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Veja 5 sedãs médios seminovos pelo preço de compactos zero quilômetro

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Sedã zero ou seminovo? São vários os fatores que devem ser colocados na ponta do lápis antes de comprar um carro, mas um deles é absolutamente inquestionável. Você terá a possibilidade de levar um carro mais equipado, espaçoso e potente se apostar no mercado dos sedãs médios seminovos.

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Com três ou quatro anos de mercado, a maior parte dos modelos já sofreu a depreciação inicial. Isso deixa os seminovos muito mais atrativos, uma vez que o consumidor será capaz de levar um Cruze pelo mesmo valor do Cobalt, por exemplo. Partindo disso, a reportagem do iG Carros elege cinco sedãs médios seminovos
que custam o mesmo que modelos compactos zero quilômetro. Acompanhe as sugestões!

1 – Honda Civic LXS 1.8 AT 2015 – entre R$ 53 mil e R$ 55 mil


Honda Civic é uma das melhores opções entre os sedãs médios seminovos, custando menos que um City zero km
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Honda Civic é uma das melhores opções entre os sedãs médios seminovos, custando menos que um City zero km

Se interessou na linha Honda City 2019? Saiba que é possível comprar o irmão médio Civic
por quase R$ 10 mil a menos que a sua versão de entrada. A Honda divulga que o City parte de R$ 62.500 na versão DX com motor 1.5 e câmbio manual. Mas por valores entre R$ 53 mil e R$ 55 mil, é possível encontrar o Civic 2015 com câmbio automático e diversos atrativos nos melhores classificados online.

Além do entre-eixos, que é 6 cm maior no Civic, o modelo médio conta com ar-condicionado, central multimídia com as conectividades Bluetooth, USB e auxiliar, computador de bordo e direção assistida. O motor 1.8, de 140 cv de potência e 17,7 kgfm de torque também é um dos pontos-chave, bem mais forte que os 116 cv do City. O único ponto em que o sedã médio fica devendo é no espaço do porta-malas, com escassos 449 litros contra 536 l do City. Mesmo assim, continua sendo uma compra segura.

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2 – Toyota Corolla GLi 1.8 AT 2015 – entre R$ 62 mil e R$ 68 mil


O badalado Toyota Corolla é destaque entre os sedãs médios seminovos do Brasil. Pode até roubar clientes do Etios
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O badalado Toyota Corolla é destaque entre os sedãs médios seminovos do Brasil. Pode até roubar clientes do Etios

As pessoas sempre pagaram caro pelo Corolla GLi
e continuarão fazendo isso com o modelo seminovo. Repare que ele chega a custar R$ 10 mil a mais que o próprio Civic, fabricado no mesmo ano. Mas ele ainda surge como um bom negócio, comparando com o Etios Sedan X Plus 2019 que chega a custar R$ 63.990.

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São 2,70 metros de entre-eixos no Corolla contra apenas 2,55 m do Etios. Portanto, se você já tem filhos adolescentes, o sedã médio poderá ser a melhor opção. Sem falar no competente motor 1.8 de 144 cv e 18,1 kgfm de torque, aliado ao câmbio CVT que já simula sete marchas. O Corolla é uma das compras mais racionais que um cliente pode fazer no mercado de seminovos, ainda mais considerando que foi o modelo mais emplacado de sua categoria.

3 – Chevrolet Cruze LT 1.8 2015 – entre R$ 55 mil a 58 mil


A lista dos sedãs médios seminovos que custam o mesmo que compactos não poderia ficar sem o Cruze Sedan
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A lista dos sedãs médios seminovos que custam o mesmo que compactos não poderia ficar sem o Cruze Sedan

Como modelo global da GM, o Cruze ficou conhecido por introduzir algumas tecnologias valorizadas entre os modelos médios, como controle eletrônico de estabilidade e central multimídia com tela sensível ao toque e entrada USB. Na linha 2015, o carro tem desenho que ainda se mantém atual, embora tenha mudado bastante em relação à geração seguinte, vendida hoje em dia.

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O motor é o 1.8 Ecotec, de quatro cilindros, de 144 cv, que funciona com o hesitante câmbio automático de seis marchas. Pode não ser um dos conjuntos mais eficientes, mas garante bom desempenho e conforto tanto na estrada quanto em trechos urbanos. O espaço interno elogiável, com bons 450 litros no porta-malas e espaço suficiente para cinco ocupantes viajarem sem aperto. Custa menos que o Prisma LT 1.4 novo, tabelado em R$ 59.990.

4 – Nissan Sentra SL 2016 – entre 53 mil e 55 mil


Pode valer mais a pena comprar o Sentra entre os sedãs médios seminovos que investir no Versa
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Pode valer mais a pena comprar o Sentra entre os sedãs médios seminovos que investir no Versa

Entre os principais destaques do Sentra é o espaço interno. É um pouco maior que os principais rivais, com entre-eixos de 2,70 metros. E no porta-malas carvernoso vão 503 litros. O silêncio ao rodar é outro qualidade do carro, que vem com motor 2.0, de 140 cv e pacato câmbio automático CVT, que procura manter o ponteiro do contagiros sempre baixo.

Em 2016 o sedã médio estava prestes a receber uma reestilização, que se concentrou na frente. Por dentro, as diferenças são mais discretas e o acabamento conta com certo capricho e boa ergonomia. Dentro do Grupo Renault-Nissan, o sedã compacto Logan 1.6 parte de R$ 60.790 com câmbio manual, de cinco marchas, bem mais simples que o Sentra.

5 – VW Jetta Comfortline 2.0 – entre 56 mil e R$ 58 mil


Finalizamos a lista dos sedãs médios seminovos com o Jetta 2.0, que ainda é tão barato quanto um Voyage novo
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Finalizamos a lista dos sedãs médios seminovos com o Jetta 2.0, que ainda é tão barato quanto um Voyage novo

A versão mais em conta do Jetta da geração anterior vem com motor 2.0, de 8 válvulas e 120 cv, que funciona com câmbio automático de seis marchas. Apesar de ser de concepção antiga, destaca-se pelo baixo custo de manutenção e por responder com certa agilidade em baixa rotação.

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Diferente da versão topo de linha Highline, com motor 2.0 turbo, a mais simples vem com eixo de torção na traseira, uma solução mais em conta que não garante a mesma estabilidade, mas fica a contento. Leva 510 litros no espaçoso no porta-malas e tem o essencial do conforto, como ar-condicionado digital e sensores que acionam os faróis e o limpador de para-brisa. Entre os sedãs médios seminovos
, custa menos que o Voyage 1.6 novo, cotado em R$ 58.400.

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Fomos à Serra Gaúcha conferir um Rally de motonetas clássicas

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Ainda bem cedo, os competidores se dirigem à largada. A temperatura esteve próxima do zero
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Ainda bem cedo, os competidores se dirigem à largada. A temperatura esteve próxima do zero

Neste último fim de semana fui até o Rio Grande do Sul acompanhar a terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade Histórica , promovido pela Federação Brasileira de Veículos Antigos – FBVA. A etapa chama-se Rally dos Vinhedos e é organizada pelo Veteran Car Club dos Vinhedos , sediado no município de Bento Gonçalves , na Serra Gaúcha.

Só o fato de estar em uma região tão bela, tão bem dotada pela natureza, já vale qualquer dificuldade em chegar, visto que fica no extremo sul do país, região que é bem conhecida pelas baixas temperaturas , especialmente no inverno. Mas é justamente isso que faz do lugar um destino tão desejado.

O Rally dos Vinhedos está comemorando sua décima edição, reunindo 129 veículos antigos e clássicos para um passeio cronometrado pelas estradas da região, passando por municípios como Bento Gonçalves, Garibaldi, Carlos Barbosa, Pinto Bandeira e Santa Tereza. O mais interessante foi a participação de 13 intrépidos pilotos de motonetas clássicas , que enfrentaram a temperatura de quase zero grau no momento da largada.

E mais, diferentemente dos automóveis, que têm um piloto e um navegador, que além de lhe fornecer a velocidade ideal para cada trecho também indica o caminho a ser seguido, no scooter o piloto faz sozinho todos os trabalhos.

Claro, sendo um rally de veículos antigos , essas motonetas, que atualmente são conhecidas por scooters , são de época, de um tempo quando ainda não tinham esse apelido.

Dos 13 participantes, 11 deles pilotavam Vespa nacionais dos anos 80, que eram fabricadas em Manaus, AM, pela Piaggio . Os outros dois pilotavam Lambretta Li 150 , fabricadas nos anos 60. Vespa e Lambretta eram (e são) eternos rivais nesse segmento dos veículos de duas rodas.

Um rally de regularidade , que também pode ser chamado de passeio cronometrado, avalia a capacidade do piloto em manter as médias de velocidade pré-estabelecidas, que figuram na planilha com o roteiro. Quanto mais próximo o tempo de passagem pelos vários pontos de controle distribuídos pelo percurso, menos pontos o participante perde. No final, quem perder menos pontos, de acordo com um regulamento complexo, vence a prova.

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Entre as motonetas, o vencedor foi André Sain, de Bento Gonçalves, pilotando (e navegando) a Vespa PX 200 1986 de número 21. André teve 78 pontos perdidos nessa etapa.

O vencedor André Sain, com sua Vespa PX 200 1986
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O vencedor André Sain, com sua Vespa PX 200 1986

Em segundo lugar chegou Daniel Orso, também de Bento Gonçalves, com a Vespa PX 200 Elestart 1987 de número 24, com 84 pontos perdidos. Em terceiro lugar ficou Rodrigo Nenini, de Garibaldi, com a Vespa PX 200 1986 de número 22, com 123 pontos perdidos.

Fonte: Carros

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Volkswagen Brasília 50 anos, confira exemplar em estado de zero km

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Brasília LS 1980 é um dos modelos históricos da Volkswagen no Brasil
Renato Bellote

Brasília LS 1980 é um dos modelos históricos da Volkswagen no Brasil

A Volkswagen tem uma história muito interessante. Como sabemos, ela começou na Alemanha da década de 30 produzindo aquele que seria um dos carros mais icônicos do planeta: o Fusca. Naquela época, Ferdinand Porsche criou a ideia de um motor boxer com refrigeração a óleo e manutenção muito simples.

Após o final da Segunda Guerra Mundial, a marca retomou a produção do besouro e, na década seguinte, percebeu que o seu público consumidor buscava algo diferente. Na metade dos anos 50, nasceu o Karmann-Ghia , o modelo com linhas clássicas e esportivas utilizando a mesma mecânica confiável.

Na década seguinte, a Volkswagen ampliou a sua gama de modelos com versões diferentes. No Brasil, a grande mudança ocorreu nos anos 70 quando a matriz deu liberdade para que as suas filiais criassem modelos diferentes de acordo com o público consumidor. O Brasil foi um deles e a genialidade e capacidade de nossos projetistas marcou a história.

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Nesse sentido, nasceu o Brasília, em 1973. O projeto da equipe de Márcio Piancastelli conseguiu sanar os problemas clássicos do Fusca e aprimorar a ideia desse projeto tão versátil. Nascia ali um modelo que agradou em cheio o consumidor, trazendo resistência e um estilo muito marcante para as famílias brasileiras.

O modelo comemorou 50 anos este ano com muita festa por parte da montadora. Algumas de suas versões chamaram atenção, trazendo mais acessórios e mais equipamentos. É o caso desse exemplar LS , de 1980, que pertence a Leandro Coelho , mecânico e que também possui um canal popular no YouTube .

O exemplar está extremamente bem conservado com todas as características originais da época. Os destaques vão para o lavador elétrico do vidro, frisos laterais e o interior monocromático. Os bancos com encosto de cabeça também fazem parte desse pacote juntamente com o motor de 1.584 cm³ cilindrada.

Dirigir o Brasília é uma grande satisfação. Realmente o acerto do projeto em relação ao Fusca é notável. Vale destacar a sua estabilidade, o conforto dos assentos e a mesma simplicidade mecânica que acompanhou toda essa história fantástica desses 70 anos da Volkswagen no Brasil .

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Fonte: Carros

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