caso da morte da influenciadora Gabby Petito, de 22 anos, segue um mistério. A polícia analisa e seguem pistas para solucionar o crime que abalou os Estados Unidos. Gabby foi morta por estrangulamento .

Uma dessas pistas, considerada por uma especialista em comportamento do FBI como sendo das “mais importantes”, é a de uma briga que Gabby e o namorado, Brian Laundrie, de 23 anos, tiveram em um restaurante dias antes da jovem desaparecer, em 26 de agosto.

De acordo com uma testemunha chamada Nina Celie Angelo, o casal havia discutido calorosamente no restaurante Merry Piglet em Jackson, Wyoming. Em entrevista à ABC News, Nina afirma que Laundrie foi “agressivo” com os funcionários do restaurante, enquanto Gabby pedia desculpas a eles pelo comportamento do namorado.


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“Parecia que eles estavam quase sendo expulsos”, disse Angelo, que estava sentada na mesa ao lado do casal na ocasião. “Não foi necessariamente entre eles, foi mais Gabby saindo abruptamente do restaurante chorando, e Brian estava evidentemente muito chateado, puto, eu diria. Poderia dizer que Gabby estava chateada, com raiva, e ele estava apenas sendo muito temperamental com os funcionários do restaurante”.

A Dra. Ann Wolbert Burgess, pioneira na Unidade de Ciência Comportamental do FBI, disse à Fox News que o suposto pedido de desculpas pelo comportamento do namorado no restaurante feito por Gabby pode ser um indicativo do trágico destino que a esperava.

Relembre o caso

Gabby Petito desapareceu enquanto fazia uma viagem com o noivo, Brian Laundrie, principal suspeito do crime. Até o momento ele está desaparecido. Acredita-se que ela foi morta entre 3 e 4 semanas antes do corpo ser encontrado.

O médico legista responsável pelo caso, Brent Blue, não divulgou informações detalhadas sobre o caso, como se Gabby Petito foi morta no local onde o corpo foi encontrado ou se foi estrangulada manualmente ou com algum objeto. Ele disse que tratam-se de informações confidenciais.

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O corpo de Gabby Petito foi encontrado no Parque Nacional Grand Teton, Wyoming, em 19 de setembro. A blogueira deixou de fazer contato com a família desde o fim de agosto. Ela estava viajando pelos Estados Unidos de van, na companhia do noivo, Brian Laundrie, que voltou pra casa sozinho, desaparecendo em seguida. Ele é considerado foragido. 

O funeral de Gabby ocorreu no dia 26 de setembro, mas sem os restos mortais, que ainda não foram liberados pelo FBI .

Fonte: IG Mulher

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