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Agronegócio

TRIGO/CEPEA: Com queda externa e fim do ano se aproximando, liquidez é baixa no BR

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Cepea, 7/12/2021 – As negociações envolvendo trigo já começam a se enfraquecer no mercado interno, principalmente devido à proximidade das festas de fim de ano, quando geralmente muitas indústrias nacionais entram em recesso ou diminuem o ritmo das atividades. Além disso, de acordo com colaboradores do Cepea, as fortes desvalorizações internacionais do cereal também afastaram parte dos agentes do mercado. No geral, a disponibilidade de trigo é satisfatória no Brasil, tendo em vista a finalização da colheita e os bons volumes importados. Quanto aos preços do cereal, ainda têm suporte da paridade de importação e do dólar. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Agronegócio

SUÍNOS/CEPEA: Com maior oferta e demanda fraca, preços têm forte queda

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Cepea, 27/01/2022 – Os valores do suíno vivo têm registrado forte baixa neste mês, devido à combinação de maior oferta de animais e de carne suína e de demanda enfraquecida pela proteína. Assim, conforme indicam dados do Cepea, os preços estão no menor patamar real (valores deflacionados pelo IGP-DI de dez/21) desde agosto de 2018 na maioria das regiões. Quanto aos principais insumos utilizados na atividade, milho e farelo de soja, os valores têm tido alta expressiva em janeiro, devido à combinação de baixa disponibilidade e procura elevada. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Agronegócio

BOI/CEPEA: Custos de produção avançam em 2021

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Cepea, 27/01/2022 – Os custos de produção da pecuária de corte nacional subiram novamente em 2021. Conforme pesquisas realizadas pelo Cepea em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), de 2020 para 2021, o Custo Operacional Efetivo (COE) da pecuária de corte avançou expressivos 22% no caso das propriedades de cria e 17,88% no das de recria e engorda, considerando-se a “Média Brasil” (AC, BA, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PR, RO, RS, SP e TO). Segundo pesquisadores do Cepea, para este ano, o cenário tende a ser novamente desafiador ao pecuarista brasileiro, sobretudo devido ao dólar elevado e ao clima desfavorável no Sul do Brasil. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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