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Toyota Yaris XL 1.3 CVT mostra bom custo-benefício se comparado ao XS 1.5

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Toyota Yaris XL 1.3 CVT vem com rodas de liga-leve, mas sem o acabamento mais caprichado das versões 1.5 do compacto
Carlos Guimarães/iG

Toyota Yaris XL 1.3 CVT vem com rodas de liga-leve, mas sem o acabamento mais caprichado das versões 1.5 do compacto

No terreno dos haches compactos mais caprichados, o Toyota Yaris tem entre os principais rivais o VW Polo. Na versão mais em conta XL do modelo da marca japonesa é possível escolher pelo câmbio automático CVT para ter uma dose extra de conforto nível de equipamentos que satifaz no dia a dia.

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Com preço sugerido que parte de R$ 67.090, o Toyota Yaris
XL 1.3 CVT pode ser encontrado com pacote Plus Tech, que o faz atingir R$ 71.790, ante R$ 75.890 do XS 1.5 com o mesmo tipo de transmissão. Na prática, a versão de menor cilindrada vale mais a pena, uma vez as as diferenças entre as duas são pequenas, inclusive quando o assunto é consumo e desempenho.

Apenas o curso do pistão do motor 1.3 é diferente do 1.5. O restante é praticamente igual. Em ambos, há duplo comando com variador de fase na admissão e escape. Nos dois também é preciso pisar com um pouco mais de vontade no acelerador para conseguir extrair agilidade suficiente para ultrapassagens rápidas e seguras, uma vez que o pico da força aparece em relativamente altos 4.000 rpm.

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Toyota Yaris XL1.3 tem a mesma traseira da versão XS 1.5 exceto pelo logo no canto direito e as lanternas escurecidas
Carlos Guimarães/iG

Toyota Yaris XL1.3 tem a mesma traseira da versão XS 1.5 exceto pelo logo no canto direito e as lanternas escurecidas

No caso do Yaris 1.5
, a única vantagem é que o câmbio automático CVT vem com hastes atrás do volante, o que ajuda numa tocada mais animada. A questão é que o Toyota não é dos hatches compactos mais ousados. E prioriza o rodar comfortável, sem pretensões esportivas. Portanto, é melhor ir devagar com o andor. Nas curvas, a carroceria costuma inclinar mais que o ideal, mas transmite segurança, ajudado pelos controles eletrônicos de estabilidade e tração.

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 O volante de três raios do Yaris XL 1.3 tem boa empunhadura, vem com os principais comandos do sistema de som, mas faltou o ajuste de profundidade. A área envidraçada garante visibilidade adequada para o porte do carro e os níveis de vibração e de ruído são baixos o suficiente para manter o conforto, um dos pontos fortes do Toyota.

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Nesse aspecto, até o revestimento aveludado dos bancos e laterais das portas ajuda, mas o tecido favorece o acúmulo de energia eletrostática, o que exige certo cuidado para não tomar pequenos choques assim que toca na carroceria, ao sair do carro.

Mais detalhes do Toyota Yaris 1.3 CVT




Toyota Yaris 1.3 CVT é simples por dentro, sem o mostrador de TFT no quadro de instrumentos e entrada USB escondida
Divulgação

Toyota Yaris 1.3 CVT é simples por dentro, sem o mostrador de TFT no quadro de instrumentos e entrada USB escondida

Dois aspectos que incomodaram no hatch compacto
no dia dia foram: primeiro, a falta de sensores nos para-choques para ajudar nas manobras de estacionamento, principalmente porque também não há câmera de ré. Depois, existe somente uma entrada USB na versão XL do Yaris com pacote Plus Tech. Ela fica escondida dentro do porta-objetos central, acessado ao abrir a tampa que tambem serve de apoio de braço. Além disso, se quiser ver informações do computador de bordo terá que apertar um pequeno botão no próprio cluster, o que causa certo incômodo.

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 Quando o assunto é consumo de combustível, o Yaris XL 1.3 CVT até gasta um pouco mais na estrada que o XS 1.5, de acordo com os números fornecidos pelo Inmetro. Na cidade, ambos se equivalem, com 9 km/l de etanol e 13 km/l com gasolina. Em trecho rodoviário, o 1,3 faz 9,9 km/l de etanol e 14,2 km/l de gasolina, ante 10,6 km/l e 14,5 km/l, respectivamente.

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O espaço interno do Yaris XL 1.3 CVT é suficiente para levar quatro ocupantes com conforto. O quinto passageiro, que fica no centro do banco traseiro, terá alguma dificuldade de se acomodar as pernas, atrapalhado por parte do porta-objetos central. Porém, há alças de apoio e altura do teto compatível para ninguém com estatura até um pouco acima da média reclamar de algo. No porta-malas de 310 litros há espaço razoável para um hatch compacto.

Conclusão

Pela diferença de preço entre o Toyota Yaris
XL 1.3 CVT com pacote Tech Plus em relação ao XS 1.5 CVT, o modelo de menor cilindrada é uma escolha interessante por oferecer quase o mesmo por cerca de R$ 4 mil a menos. O problema é quando o modelo da marca japonesa é comparado com o VW Polo 1.6 automático, que sai por R$ 71.385, com mais fôlego, conjunto mais bem acertado e um pacote equipamentos com eficiência extra.

Ficha Técnica – Toyota Yaris XL 1.3 CVT

Preço: a partir de R$ 67.090

Motor:  1.3, quatro cilindros, flex

Potência (cv):  94 (G) / 101 (E) a 5.600 rpm

Torque (kgfm):  12,9 (G) / 12,5 (E) a 4.000 rpm

Transmissão:  automática, CVT, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios:  Discos ventilados (dianteiros) / tambor (traseiros)

Pneus:  185/60 R15

Dimensões: 4,15 m (comprimento) / 1,73 m (largura) / 1,49 m (altura), 2,55 m (entre-eixos)

Tanque: 45 litros

Porta-malas: 310 litros 

Consumo etanol: 9 km/l (cidade) / 9,9 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 13,1 km/l (cidade) / 14,2 km/l (estrada)

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BMW 320i M Sport: um sedã premium de bom gosto

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BMW 320i M Sport traz pacote esportivo inspirado na 'BMW Motorsport', o que inclui as rodas de aro 19 diamantadas
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BMW 320i M Sport traz pacote esportivo inspirado na ‘BMW Motorsport’, o que inclui as rodas de aro 19 diamantadas

O BMW Série 3 é um carro fora da curva. Enquanto as rivais do ‘trio de ferro alemão’ focam nos SUVs como modelos de volume, o sedã premium é o carro mais vendido da marca bávara no Brasil –  muito à frente de seu utilitário de maior destaque, o BMW X1.

Isso fica bem evidente no fechamento das vendas do primeiro semestre de 2021. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a BMW emplacou 2.983 unidades do Série 3 nos seis primeiros meses deste ano. Isso coloca o sedã de luxo na posição de veículo premium mais vendido do Brasil. Já o X1 teve apenas 1.459 unidades emplacadas neste período.

Produzido em Araquari (SC), o BMW Série 3 pode ser adquirido nas versões 320i GP (R$ 267.950), 320i Sport GP (R$ 284.950), 320i M Sport (R$ 299.950), 330e M Sport (R$ 354.950) e M340i xDrive (R$ 542.950). Os três pacotes mais em conta são responsáveis pela maior parte do volume das vendas do sedã no Brasil.

Para nosso contato com o sedã, a BMW emprestou a versão 320i M Sport , com rodas diamantadas aro 19 de cinco raios, revestimento interno na tonalidade marrom-conhaque e acabamento do painel em imitação de alumínio. Um verdadeiro charme! Afinal, não basta ter dinheiro para comprar um 320i. O bom gosto também é necessário.

Equipamentos

O pacote de segurança traz seis airbags (frontais, laterais e cortina), assistente de permanência em faixa, alerta de tráfego cruzado, sistema de frenagem de emergência, assistente de partida em rampa, alerta de colisão frontal e controle de estabilidade e tração.

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Na parte de conforto, a versão tem ar-condicionado digital de três zonas (motorista, passageiro e banco traseiro), assentos dianteiros com regulagens elétricas, controle automático de velocidade, assistente de estacionamento semiautomático, chave presencial com sistema start-stop e teto-solar.

A central multimídia tem conexão sem fio para celulares. Dessa forma, o motorista não precisará plugar o cabo para replicar aplicativos como Waze, Spotify e Whatsapp na tela de nove polegadas. Apesar de ser um recurso interessante, a conexão sem fio dá algumas ‘engasgadas’, interrompendo músicas por alguns segundos.

O Série 3 tem espaço suficiente para levar quatro adultos e uma criança com conforto. O túnel central é alto por conta do eixo cardã que transfere a força às rodas traseiras. Logo, sentar ao centro do banco traseiro pode não ser tão aconchegante, dependendo da altura do passageiro.

Apesar de estar maior nessa geração – com 4,70 m de comprimento, 1,82 m de largura e 2,85 m de entre-eixos –  o 320i M Sport está longe de ser desengonçado. O diâmetro de giro é de apenas 11,4 metros, proporcionando manobras precisas e pouco esforço para estacionar, mesmo nas vagas mais apertadas.

O porta-malas é o grande pênalti deste belo sedã catarinense com sotaque alemão. Ele tem apenas 365 litros, graças ao estepe que rouba espaço. A alça no estilo ‘pescoço de ganso’ também não é a melhor alternativa para otimizar a área útil do compartimento.

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Sedã bom de guiar

É realmente uma pena. Com mais espaço no porta-malas, o BMW 320i M Sport seria o carro ideal para viajar. Abaixo do capô, a BMW instalou o motor 2.0 turbo de 184 cv de potência e 30,6 kgfm de torque, com câmbio automático de oito marchas, que transmite sua força apenas às rodas traseiras.

Este é o ponto em que o modelo se destaca dos rivais: a dirigibilidade. Por conta da tração traseira, o BMW 320i tem melhor transferência de peso durante as acelerações e um estilo de condução mais direto.

BMW 320i M Sport traz a melhor sensação ao volante da categoria, justificada pela tração traseira
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BMW 320i M Sport traz a melhor sensação ao volante da categoria, justificada pela tração traseira

Modelos de tração traseira também possuem maior capacidade de reboque e são melhores encarando aclives. O ótimo raio de giro que mencionamos anteriormente também é uma característica que se deve a este tipo de tração.

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O BMW 320i M Sport é um daqueles carros que poderia passar horas guiando sem me cansar. A posição de dirigir é ótima, com o assento do motorista posicionado mais baixo, deixando o condutor próximo do centro de gravidade. Na comparação com os sedãs da Mercedes-Benz e Audi, o volante é pesado na medida certa.

Segundo a BMW, o 320i pode acelerar de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos, com velocidade máxima de 240 km/h. O consumo de combustível, de acordo com o Inmetro, é de 11,1 km/l na cidade e 12,5 km/l na estrada, sempre com gasolina.

A suspensão é bem calibrada para o nosso asfalto judiado. O 320i tem bom balanço vertical, filtrando a maioria das imperfeições. Em curvas mais rápidas, a suspensão traseira no arranjo multibraço contém a rolagem da carroceria, garantindo mais estabilidade ao sedã.

Conclusão

O BMW 320i M Sport mereceria ‘nota 10’, se não fosse pelo pouco espaço do porta-malas. Pneus run-flat fariam mais sentido, uma vez que abdicam da necessidade do estepe, que é um item obrigatório por lei no Brasil.

Estamos falando de um sedã imponente, gostoso de dirigir e prático, do jeito que só os alemães conseguem desenvolver. A liderança absoluta do segmento premium é merecida, e não há sinais de que o Série 3 possa perder este posto nos próximos anos.

Ficha técnica: 320i M Sport Preço: R$ 299.950 Motor: 2.0, turbo, gasolina Potência: 184 cv Torque:  30,6 kgfm Transmissão: automática, oito velocidades, tração traseira Suspensão: McPherson (dianteira), multibraço (traseira) Freios: discos ventilados (dianteira e traseira) Proporções: 4,70 m de comprimento, 1,82 m de largura e 2,85 m de entre-eixos Porta-malas: 360 litros 0 a 100 km/h: 7,2 segundos Velocidade máxima: 240 km/h Consumo: 11,1 km/l na cidade; 12,5 km/l na estrada (Inmetro)

Fonte: IG CARROS

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VW mostra Nivus na Alemanha com outro nome entre as mudanças

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VW Taigo vem com fillede de LED na grade dianteira entre as diferenças em relação ao Nivus brasileiro
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VW Taigo vem com fillede de LED na grade dianteira entre as diferenças em relação ao Nivus brasileiro

A Volkswagen apresenta o Taigo , o novo SUV com ares de cupê, totalmente baseado no Nivus brasileiro. O Taigo será o primeiro modelo fabricado e vendido no mercado europeu, após ter sido desenvolvido na região América do Sul.

Produzido na moderna fábrica da Volkswagen em Pamplona, na Espanha, o Taigo utiliza a plataforma  Modular MQB , e tem como autores do design os irmãos José Carlos Pavone, chefe de design da Volkswagen SAM , e Marco Pavone, chefe de design exterior da Volkswagen na Alemanha.

Produzido na moderna fábrica da Volkswagen em Pamplona, na Espanha, o Taigo utiliza a Estratégia Modular MQB
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Produzido na moderna fábrica da Volkswagen em Pamplona, na Espanha, o Taigo utiliza a Estratégia Modular MQB

Considerado o primeiro veículo 100% desenvolvido na América Latina que será produzido e comercializado no mercado europeu; o Taigo traz o design exclusivo do Nivus , arrojado e com linhas que remetem a um cupê esportivo, até então desconhecido no segmento de SUVs entre os europeus.

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Com relação a equipamentos de conforto e segurança, o Taigo segue a linha do Nivus , como o ACC (Controle Adaptativo de Cruzeiro), AEB (Frenagem Autônoma de Emergência), Post-Collision Brake, Alerta de Fadiga, sistema Kessy, ESC (controle de estabilidade), ASR (controle de tração), XDS+ (bloqueio eletrônico do diferencial), entre outros itens.

Tal como o Nivus , o Taigo também contará com motores TSI. No caso das versões vendidas no Brasil, temos o 1.0 turboflex, capaz de render 128 cv e 20,4 kgfm de torque com apenas etanol no tanque, números suficientes para acelerar de 0 a 100 km/h em 10 segundos e atingir 189 km/h, conforme a fabricante.

O interior do VW Taigo tem uma combinação de cores mais ousada, o que não acontece com o Nivus do Brasil
Divulgação

O interior do VW Taigo tem uma combinação de cores mais ousada, o que não acontece com o Nivus do Brasil


Fonte: IG CARROS

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