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Twitter começa a testar botão de ‘dislike’ no iPhone; confira

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Twitter testa botão de dislike
Unsplash/Yucel Moran

Twitter testa botão de dislike

Nesta quarta-feira (21), o Twitter anunciou testes de um novo recurso de opinião popular. Nele, os usuários poderão votar a favor ou contra determinados assuntos. A iniciativa é parte de um esforço da empresa em entender quais comentários o público julga mais relevantes para poder trabalhar maneiras de otimizar a experiência na plataforma.

De acordo com o CNET, algumas contas que utilizam iPhone já podem visualizar a ferramenta em teste. O recurso traz no ícone um polegar para cima e um para baixo e funciona na forma de uma pesquisa de múltipla escolha, com votos positivos e negativos para o tema em questão.

Twitter testa botões de like e deslike
Divulgação/Twitter

Twitter testa botões de like e deslike

O Twitter não disse quantas pessoas fazem parte do teste e nem quando pretende lançar oficialmente o recurso. A empresa afirma que os votos negativos não serão públicos, mas os positivos aparecerão como curtidas em um tweet. 

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O mecanismo por trás do recurso ainda não está muito bem definido. Porém, os desenvolvedores indicam que os maiores retornos são internos. O Twitter não quer que a nova ferramenta se torne um “botão de antipatia”, mas sim um suporte para selecionar melhores conteúdos para os usuários.

“Isso dará às pessoas o poder de expressar sua opinião em particular sobre a qualidade das respostas sem envergonhar os outros publicamente. Ao mesmo tempo, nos trará um feedback mais matizado”, disse Cody Elam, pesquisador do Twitter em publicação na plataforma. 

Algumas celebridades, como  Ashton Kutcher , acreditam que a ferramenta poderá ajudar a reduzir os comentários de ódio nas redes sociais .

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Presidente da Activision Blizzard deixa empresa em meio a processo por assédio

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J. Allen Brack
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J. Allen Brack

J. Allen Brack, presidente da Blizzard Entertainment, está deixando o cargo menos de duas semanas depois que uma investigação tornou pública diversas alegações explosivas de assédio moral, sexual e discriminação dentro da empresa . Jen Oneal e Mike Ybarra assumirão, em conjunto, o comando do estúdio.

“Ambos os novos líderes estão profundamente comprometidos com todos os nossos funcionários; para o trabalho à frente; para garantir que a Blizzard seja o local de trabalho mais seguro e acolhedor possível para mulheres e pessoas de qualquer gênero, etnia, orientação sexual ou histórico; para defender e reforçar nossos valores; e para reconstruir sua confiança. Com muitos anos de experiência no setor e profundo compromisso com a integridade e inclusão, Jen e Mike conduzirão a Blizzard com cuidado, compaixão e dedicação à excelência”, destacou o anúncio oficial da empresa, ainda apontando que os dois novos presidentes se pronunciarão ao público em breve.

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À imprensa, Brack enviou nota oficial afirmando que a nova liderança fornecerá à desenvolvedora de games o necessário para “realizar todo o trabalho em potencial e acelerar o ritmo das mudanças”. “Prevejo que eles farão isso com paixão e entusiasmo, e que serão confiáveis para liderar com os mais altos níveis de integridade e compromisso com os componentes de nossa cultura que tornam a Blizzard tão especial”, disse, sem citar em nenhum momento as polêmicas e o processo de assédio.

Em uma declaração separada, enviada aos investidores da Activision, Brack diz que está saindo para “buscar novas oportunidades”. Ele era presidente desde 2018, e está na empresa desde 2006, tendo trabalhado em empresas como Origin e SOE .

Vale lembrar que a saída do ex-presidente ocorre em meio a um período bastante crítico da Blizzard. A empresa, atualmente, está sendo processada pelo governo da Califórnia por denúncias de assédio e abuso sexual, e está sob investigação pelos próprios acionistas, que procuram por evidências de que tenha escondido informações sobre a ação legal.

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Elon Musk nega ter pedido para ser CEO da Apple; entenda o caso

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Elon Musk
Elon Musk

Elon Musk

Relatos do novo livro “Power Play: Tesla, Elon Musk, and the Bet of the Century” (em tradução livre Power Play: Tesla, Elon Musk e a aposta do século) sobre a vida de Musk, indicam que o bilionário certa vez teria exigido o cargo de CEO da Apple , atualmente ocupado por Tim Cook, em troca da venda da Tesla para a empresa de Cupertino.

Segundo o livro, escrito pelo repórter do The Wall Street Journal, Tim Higgins, fontes internas da Tesla contaram sobre um telefonema ocorrido em 2016, em que Musk e Cook teriam discutido a possibilidade de fechar o negócio. Cook pensou que a aquisição seria nos moldes da compra da empresa de fones de ouvido Beats, em que a Maçã manteve os fundadores originais Dr. Dre e Jimmy Iovine no comando.

Contudo, segundo as fontes do repórter, a conversa “azedou” de vez quando Musk teria dito a Cook que o negócio só funcionaria se ele pudesse assumir o cargo de CEO da Apple. Na narrativa do livro, Cook teria respondido à exigência com um palavrão e desligou a ligação.

Segundo o Futurism , Musk desmentiu a história. Também há a possibilidade de ambas as partes tentarem minimizar o fato, já que a demanda inusitada do executivo, se de fato tiver ocorrido, não foi nada profissional.

Questionado, Musk disse em seu perfil no Twitter que nada disso aconteceu: “Cook e eu nunca nos falamos ou escrevemos um para o outro. Chegou um ponto em que pedi para me encontrar com Cook para falar sobre a compra da Tesla pela Apple”. O executivo finaliza o tuíte afirmando que não foi feita nenhuma proposta extra além da aquisição da montadora de carros elétricos.

Para saber mais detalhes sobre a polêmica trajetória de Elon Musk, será necessário aguardar mais alguns dias até o lançamento do livro em inglês, previsto para a próxima terça-feira (10).

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