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Twitter x Musk: primeira audiência da batalha judicial acontece hoje

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Processo entre Twitter e Elon Musk começa nesta terça-feira
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Processo entre Twitter e Elon Musk começa nesta terça-feira

O primeiro round do que promete ser uma  longa batalha judicial entre o Twitter e Elon Musk  após o bilionário desistir de comprar a rede social por US$ 44 bilhões vai acontecer nesta terça-feira (19) em um tribunal de Wilmington, Delaware.

O acordo do homem mais rico do mundo com o Twitter, firmado em abril, incluía uma cláusula estabelecendo que, em caso de desistência, a parte que quebrasse o acordo pagaria uma multa de rescisão de nada menos de US$ 1 bilhão, sob certas circunstâncias. Musk não quer pagar.

Os advogados do Twitter, que é sediado em São Francisco, pediram à Corte de Chancelaria de Delaware o início do julgamento sem júri em 19 de setembro. Eles alegam que precisam de apenas quatro dias para provar que o bilionário Elon Musk tem que honrar o acordo e pagar US$ 54,20 por ação pela plataforma de mídia social.

A empresa argumenta que quer um julgamento até setembro “para proteger o Twitter e seus acionistas de riscos de mercado contínuos e danos operacionais resultantes da tentativa de Musk de forçar sua saída de um acordo de fusão hermético”.

O acordo com Musk perde validade em 25 de outubro. Segundo o contrato, caso a transação ainda estivesse aguardando aprovação regulatória naquele momento, Musk e o Twitter teriam um período adicional de seis meses para fechá-la.

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Do outro lado, a equipe jurídica de Musk respondeu que os advogados do Twitter estão tentando forçar “indevidamente” um julgamento acelerado .

O bilionário diz que o Twitter violou os termos do acordo de compra ao não fornecer informações detalhadas sobre as chamadas contas de bots de spam em seu sistema. O caso exige uma “revisão forense e análise de grandes quantidades de dados” sobre as contas falsas operadas por robôs, além de outras questões legais, disseram os advogados de Musk em um pedido protocolado no dia 15 de julho.

“O pedido repentino do Twitter por mais velocidade após dois meses de demora e ofuscação é a tática mais recente da empresa para encobrir a verdade sobre as contas de spam por tempo suficiente até levar os réus ao arquivamento”, disse o documento, que pede que o processo não comece antes de 13 de fevereiro de 2023 devido à complexidade dos fatores envolvidos.

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Controverso desde o início

Desde que o acordo foi anunciado, em abril deste ano, os dois lados vinham trabalhando para fechá-lo. Musk requereu informações sobre quantas contas no Twitter são movimentadas por robôs, e a empresa deu a ele acesso ao fluxo de tuítes e a outras informações.

No dia 7 de julho, depois de dar diversas indicações de que não levaria o acordo adiante,  Elon Musk informou que estava encerrando a negociação de US$ 44 bilhões para a compra da plataforma, dizendo que a empresa forneceu “informações falsas e enganosas”.

A plataforma “não cumpriu suas obrigações contratuais” com relação aos bots de spam, afirmou o documento enviado à Securities and Exchange Commission (SEC, órgão regulador do mercado americano) pelos advogados do bilionário. O Twitter sustenta que menos de 5% de duas contas na plataforma são falsas.

Juíza com Covid-19

Nesta segunda-feira (18), a  juíza Kathaleen St. J. McCormick anunciou que testou positivo para Covid-19 e que a audiência desta terça-feira em Delaware será realizada por Zoom porque ela precisa se “isolar, de acordo com as diretrizes do Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA (CDC)”. No entanto, acrescentou que seus sintomas não são graves.

*Com agências internacionais

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Facebook e Instagram rastreiam usuários quando eles clicam em links

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Meta rastreia usuários
Unsplash/Dima Solomin

Meta rastreia usuários

O navegador próprio do Instagram e do Facebook consegue rastrear dados completos dos usuários, de acordo com uma análise do pesquisador Felix Krause.

Quando um usuário clica em qualquer link no aplicativo do Instagram ou do Facebook, ele não é redirecionado para outros navegadores, como o Safari ou o Google Chrome, mas permanece em um navegador interno à rede social em questão. É justamente nessa página que a Meta consegue rastrear dados dos usuários.

“O aplicativo do Instagram injeta seu código de rastreamento em todos os sites exibidos, inclusive ao clicar em anúncios, permitindo que eles monitorem todas as interações do usuário, como todos os botões e links tocados, seleções de texto, capturas de tela, bem como quaisquer entradas de formulário, como senhas , endereços e números de cartão de crédito”, afirma Krause. Sua análise foi feita nos aplicativos para iOS.

Ao The Guardian, a Meta admitiu que usa o código para rastrear usuários, mas disse que não viola as regras da App Store de segurança dos usuários e que dados como senhas e números de cartão só são salvos se o usuário optar pelo preenchimento automático.

Krause defende que a Meta não conseguiria ter esse nível de rastreamento dos usuários se os sites fossem acessados em outros navegadores. Segundo ele, em outros navegadores, a empresa não conseguiria adicionar o rastreador em qualquer site seguro. Já na própria plataforma, a ferramenta “funciona para qualquer site, independentemente de estar criptografado ou não”.

O pesquisador sugere que Instagram e Facebook ofereçam aos usuários a opção de abrir links nos navegadores de sua preferência.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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CEO do Telegram culpa Apple por demora em atualização ‘revolucionária’

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Telegram ficou com atualização
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Telegram ficou com atualização “presa” na App Store, diz CEO

Não é novidade que a App Store tem um processo de revisão de aplicativos rigoroso. Mas, para Pavel Durov, fundador e CEO do Telegram, esse processo é rigoroso demais. Ele reclama que a próxima versão do app, que irá “revolucionar a forma como as pessoas se expressam em mensagens”, só não foi liberada ainda por ter ficado “presa” na Apple por duas semanas.

Durov não explica o que a nova versão tem de revolucionária. Na verdade, o texto que o empresário publicou nesta semana, usando o próprio Telegram, serve para criticar abertamente o que ele chama de “monopólios da tecnologia”.

O fundador do Telegram afirma que a próxima atualização do aplicativo ficou presa por duas semanas no processo de revisão da App Store, sem que alguém da empresa fornecesse uma explicação para tamanha demora. Em seu entendimento, essa falta de comunicação não só é revoltante, como causa prejuízo.

“Se o Telegram, um dos 10 aplicativos mais populares do mundo, está recebendo esse tratamento, só podemos imaginar as dificuldades experimentadas por desenvolvedores de aplicativos menores. Não é apenas desmoralizante: isso causa perdas financeiras diretas a centenas de milhares de aplicativos móveis em escala global”, escreveu Durov.

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O executivo também afirma que esse prejuízo se soma à taxa de 30% que Apple e Google cobram em compras realizadas dentro de aplicativos distribuídos em suas lojas.

Na mesma mensagem, Durov reconhece que a União Europeia e outros países estão investigando essas lojas, mas afirma que “os danos econômicos infligidos pela Apple na indústria de tecnologia não serão recuperados”.

Não é a primeira crítica de Durov à Apple

O CEO do Telegram tem um histórico de atritos com a Apple. Em maio de 2018, por exemplo, Durov reclamou que a companhia deixou de atualizar o aplicativo após o governo da Rússia determinar o bloqueio do Telegram.

Na ocasião, o governo russo pediu ajuda da Apple para bloquear o app, mas a companhia foi além: em vez de restringir o acesso ao Telegram somente no Rússia, o fez no mundo todo. O aplicativo não chegou a ser removido da loja, mas ficou algumas semanas sem ser atualizado. O problema foi resolvido alguns dias depois da crítica.

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Em meados de 2020, Durov voltou a reclamar da Apple. Ele criticou a famigerada taxa de 30% da App Store e as políticas da loja que, naquela época, fizeram o aplicativo do Telegram ficar dias sem atualização. A novela se repete agora. Apple e Telegram foram procuradas pelo The Verge para comentar o caso mais recente, mas não deram retorno.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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