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Saúde

Unemat participa de pesquisa para criação de vacina oral contra o coronavírus

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Professora de Alta Floresta participa de Rede de Pesquisa nacional para criação de vacina

Danielle Tavares | Unemat

Uma professora da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) integra rede de pesquisa que estuda aspectos clínicos e microbiológicos do novo coronavírus. O projeto é amplo e tem três objetivos principais. O primeiro deles é a produção de uma vacina oral, segura e viável, para prevenção da Covid-19, utilizando bactérias benéficas aos seres humanos. Os outros objetivos visam estudar o conjunto de microrganismos do trato respiratório de pessoas infectadas, além de identificar os diferentes tipos virais circulantes na região de Juiz de Fora (MG).

Em Mato Grosso, o projeto tem a participação da professora vinculada ao câmpus da Unemat de Alta Floresta, Julliane Dutra Medeiros, doutora em Genética, com pós-doutorado em Microbiologia. Sua atuação no projeto será nas análises de dados com a utilização de ferramentas computacionais (área conhecida como bioinformática). A pesquisadora ajudará na análise do material genético do novo coronavírus na busca por candidatos para a vacina, além da análise do DNA das bactérias presentes no trato respiratório.

A professora lembrou que, neste momento de pandemia, é muito importante unir forças e mostrar para a sociedade o papel da ciência nacional de qualidade. “Esse projeto é muito importante para a ciência brasileira porque é uma iniciativa 100% nacional, com atuação de pesquisadores de diversas instituições públicas de vários estados. A estratégia metodológica que a gente pretende utilizar é diferente das atuais vacinas que estão em fases mais avançadas mas, mesmo assim, ela tem um potencial bem importante”, disse Julliane.

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Vacina Oral

O coordenador do projeto e professor do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Juiz de Fora, Cláudio Galuppo Diniz, explica que, inicialmente, bactérias benéficas aos seres humanos serão modificadas em laboratório por meio de métodos de engenharia genética. Depois, pela via oral, a vacina deverá apresentar ao corpo humano as estruturas do novo coronavírus. O sucesso será observado quando, após essa introdução, o corpo desenvolver imunidade à Covid-19.

“Mesmo vacinas em pesquisas mais adiantadas usando essas outras estratégias não alcançaram sucesso até o momento, e não temos garantia que funcionarão. Logo, precisamos de muita gente nessa corrida científica e tecnológica, testando diferentes estratégias vacinais porque, em algum momento, um grupo de pesquisadores vai acertar e toda a sociedade ganha”, afirmou Diniz em entrevista recente. (Veja entrevista completa do prof. Cláudio Galuppo Diniz, publicada no site da UFJF).

Outras frentes científicas

Além do desenvolvimento da vacina oral, o grupo trabalha em mais duas frentes científicas. Uma delas dedica-se à comparação da estrutura da microbiota do trato respiratório superior de pacientes diagnosticados com a Covid-19, não apenas para a compreensão sobre a evolução da doença, mas também para a criação de estratégias terapêuticas que resultem em melhores prognósticos em casos graves da doença.

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A outra frente pesquisa novas variáveis de coronavírus circulantes em escala local, em busca da compreensão de aspectos epidemiológicos e biológicos virais na região da Zona da Mata de Minas Gerais.

Rede de Pesquisa

O projeto é coordenado pelo Prof. Dr. Cláudio Galuppo Diniz (UFJF), e conta com os pesquisadores Vânia Silva, Alessandra Machado, Aripuanã Watanabe e Vanessa Dias, do Centro de Estudos em Microbiologia (Cemic/UFJF), além de pesquisadores vinculados à Universidade do Estado de Mato Grosso (Julliane Dutra Medeiros), Embrapa Gado de Leite (Marta Martins) e Universidade de São Paulo (Charlys da Costa). A pesquisa tem financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais.

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Saúde

Terça-feira (27): Mato Grosso registra 356.629 casos e 9.631 óbitos por Covid-19

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Há 513 internações em UTIs públicas e 363 em enfermarias públicas; taxa de ocupação está em 91% para UTIs adulto e em 44% para enfermarias

Rose Velasco | SES-MT

Um total de 312.774 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) – Foto por: Tchélo Figueiredo

Um total de 312.774 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT)

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta terça-feira (27.04), 356.629 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 9.631 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.543 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 356.629 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 8.888 estão em isolamento domiciliar e 336.385 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 513 internações em UTIs públicas e 363 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 91,94% para UTIs adulto e em 44% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (75.611), Rondonópolis (26.392), Várzea Grande (23.904), Sinop (18.772), Sorriso (12.566), Tangará da Serra (11.699), Lucas do Rio Verde (11.266), Primavera do Leste (9.992), Cáceres (7.591) e Alta Floresta (6.819).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 312.774 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 902 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na segunda-feira (26), o Governo Federal confirmou o total de 14.369.423 casos da Covid-19 no Brasil e 391.936 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 14.340.787 casos da Covid-19 no Brasil e 390.797 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta terça-feira (27).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Secretaria Adjunta de Comunicação (Secom)

 

Veja Também:  Mato Grosso recebe mais 104 mil doses da vacina contra Influenza

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Saúde

Quinta-feira (15): Mato Grosso registra 338.597 casos e 8.937 óbitos por Covid-19

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Há 523 internações em UTIs públicas e 459 em enfermarias públicas; taxa de ocupação está em 97% para UTIs adulto e em 57% para enfermarias

Fernanda Nazário | SES-MT

Foram notificadas 2.297 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado – Foto por: Tchélo Figueiredo – Secom/MT

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quinta-feira (15.04), 338.597 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 8.937 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 2.297 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 338.597 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 11.974 estão em isolamento domiciliar e 315.641 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 523 internações em UTIs públicas e 459 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 97,21% para UTIs adulto e em 57% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (72.045), Rondonópolis (25.253), Várzea Grande (21.937), Sinop (17.413), Sorriso (12.243), Tangará da Serra (11.338), Lucas do Rio Verde (10.948), Primavera do Leste (9.741), Cáceres (7.298) e Alta Floresta (6.473).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.  

O documento ainda aponta que um total de 300.194 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 691 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na quarta-feira (14), o Governo Federal confirmou o total de 13.673.507 casos da Covid-19 no Brasil e 361.884 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 13.599.994 casos da Covid-19 no Brasil e 358.425 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quinta-feira (15).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: Assessoria

 

Veja Também:  Mato Grosso recebe mais 104 mil doses da vacina contra Influenza

 

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