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Veja quem são as vítimas do massacre em escola de Suzano

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Massacre em Suzano: atirador invadiu a Escola Estadual Raul Brasil e abriu fogo contra funcionários e alunos
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Massacre em Suzano: atirador invadiu a Escola Estadual Raul Brasil e abriu fogo contra funcionários e alunos

Dois atiradores abriram fogo contra funcionários e alunos da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo. No total, o massacre em Suzano deixou 10 mortos. Cinco eram estudantes com idades entre 15 e 17 anos de idade. Duas eram funcionárias da escola. Um homem, tio de um dos atiradores, também morreu. Já os dois criminosos, que eram ex-alunos da escola, cometeram suicídio. Veja, abaixo, a lista das vítimas:

Caio Oliveira (estudante)


Massacre em Suzano: Caio Oliveira foi um dos alunos mortos por ex-alunos da escola
Reprodução/ Redes Sociais

Massacre em Suzano: Caio Oliveira foi um dos alunos mortos por ex-alunos da escola


Claiton Antonio Ribeiro (estudante)


Massacre em Suzano: Claiton Antonio Ribeiro foi um dos estudantes mortos por ex-alunos da escola
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Massacre em Suzano: Claiton Antonio Ribeiro foi um dos estudantes mortos por ex-alunos da escola


Samuel Melquiades Silva de Oliveira (estudante)


Massacre em Suzano: Samuel Melquiades Silva de Oliveira (estudante) foi uma das vítimas do tiroteio
Reprodução/ Redes Sociais

Massacre em Suzano: Samuel Melquiades Silva de Oliveira (estudante) foi uma das vítimas do tiroteio


Douglas Celestino (estudante)


Massacre em Suzano: Douglas Celestino (estudante) foi uma das vítimas do ataque na escola
Reprodução/ Redes Sociais

Massacre em Suzano: Douglas Celestino (estudante) foi uma das vítimas do ataque na escola


Kaio Lucas da Costa Limeira (estudante)


Massacre em Suzano: Kaio Lucas da Costa Limeira foi um dos estudantes vítima dos ex-alunos
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Massacre em Suzano: Kaio Lucas da Costa Limeira foi um dos estudantes vítima dos ex-alunos


Marilena Ferreira Vieiras Umezo (coordenadora pedagógica)


Massacre em Suzano: a coordenadora pedagógica Marilena Ferreira Vieiras Umezo foi a primeira vítima dos atiradores
Reprodução/ Redes Sociais

Massacre em Suzano: a coordenadora pedagógica Marilena Ferreira Vieiras Umezo foi a primeira vítima dos atiradores


Eliane Regina Oliveira Xavier (inspetora de ensino)


Massacre em Suzano: a inspetora de ensino Eliane Regina Oliveira Xavier também morreu durante o tiroteio
Reprodução/ Redes Sociais

Massacre em Suzano: a inspetora de ensino Eliane Regina Oliveira Xavier também morreu durante o tiroteio


Além dos alunos e funcionárias da escola, o empresário Jorge Antonio Moraes, proprietário de uma revendedora de carros, que era tio de Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, um dos atiradores, foi baleado em sua loja, que fica próxima à escola, pouco antes do ataque. A polícia divulgou os nomes dos dois atiradores na tarde desta quarta-feira. Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, eram ex-alunos do colégio. 

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Permanecem internadas 11 vítimas do ataque:

  • Letícia de Melo Nunes (Hospital Santa Marcelina – Itaquaquecetuba)
  • Samuel da Silva Félix (Hospital Santa Maria – Suzano)
  • Beatriz Gonçalves Fernandez (Santa Casa de Misericórdia de Suzano)
  • Anderson Carvalho Brito (Hospital das Clínicas de São Paulo)
  • Murilo Gomes Lauro Benites (Hospital das Clínicas de São Paulo)
  • Jenifer da Silva Cavalcante (Hospital Luzia de Pinho Melo – Mogi das Cruzes)
  • Leonardo Vinícius Santa Rosa (Santa Casa de Misericórdia de Suzano)
  • Adina Isabella Bezerra de Paula (Santa Casa de Misericórdia de Suzano)
  • Guilherme Ramos do Amaral (Santa Casa de Misericórdia de Suzano)
  • José Vítor Ramos Lemos (Hospital Santa Maria – Suzano)
  • Leonardo Martinez Santos (Hospital Luzia de Pinho Melo – Mogi das Cruzes)

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que enviou dois psiquiatras e um psicólogo para dar apoio no atendimento às famílias e demais afetados pelo atentado, atuando em conjunto com a equipe do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) de Suzano. “Os profissionais darão suporte no próprio Caps e a pasta está em contato permanente com a Prefeitura”, informou o governo.

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O massacre na escola Professor Raul Brasil teve início pouco após as 9h30 da manhã, no horário do intervalo das aulas. Encapuzados, Guilherme e Henrique foram ao local a bordo de um carro retirado antes na concessionária do tio do atirador mais novo, Jorge Antonio, que levou três tiros e morreu no local.

A dupla levou um revólver 38, uma besta (equipamento que lança flechas) e supostos coquetéis molotovs para efetuar o ataque. Um dos assassinos usou também um machado para golpear os alunos que tentavam escapar enquanto o outro criminoso realizava disparos. Também foi encontrada dentro da escola uma mala com fios, o que levou o esquadrão antibombas a esvaziar o local para realizar a inspeção. O grupamento, no entanto, concluiu que não havia explosivos na mochila.

Após o massacre, o Guilherme (o atirador mais novo) matou Henrique e, em seguida, matou a si próprio, segundo informou a polícia. As causas do ataque ainda são desconhecidas. O veículo utilizado pelos atiradores passou por perícia ainda na tarde de hoje.

O governador João Doria (PSDB) decretou luto oficial de três dias no Estado. Situada no bairro Parque Suzano , a Escola Estadual Professor Raul Brasil, palco do massacre em Suzano
, recebe alunos dos anos finais do ensino fundamental e também do ensino médio. Segundo a Secretaria Estadual de Educação, o centro educacional atende atualmente 1.058 alunos.

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Adiamento do calendário eleitoral é apoiado pela maioria dos senadores

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A maioria dos senadores apoia o adiamento do calendário da eleições municipais de 2020 em razão da imprevisibilidade sobre o fim da pandemia da covid-19 no Brasil ou a descoberta de uma vacina efetiva contra o coronavírus. As perspectivas e as eventuais medidas legislativas para o pleito deste ano foram debatidas na sessão remota temática desta quarta-feira (17).

O principal desafio é assegurar a saúde da população e, ao mesmo tempo, viabilizar a realização dos dois turnos eleitorais em tempo hábil para a prestação de contas e posse dos eleitos em janeiro de 2021.

Vários senadores defendem seguir as orientações dos cientistas, especialistas na área, que recomendaram o adiamento das eleições em reunião com os líderes do Congresso nesta semana, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

— A epidemiologia é que vai nortear nossos passos. Como que nós vamos abrir a porta para um eventual efeito rebote dessa contaminação do coronavírus numa eleição que se avizinha? Porque a gente não tem claro o que vai acontecer em outubro, em novembro, em dezembro, ou seja lá quando — disse o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que é médico.

Nova data

A definição de uma nova data para as eleições é motivo de impasse. A maior parte dos senadores é contrária à prorrogação de mandatos. Os dias 15 e 29 de novembro foram apontados pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) como um prazo razoável para garantir mais segurança em relação ao perigo de contaminação pela doença. Ele também sugeriu que a votação ocorra em horários específicos de acordo com faixas etárias e grupos de risco.

A mesma ideia foi apoiada por outros senadores, acrescentando a possibilidade de realização das eleições por dois ou três dias seguidos para diminuir a aglomeração.

O voto facultativo para eleitores do grupo de risco foi defendido pelos senadores Otto Alencar (PSD-BA) e Marcelo Castro (MDP -PI), ambos médicos. Para Otto, o ideal é esperar as convenções partidárias, para depois decidir sobre as mudanças no calendário eleitoral. Já a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 16/2020, de Marcelo Castro, dá ao TSE o poder de definir a nova data das eleições e fazer a adequação da legislação infraconstitucional.

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Também há preocupação com as saúde dos candidatos, já que boa parte tem mais de 60 anos, como destacou o senador Alvaro Dias (Podemos-PR), que é a favor da suspensão das eleições.

— O que tenho ouvido de prefeitos não é o desejo de prorrogar para novembro; é de suspender a eleição. A Confederação Nacional dos Municípios, na verdade, está pedindo a suspensão das eleições, a exemplo do que ocorreu em outros seis países da América Latina — disse.

Outra questão levantada por diversos senadores foi o menor contato com o eleitor este ano, nos moldes das campanhas tradicionais, o chamado “corpo a corpo”, impedido pela pandemia. Problema agravado pela falta de acesso à internet por parte dos candidatos e do eleitorado em algumas regiões do país.

— Como o candidato vai à rua, visitar o eleitor, pegar na mão, fazer reuniões? — questionou Rose de Freitas (Podemos- ES).

O senador Cid Gomes (PDT-CE) sugeriu um aumento no tempo da propaganda eleitoral no rádio e na televisão para compensar a redução da campanha nas ruas.

Eleições gerais

Alguns senadores sugeriram aproveitar o momento de incerteza para prorrogar os atuais mandatos municipais e realizar eleições gerais em 2022. Entre eles, o senador Major Olimpio (PSL-SP), que propõe o direcionamento dos recursos do Fundo Eleitoral deste ano para o combate ao coronavírus.

O senador Wellington Fagundes (PL-MT) também considera precipitado decidir o adiamento das eleições agora sem um indicativo mais forte sobre a evolução da pandemia.

— Eu sou vice-presidente da Associação Nacional dos Municípios. Ouvindo os prefeitos, ouvindo os vereadores, a angústia é total. Por quê? Nós não temos hoje data para a desincompatibilização, nós não temos hoje as convenções, as datas em que serão realizadas. Ou seja, a incerteza leva a um momento também de total descompromisso com muitos, porque, também, o que será? Quem serão os concorrentes? Como se dará essa eleição? — indagou Wellington, que propõe a coincidência de mandato em 2022.

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O senador Zequinha Marinho (PSC-PA), outro defensor da unificação das eleições em 2022, comentou que para definir uma nova data das eleições este ano “tem que combinar com o vírus” primeiro.

PEC

O senador Weverton (PDT-MA) será o relator da PEC sobre a alteração do calendário eleitoral. A ideia inicial é de uma proposta de adiamento das eleições entre um mês e meio (45 dias) a dois meses (60 dias).

Para construir um texto de consenso, Weverton deve partir da PEC 18/2020, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), à qual serão apensadas as PECs 16/2020, do senador Marcelo Castro (MDB-PI), e 22/2020, do senador José Maranhão (MDB-PB).

Propostas dos senadores Soraya Thronicke (PSL-MS), Jaques Wagner (PT-BA) e Rose de Freitas estão em fase de coleta de assinaturas e também deverão ser apensadas.

O relator ainda deve ouvir associações de prefeitos e vereadores, além de lideranças políticas e representantes dos tribunais eleitorais nos estados.

— Será uma tarefa árdua. Como até a semana que vem já queremos apresentar o relatório, eu passarei o final de semana conversando. Sem dúvida nenhuma, [as sugestões] são enriquecedoras, porque vão ajudar ainda mais a clarear esse nosso relatório. Não vamos discutir ou tentar fazer uma reforma eleitoral, senão, retira o consenso. Lembremos que PEC, além de um número qualificado, majoritário, que precisa para ser aprovado em dois turnos aqui no Senado, ainda precisa ter o consenso ou a unidade construída para aprovar também nos dois turnos lá na Câmara dos Deputados — ressaltou Weverton.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Nacional

Sancionada lei que proíbe corte de serviços públicos no fim de semana

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que proíbe a suspensão da prestação de serviços públicos, como água e energia elétrica, na sexta-feira, sábado, domingo, feriado ou no dia anterior a feriado, por inadimplência do usuário (Lei 14.015, de 2020). O texto foi publicado nesta terça-feira (16), no Diário Oficial da União.

A lei determina que o consumidor seja comunicado previamente sobre o desligamento em virtude de inadimplemento e o dia a partir do qual será realizada a interrupção do serviço. Caso o usuário não receba a notificação prévia, não será cobrada taxa de religação, e a concessionária responsável pelo fornecimento será multada.

Originária do Projeto de Lei 669/2019, do senador Weverton (PDT-MA), modificado na Câmara dos Deputados, a lei sancionada se aplica aos serviços públicos prestados pelas administrações diretas e indiretas da União, estados, Distrito Federal e municípios.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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