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Testamos o hidratante específico Hidrata Couro da Finisher

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Comercializado por um preço médio de R$ 20, o Hidrata Couro da Finisher hidrata o couro, revelando a cor original
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Comercializado por um preço médio de R$ 20, o Hidrata Couro da Finisher hidrata o couro, revelando a cor original

Nem sempre os produtos para hidratar bancos de couro, courvin ou partes plásticas de acabamento dão conta do recado: alguns podem deixar lambuzados podendo manchar roupas, outros dão mais trabalho na hora da aplicação.

Mas um que me chamou a atenção é o da Finisher. Vendido em bisnaga de 150 gramas, seu aspecto é denso em forma de creme e essa consistência garante que não escorra pela esponja aplicadora, que não vem com o produto.

Sua ação desenvolvedora de maciez e flexibilidade hidrata o couro, seja ele sintético ou natural, sem deixar aquele aspecto lambuzado , o que é de vital importância para impedir o surgimento de manchas na roupa, principalmente se estas forem claras.

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Para certificar de sua eficiência, aplicados o Hidrata Couro da Finisher em dois carros com bancos de couro de tonalidades diferentes: preto e cinza. É válido lembrar que é preciso fazer uma limpeza do material que deve estar completamente livre de sujeira e seco.

banco
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Hidrata couro deve ser usado pelo menos uma vez a cada seis meses para funcionar com eficiência

Com a ajuda de uma esponja ou mesmo uma flanela , espalhamos cerca de 30 gramas aproximadamente do produto no aplicador em uma pequena área e esperamos alguns minutos para que a cura do composto polímero pudesse agir. Feito isso, demos o acabamento com uma flanela seca e limpa de microfibra.

O acabamento tanto no revestimento de cor preta quanto o cinza é notório, e deixa bem próximo ao original, com pouco brilho e protegido contra a ação do sol que pode até trincar o couro , em alguns casos.

Por isso, nesses casos, recomendo fazer pelo menos, uma aplicação a cada seis meses em todas as forrações de couro, incluindo o da porta e, principalmente em painéis, caso seja forrado com este material.

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Uma dica para os bancos em couro com acabamento enrugado é aplicar o hidratante em um pincel para poder alcançar os cantinhos mais apertados, lembrando que essa regra vale também para as demais áreas de difícil acesso.

Comercializado por um preço médio de R$ 20 , o Hidrata Couro da Finisher hidrata o couro, revelando a cor original, elevando a maciez e evitando rachaduras no material, tal como as promessas na embalagem citam.

Hidrata Couro da Finisher

Valor médio: R$ 20

Mais informações: www.finisher.com.br


Fonte: IG CARROS

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Fim de uma era: Dodge aposenta Challenger e Charger a combustão

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Dodge Charger e Challenger serão aposentados e a marca focará apenas em modelos eletrificados
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Dodge Charger e Challenger serão aposentados e a marca focará apenas em modelos eletrificados

“O Dodge Charger e o Dodge Challenger, na forma atual, estão chegando ao fim”, diz o comunicado de imprensa em anexo. “Estamos comemorando o fim de uma era – e o início de um novo e brilhante futuro eletrificado – permanecendo fiéis à nossa marca”, disse Tim Kuniskis, CEO da marca Dodge.

Aos fãs dos icônicos muscle cars norte-americanos só resta se conformar até a Dodge fabricar outros modelos que estarão cada vez mais íntimos na era da eletrificação.   E seus modelos 100% a combustão farão parte de uma era gloriosa para puristas e fãs da marca.

A empresa revelou que vai mostrar um muscle car totalmente elétrico em 2024 e para “servir de consolo” aos puristas ou “reforçar o espírito Dodge”, a empresa vai retornar com o estilo tradicional da grade retangular do Charger de 1968 a 1970 , juntamente com o l ogotipo triangular que estampava os seus carros até o início do anos 80.

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Desenvolvido para aplicações de seis e oito cilindros com tração traseira ou nas quatro rodas, a plataforma LX serviu de base também ao Demon , um muscle car surgido em 2018 e marcou a era com o Challenger com seus mais de 800 cv de potência e que serviu a frota da polícia local.

A fábrica de Brampton, onde o Challenger e o Charger são fabricados atualmente, “será reequipada e totalmente modernizada” em 2024.

A instalação adotará uma arquitetura de veículo ainda não divulgada que apoiará os planos de eletrificação da Dodge . A produção deve ser retomada até 2025, e até agora não foi revelado quais veículos que serão produzidos na unidade de Brampton.

A plataforma LX é a plataforma automóvel de tração traseira em tamanho real da Chrysler , introduzida em 2004 para o modelo de 2005 e em breve, vai celebrar seu 20º aniversário marcando o fim de mais um capítulo da história da Dodge.

Fonte: IG CARROS

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Peugeot 208 Style 1.0: compacto mostra economia com estilo

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Peugeot 208 Style: versão 1.0 mais equipada da linha tem detalhes pintados de preto e faróis de LED de série
Carlos Guimarães/iG

Peugeot 208 Style: versão 1.0 mais equipada da linha tem detalhes pintados de preto e faróis de LED de série

Já faz algum tempo que carro com motor 1.0 deixou de ser “popular” no Brasil. Todos ficaram bem mais sofisticados na comparação da época em que surgiu o termo (no início dos anos 90) e a maioria já está na faixa dos R$ 80 mil atualmente. Entre as opções que temos no mercado, uma das mais estilosas é o Peugeot 208 Style 1.0, que vem equipado com motor de três cilindros, da Fiat.

Foi o “pulo do gato” da Peugeot ter lançado a nova versão Style 1.0 (R$ 83.990) com o conjunto mecânico usado pela Stellantis nos modelos da Fiat. O carro consegue aliar o desenho estiloso do 208 com alguns itens exclusivos por um preço que fica bem próximo de hatches compactos 1.0 tradicionais no Brasil, como Chevrolet Onix LT (R$ 78.990) e Hyundai HB20 Comfort 1.0 (R$ 79.990).

Se você não faz muita questão de espaço interno, a partir de entre R$ 3 mil e R$ 4 mil a mais que as versões mais comuns de Onix , HB20 , Polo , entre outros, dá para levar um hatch compacto 1.0 aspirado que foge do convencional, além de um pouco mais arrojado e agradável aos olhos.

Entre outros itens, o 208 Style vem com logo “Style” nas colunas traseiras, rodas de aro 16 pintadas de preto e calçadas com pneus 195/55 16R (10 mm a mais largos que os dos rivais), teto solar panorâmico, bancos de tecido exclusivo e tela de 10,3 polegadas da central multimídia.

Pela aparência caprichada, os mais desavisados nunca vão advinhar que o 208 Style vem com motor 1.0 aspirado, de três cilindros. Para quem dá bastante importância para a questão do estilo, o carro é um prato cheio. Mas saiba que dirigir um hatch 1.0 sem ajuda de sobrealimentação exige cautela e reduções de marcha para extrair alguma agilidade em situações como ultrapassagens e em subidas.

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São 75 cv e 10 kgfm de torque a 3.250 rpm, números suficientes para acelerar de 0 a 100 km/h em razoáveis 13,4 segundos e atingir 162 km/h, diz a fabricante. Na prática, mesmo com duas válvulas por cilindro, o que ajuda a dar mais força em rotações mais baixas, você vai precisar usar o câmbio manual de cinco marchas o tempo todo para conseguir o máximo de desempenho do 208 Style . E os engates nem sempre são fáceis, principalmente a marcha à ré e nas reduções.

Quando o assunto é economia de combustível, o Peugeot 1.0 Style não faz feio. De acordo com dados do Inmetro, o carro faz 9,6 km/l de etanol na cidade e 11 km/l na estrada, números que passam para 13,6 km/l e 15,5 km/l com gasolina, respectivamente. Com tanque de 47 litros ( Onix tem 44 litros e o HB20 , 50 litros), o 208 pode rodar até 729 km com gasolina na estrada, ainda levando em conta as medições do Inmetro.

Acelere e o ponteiro do contagiros vai se movendo no sentido contrário do velocímetro, outro ponto “diferentão” do 208 Style se comparado aos principais rivais 1.0 do mercado. A posição de dirigir também foge do convencional. Com volante achatado tanto na parte de cima quanto na de baixo (com regulagem de altura e profundidade) e o cluster elevado, o motorista assume um jeito mais esportivo e que condiz com a disposição do carro em contornar curvas, embora não tenha fôlego de sobra ao pisar no acelerador.

O ronco característico do motor 1.0 Firefly , de três cilindros, chega a ser instigante à medida que vai ganhando rotação. Bom também é que o 208 Style mostra outros comandos bem acertados, como freios, direção e suspensão, o que o torna agradável de dirigir. Apenas alguns itens ligados à ergonomia poderiam melhorar, como os controles básicos do ar-condicionado acessíveis apenas pela tela do sistema multimídia e não por botões no painel.

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Aliás, tanto a tela quanto o sistema evoluíram na linha 2023, com melhor resolução e mais velocidade de resposta aos comandos. Porém, continua sem o pareamento sem fio , algo que vem se tornando comum nos carros novos, até mesmo os mais simples. Em contrapartida, há carregador de celular por indução de série, ao contrário da maioria dos rivais. O que também chama atenção é o conjunto ótico de LED, com luzes diurnas bem estilosas, incluindo os chamados”dentes de sabre” no para-choque dianteiro.

Peugeot 208 Style vem com bancos revestidos de tecido exclusivo, com detalhes azuis e tela de 10,3 polegadas
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Peugeot 208 Style vem com bancos revestidos de tecido exclusivo, com detalhes azuis e tela de 10,3 polegadas

Feito na Argentina, o 208 Style 1.0 não é um dos hatches compactos mais espaçosos disponíveis no Brasil, com entre-eixos de medianos 2,54 metros e porta-malas de 265 litros, ligeiramente menor que os 275 litros do Onix e que os 300 litros do HB20 .

Entretanto, por causa do teto solar panorâmico , o interior parece mais arejado, deixando claro que a pegada do modelo da Peugeot é sair um pouco do convencional e dar mais sabor ao segmento.

Conclusão

Demorou um pouco para o 208 da nova geração se tornar realmente atraente no Brasil. Mas com a chegada das novas versões com motor 1.0 fireFly, o carro passou a ter mais apelo, principalmente na Style 1.0 que avaliamos. Se estiver disposto a investir um pouco mais no que pagaria em hatch compacto 1.0 aspirado convencional, o modelo da Peugeot é (finalmente) uma opção interessante.

Ficha Técnica

Peugeot 208 1.0 Style

Preço: a partir de R$ 83.990

Motor: 1.0, três cilindros, flex

Potência: 71 cv (G) / 75 (E) a 6.000 rpm

Torque: 10 kgfm (G) / 10,7 kgfm (E) a 3.000 rpm

Transmissão: Manual,  cinco marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / tambor (traseiros)

Pneus: 195/55 R16

Dimensões: 4,06 m (comprimento) / 1,74 m (largura) / 1,45 m (altura), 2,54 m (entre-eixos)

Tanque: 47 litros

Porta-malas: 265 litros

Consumo etanol: 9,6 km/l (cidade) / 11 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 13,6 km/l (cidade) / 15,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h:  13,4 s

Máxima: 162 km/h

Fonte: IG CARROS

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