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Mato Grosso

Todos os municípios de Mato Grosso apresentam risco baixo de contaminação da Covid-19

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Indicadores de classificação de risco são atualizados duas vezes por semana e os resultados são divulgados nos Boletins informativos da SES-MT

Carlos Celestino | Secom-MT

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou nesta segunda-feira (21.09) o Boletim Informativo n° 197 com o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. O documento mostra (a partir da página 11) que todos os 141 municípios do Estado configuram na classificação com risco baixo para o novo coronavírus. Pela primeira vez, nenhuma cidade de Mato Grosso foi classificada com risco muito alto, indicado pela cor vermelha que indica alerta máximo de contaminação ou amarela que indica alerta moderado.

Veja a tabela de classificação de risco por município

O sistema de classificação que indica o nível de risco é definido por cores: muito alto (vermelho), alto (laranja), moderado (amarelo) e baixo (verde). De acordo com a definição dos riscos é necessária a adoção de medidas restritivas para o controle da propagação do coronavírus nas cidades. Os indicadores de classificação de risco são atualizados duas vezes por semana e os resultados são divulgados nos Boletins informativos da SES-MT.

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Recomendações e cuidados

– Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;

– Usar máscara quando sair de casa;

– Evitar aglomerações;

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

 

 

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Mato Grosso

Vacina contra a covid-19 será distribuída para MT em janeiro, confirma governador

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Mauro Mendes participou de reunião com o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello

Lucas Rodrigues | Secom-MT

Mauro Mendes participa de reunião com ministro da Saúde sobre vacina contra o novo coronavírus – Foto por: Assessoria

O governador Mauro Mendes confirmou que Mato Grosso receberá o primeiro lote de vacinas contra a covid-19 em janeiro de 2021.

A informação foi oficializada pelo ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, durante reunião por videoconferência na tarde desta terça-feira (20.10).

“Em janeiro, o Ministério vai ter disponível para mandar aos estados brasileiros em torno de 46 milhões de doses. Em fevereiro, um novo lote, e no primeiro semestre teremos outras entregas das diversas empresas que estão produzindo a vacina”, relatou Mauro Mendes.

Durante a reunião, que contou com a maioria dos governadores, as empresas que têm desenvolvido a vacina atualizaram os cronogramas, capacidade de produção e o estágio de desenvolvimento das vacinas.

Conforme o ministro, ficou acertado que as primeiras 46 milhões de doses serão da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac.

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A distribuição a todos os estados ocorrerá em janeiro de 2021.

Serão distribuídas outras 15 milhões de doses em fevereiro e mais 40 milhões em junho.

Já no segundo semestre do próximo ano, a previsão é que sejam disponibilizadas mais 165 milhões de doses da vacina desenvolvida pela empresa AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford e Fiocruz.

De acordo com o ministro Pazuello, os primeiros a receberem as doses serão os profissionais da Saúde e as pessoas que se enquadram nos grupos de risco. Em seguida, toda a população será vacinada gratuitamente por meio do Plano Nacional de Imunizações (PNI).

Fonte: Assessoria

 

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Mato Grosso

Empaer apresenta projeto de confinamento bovino em busca de parcerias para difundir tecnologia no Estado

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Em apenas um hectare podem ser confinados até mil animais, somente com ração balanceada.

Rosana Persona | Empaer-MT

Estão em confinamento 2.500 cabeças de bovinos – Foto por: Christiano Antonucci | Secom-MT
A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) realizou nesta terça-feira (20.10), uma palestra sobre o Projeto de Confinamento de Bovino de Corte que usa tecnologia com menos tempo para o abate, em torno de 90 dias. O médico veterinário da Empaer, Jair de Albuquerque Siqueira, fala que o projeto é voltado para o pequeno e médio produtor, e dentre as vantagens do confinamento está a redução da área necessária para a produção. Em apenas um hectare podem ser confinados até mil animais, somente com ração balanceada.

De acordo com Jair, além de evitar o desmatamento com a abertura de novos pastos e piquetes, o confinamento contribui também para a geração de empregos diretos e indiretos.  Hoje nos municípios de Matupá, Guarantã do Norte e Terra Nova do Norte estão em confinamento 2.500 cabeças de bovinos e já foram montados cindo projetos na região. Ele ressalta que pequenos e médios produtores de bovinos estão profissionalizando cada vez mais a atividade ao investir em tecnologia.

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No sistema tradicional (a pasto), o bovino pode levar em média, após o desmame, dois anos para o abate. “Estamos orientando os produtores interessados no confinamento desde a elaboração do projeto até a montagem de toda a estrutura, que inclui a construção dos galpões de confinamento, da fábrica de rações, inclusive com piso de concreto e cobertura, além de máquinas, equipamentos, alimentação, entre outros”, esclarece.

As taxas de rentabilidade variam entre 10 e 40% do capital investido (custeio + investimento), após cada lote terminado. Conforme Jair, a rentabilidade depende de vários fatores, tais como preço da arroba na compra e na venda dos animais, preço dos insumos das rações durante o confinamento, peso de entrada e saída dos animais, duração do confinamento, qualidade da alimentação, etc. “O pecuarista poderá ter um retorno de R$ 500,00 por animal no final do confinamento”, conclui.

O presidente da Empaer, Renaldo Loffi, destacou que esse projeto de confinamento elaborado pela empresa tem atraído pecuaristas de vários estados do Brasil e do exterior. Ele destaca que a Empaer quer levar para o pequeno e médio produtor toda tecnologia recomendada para o abate de bovinos num período de 90 dias. “Estamos buscando parcerias para ampliar o trabalho e atendimento ao produtor interessado na atividade da pecuária de corte”, esclarece Loffi.

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A palestra contou com a participação de representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Mato Grosso (Sedec), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Sindicato Rural de Cuiabá, Programa REED Early Movers (REM) e outros.

João de Melo | Empaer

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