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Uso excessivo de aplique e megahair pode causar falhas no cabelo

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Hidratação intensa e uso de anticaspa: veja os cuidados que quem usa aplique e megahair deve aderir
Tim Mossholder/Pexels

Hidratação intensa e uso de anticaspa: veja os cuidados que quem usa aplique e megahair deve aderir

Os apliques, extensores e megahairs estão entre as soluções possíveis para quem quer turbinar o visual dos fios. Isso porque os itens podem deixar os cabelos mais volumosos ou mais longos, a depender do modelo escolhido. Médicos afirmam, contudo, que quando esses acessórios são usados com frequência e sem acompanhamento com um profissional, podem fazer mal ao couro cabeludo e até causar falhas.

Os apliques, também chamados de extensores, são acessórios removíveis e podem ser presos direto no couro cabeludo com uma presilha. Já os megahairs são colocados com fita adesiva, colas ou anéis metálicos – alguns são costurados diretamente nas hastes capilares. Eles podem durar até três meses e, depois desse período, necessitam de manutenção para acompanhar o crescimento dos fios.

A dermatologista Laís Leonor explica que esses métodos de fixação causam tensão nos fios, que podem levar à alopecia de tração, que implica em queda definitiva de cabelo por tração excessiva, repetida e prolongada. O contato com os produtos em si também pode causar complicações.

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“Nas fases iniciais há uma inflamação local que se manifesta com desconforto, vermelhidão, descamação e, eventualmente, pontos de pus. Inicialmente esse processo é reversível, porém, se persistente, evolui para a perda definitiva dos fios. Também há a possibilidade de desenvolvimento ou agravamento da dermatite seborreica, a caspa, por conta da dificuldade de higienização adequada do couro cabeludo”, explica Leonor.

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O médico cirurgião especializado em aplique capilar, Marcelo Pitchon, afirma que o uso contínuo dos apliques podem causar falhas que, ao depender da região, podem ficar visíveis. “A maioria são usados na região occipital, na região de trás da cabeça. Se há queda, a falha fica camuflada pelos próprios cabelos”, explica.

“Mas quando os cabelos das têmporas ou da testa são muito esticados de forma repetida e constante, o trauma às raízes causado pela força de tração pode levar à queda. Nestas regiões, são geradas testas mais altas e têmporas calvas”, acrescenta o médico. O mesmo efeito acontece em regiões do couro cabeludo excessivamente pressionadas por itens como passadores, capacetes e bonés, por exemplo.

Pitchon explica que os riscos são maiores para pessoas com cabelos finos, vulneráveis à quebra, ralos ou quimicamente tratados – que justamente fazem parte do grupo que busca por essas alternativas. Além disso, as complicações também podem impactar quem tem doenças no couro cabelo, doenças autoimune, alopécia areata, líquen plano pilar e doenças infecciosas em evolução causadas por fungos, bactérias ou outros agentes.

“Pessoas com eflúvio telógeno crônico ou em fase aguda, dermatite seborreica e psoríase, com alergias a colas, alergias de contato e eczemas também estão entre as que podem sofrer algum tipo de efeito adverso”, complementa o especialista.

Leonor afirma que isso não quer dizer que os apliques, extensores e megahairs não devem em hipótese alguma ser colocados. No entanto, é importante que a pessoa interessada a aderir aos acessórios consulte um médico para saber quais cuidados tomar ou mesmo se, em casos específicos, os itens não devem ser usados para não comprometer a saúde do couro cabeludo.

Caso os acessórios sejam aderidos à rotina, a dermatologista afirma que é necessário manter os fios sempre hidratados – uma recomendação que se estende também para cabelos naturais. “Pode ser uma hidratação semanal ou quinzenalmente. Mas com mega é ainda mais importante fazer hidratação periodicamente”, diz. A especialista também indica que sejam usados shampoos anticaspa que não ressequem os fios.

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Extensor, aplique e megahair causaram falhas. E agora?

Os casos de queda definitiva só podem ser tratados com transplante capilar, que é a única maneira para restabelecer os fios de maneira permanente. O médico explica que o procedimento pode durar de três a seis horas, com anestesia e em clínicas habilitadas ou hospitais gerais.

Existem casos em que são necessárias a raspagem total ou parcial da cabeça; no entanto, já é possível realizar transplantes sem a necessidade de raspar nenhum fio. Nesse último caso, é usada a técnica Preview Long Hair, criada por Pitchon, que consiste na implantação de folículos em regiões em que os fios são mais longos.

“A extração dos folículos podem ser feitas retirando um excesso de pele da parte de trás do couro cabeludo em que os fios não são vulneráveis à queda por conta da presença do hormônio DHT; ou extraindo folículos de quase toda essa área, que é raspada totalmente ou parcialmente, por meio de micro-cortes circulares espalhados por toda região”, explica o médico.

Esses folículos são inseridos nas regiões calvas, chamadas de receptoras. “A implantação deles é a fase mais nobre de todo o transplante, pois a qualidade artística, a harmonia do rosto e a naturalidade do resultado dependem da sofisticação técnica e da experiência do cirurgião”, diz o médico.

Fonte: IG Mulher

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Thaila Ayala diz que gravidez foi um de seus piores momento da vida

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Thaila Ayala  tem se dedicado a mostrar uma gravidez real e sem romantização
Reprodução/Instagram

Thaila Ayala tem se dedicado a mostrar uma gravidez real e sem romantização

Desde a sua gravidez, a atriz Thaila Ayala decidiu compartilhar e debater sobre os inúmeros desafios da maternidade. No perfil do Instagram “Mil e Uma TrETAS”, criado pela artista em conjunto com a amiga Julia Faria, ela traz assuntos voltados para maternidade real que, para ela, não são tratados com a devida atenção. No mais recente post do perfil, Thaila relata como a gestação foi uma dos piores momentos de sua vida. 

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“Eu tive uma gravidez nada fácil, embora muitos dissessem ser o melhor momento de uma mulher. Definitivamente foi um dos piores momento da minha vida, tive todos os sintomas, dores, dificuldades e culpa, muita culpa. Sofri uma depressão terrível que, graças a minha rede de apoio, consegui passar por ela”, escreveu a mulher.

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Ela desabafa em como a gravidez também foi um momento muito solitário para ela e que poder contar com o apoio de sua amiga, Julia Faria, foi de extrema importância para superar aquele momento difícil. Foi isso que a motivou a criar o perfil  “Mil e Uma TrETAS”, com o objetivo de compartilhar a suas vivências e fazer com que outras mulheres se sintam acolhidas. 

“Embora hoje eu saiba que gravidez é a vivência mais única e particular que uma pessoa pode ter, ter sofrido de uma doença que é tão pouco abraçada na gravidez só deixou ainda mais solitário o que já é extremamente só. Dividir e ser acolhida, foi fundamental para o meu processo. Ouvir e ser ouvida, sem julgamentos e sim, empatia. E por essa e todas as trocas maravilhosas e fundamentais que tive com a minha Marida nesse processo, nasceu MIL E UMA TETAS. Com a ideia de ouvir, dividir e acolher”, finalizou Ayala.

Fonte: IG Mulher

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Ortopedista explica se crianças podem usar sapato de salto alto

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Crianças devem usar sapato de salto alto? Ortopedista infantil esclarece
Bella Zhong /Pexels

Crianças devem usar sapato de salto alto? Ortopedista infantil esclarece

Os sapatos de salto fazem sucesso tanto pela estética quanto pelo ganho de alguns centímetros na altura. E crianças e adolescentes podem manifestar interesse em usá-los muito cedo. Mas a prática deve ser orientada pelos responsáveis e levar em conta alguns parâmetros que indicam o melhor uso.

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A ortopedista infantil Daniella Dantas de Oliveira explica que, ao utilizar um sapato de salto, o centro de gravidade de uma pessoa muda, e o corpo precisa fazer alterações mecânicas para compensar essa mudança. No caso dos adultos, há estudos que indicam que um salto de oito centímetros desloca o peso do corpo em até 80% para a parte da frente do pé, o que pode causar uma sobrecarga nos joelhos, dores crônicas nos pés e até uma hiperlordose, uma deformação na coluna.

Essa sobrecarga também ocorre em crianças que desenvolvem desenvolvem o hábito de andar na ponta dos pés. Outro caso comum se dá nas sapatilhas de ponta de balé, que deslocam o peso do corpo para a região. Os ortopediatras recomendam atenção aos responsáveis pelas crianças que praticam esse exercício.

Já no caso dos adolescentes, é preciso analisar alguns parâmetros do crescimento da cartilagem e dos ossos. Para as meninas, o fechamento deste crescimento acontece perto da primeira menstruação, mas as idades variam em média entre 13 e 16 anos.

“O salto de até três centímetros, com uso esporádico, não diário, poderia ser algo não prejudicial, já que temos pouca mudança do eixo gravitacional e, dessa forma, poucas adaptações. Também deve-se respeitar a fisiologia da criança, ou seja, respeitar que a estrutura óssea é mais frágil que a do adulto e ainda está em formação”, explica a ortopedista.

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Daniella também reforça a importância de levar em consideração o uso do salto alto pelas crianças e adolescentes e buscar entender de onde vem esse desejo.

“No mundo em que vivemos, de redes sociais e digital influencers, esse tema deveria ser trabalhado com pais, professores, pedagogos, psicopedagogos, psicólogos, pediatras e ortopedistas infantis para que se chegue a um equilíbrio, sempre priorizando o bem estar físico e mental da criança.”

Fonte: IG Mulher

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