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Saúde

Varíola dos macacos: pessoas monitoradas no Rio não têm sintomas

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As cinco pessoas que tiveram contato com o homem diagnosticado com varíola dos macacos (monkeypox) no Rio de Janeiro não apresentaram sintomas até o momento, segundo informou hoje (18) a Secretaria Municipal de Saúde da capital fluminense.

De acordo com o órgão municipal, essas pessoas tiveram contato mais próximo e prolongado com o paciente, após o seu desembarque de um voo que veio de Londres no último dia 11. A secretaria atualiza ainda que o homem permanece com sintomas leves e isolado em casa, e que não há outros casos suspeitos da doença na capital.

As principais formas de transmissão da varíola dos macacos são: contato com fluidos corporais, secreções respiratórias e com as lesões de pele de pessoas infectadas. Já os principais sintomas são febre, aumento dos gânglios e erupção cutânea. 

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro afirmou que tem apoiado o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) do município no monitoramento das pessoas já identificadas que tiveram contato com o paciente. 

Ainda de acordo com a secretaria estadual, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está levantando com a companhia aérea a lista dos passageiros que estavam no mesmo voo.

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Até o momento, só há um caso confirmado da doença no estado. As autoridades sanitárias pedem que as pessoas que apresentem sintomas da doença procurem uma unidade de saúde para que sejam avaliadas.  

A secretaria acrescenta que o Ministério da Saúde recomenda o monitoramento dos contatos até o resultado dos exames laboratoriais nos casos suspeitos e por um período de 21 dias, desde o último contato, com paciente provável ou confirmado. Não há necessidade de isolamento dos contatos assintomáticos, mas eles não devem doar sangue, células, tecidos, órgãos, leite materno ou sêmen durante o monitoramento. 

Além disso, a secretaria ressalta que, apesar de a doença ter sido identificada pela primeira vez em macacos, o surto atual não tem relação com esses animais.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 158 óbitos e 37.784 casos em 24 horas

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As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 37.471.847 novos casos de covid-19 e confirmaram 158 mortes por complicações associadas à doença em 24 horas. Os dados estão na atualização divulgada neste sábado (2) pelo Ministério da Saúde.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia soma 32.471.847.

O número de casos de covid-19 em acompanhamento está em 919.405. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias em que não houve alta, nem óbito.

Com os números de hoje, o total de mortes desde o início da pandemia chegou a 671.858. Ainda há 3.241 óbitos em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 30.880.584 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,1% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, o estado que registra mais mortes por covid-19, até o momento, é São Paulo, com 171.055 óbitos. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro, com 74.157; Minas Gerais, com 62.170; Paraná, com 43.818.

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Os estados com menos óbitos resultantes da doença são: Acre, com 2.004; Roraima, com 2.153 e Amapá, com 2.140.

Os estados do Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Roraima, Tocantins e o Distrito Federal não atualizaram os dados neste sábado. O estado de Mato Grosso do Sul não atualizou os óbitos.

Boletim Epidemiológico Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico – 02/07/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Vacinação

Até o momento, foram aplicadas 454.466.956 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 178,2 milhões como primeira dose, 161,2 milhões como segunda dose e 4,9 milhões como dose única. A dose de reforço já foi aplicada em 95,2 milhões de pessoas e a segunda dose extra, ou quarta dose da vacina, 10,4 milhões.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 284 óbitos e 76 mil casos em 24 horas

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As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 75.139 novos casos de covid-19 e confirmaram 284 mortes por complicações associadas à doença nas últimas 24 horas em todo o país. Os dados estão na atualização divulgada nesta sexta-feira (1º) pelo Ministério da Saúde. Segundo a pasta, o estado do Mato Grosso do Sul não enviou o balanço de óbitos nesta sexta.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia soma 32.434.063.

O número de casos de covid-19 em acompanhamento está em 888.681. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias em que não houve alta, nem óbito.

Com os números de hoje, o total de mortes desde o início da pandemia chegou a 671.700. Ainda há 3.241 óbitos em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 30.873.682 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,3% dos infectados desde o início da pandemia.

Boletim epidemiológico da covid-19 Boletim epidemiológico da covid-19

Boletim epidemiológico da covid-19 – Ministério da Saúde

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Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, o estado que registra mais mortes por covid-19, até o momento, é São Paulo, com 170.994 óbitos. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro, com 74.157; Minas Gerais, com 62.170; Paraná, com 43.803; e Rio Grande do Sul, com 40.040.

Os estados com menos óbitos resultantes da doença são: Acre, com 2.004; Amapá, com 2.140; Roraima, com 2.153; Tocantins, com 4.168; e Sergipe, com 6.359.

Vacinação

Até o momento, foram aplicadas 453.678.213 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 178,2 milhões como primeira dose, 161,1 milhões como segunda dose e 4,9 milhões como dose única. A dose de reforço já foi aplicada em 94,8 milhões de pessoas e a segunda dose extra, ou quarta dose da vacina, 10,1 milhões.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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