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Vídeo: robô quebra dedo de criança na Rússia durante torneio de xadrez

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Robô quebra dedo de criança durante torneio de xadrez
Reprodução/Twitter – 24.07.2022

Robô quebra dedo de criança durante torneio de xadrez

Um robô desenvolvido para jogar xadrez quebrou o dedo de uma criança durante uma partida na Rússia. O momento de violência, que interrompeu o jogo conhecido pela lógica e pensamento estratégico, aconteceu durante o Aberto de Moscou, na terça-feira (19).

O vídeo do momento viralizou nas redes sociais ao longo dos últimos dias após ser compartilhado em um canal russo popular no Telegram. Veja abaixo:

Segundo o presidente da federação russa de xadrez, Sergei Lazarev, o episódio aconteceu após o garoto, que não foi identificado, ter feito um movimento brusco que confundiu a máquina e a fez achar que o dedo do jovem era uma peça. Para a agência de notícias russa Ria, o vice-presidente da mesma instituição disse que o episódio foi uma “coincidência” e o robô é seguro.

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“O robô partiu o dedo do menino. A criança fez um movimento, e depois é necessário esperar pela resposta do robô. Mas o menino apressou-se, e o robô o agarrou”, disse Lazarev.

Nas imagens, é possível ver adultos se aproximando para ajudar a criança a se libertar das garras robóticas. Ainda de acordo com o presidente da federação de xadrez, o robô havia jogado inúmeras outras partidas sem ferir ninguém.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, Sergei Smagin, vice-presidente da organização, apontou que a criança, ao agir de maneira precipitada, violou regras de segurança.

Segundo a agência de notícias russa Tass, o menino precisou engessar o dedo, mas, em seguida, pode retornar à competição.

*Com agências internacionais.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Mark Zuckerberg posta selfie no metaverso e vira piada na internet

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Mark Zuckerberg posta foto no metaverso
Reprodução/Facebook

Mark Zuckerberg posta foto no metaverso

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, virou motivo de piada nas redes sociais nesta semana depois de publicar uma selfie no metaverso. O ambiente digital foi criticado por ter design muito simples e nada imersivo.

A imagem foi postada por Zuckerberg na terça-feira (16) para anunciar a chegara da plataforma de metaverso da empresa, a Horizon Worlds, na França e na Espanha.

Na foto, Zuckerberg aparece na frente da Torre Eiffel, em Paris, e do Templo da Sagrada Família, em Barcelona. Nas redes sociais, a falta de recursos da imagem foi criticada.

“Não parece um produto real. Não há nada de ‘imersivo’ nisso. Quando seu produto principal se parece com as paredes pintadas de uma creche abandonada, você deve se perguntar”, escreveu um internauta. “Parece ótimo”, brincou outro.

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“O que eles estão fazendo com todo esse dinheiro?”, questionou outro usuário, em referência aos US$ 10 bilhões que a Meta está investindo na criação de seu metaverso.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Após denúncia de ONG, Meta proíbe anúncios que questionem as eleições

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Meta atualiza regras eleitorais no Brasil
Unsplash/Dima Solomin

Meta atualiza regras eleitorais no Brasil

A Meta afirmou nesta semana que vai proibir anúncios questionando a legitimidade das eleições deste ano em suas plataformas. A atualização apareceu em uma publicação da empresa a respeito das medidas que está tomando durante o período eleitoral brasileiro.

A decisão veio a público depois que a  ONG internacional Global Witness acusou a empresa de permitir a circulação de anúncios deste tipo no Brasil. Na segunda-feira (15), a organização divulgou um relatório mostrando 10 peças publicitárias que passaram pelos critérios da dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Enquanto alguns anúncios tinham datas e locais de votação errados, o que poderia impedir cidadãos brasileiros de votarem, outros criticavam as urnas eletrônicas, questionando a legitimidade do pleito.

Na terça-feira (16), a Meta atualizou sua publicação confirmando a novidade. “Como parte do nosso trabalho para proteger a eleição no Brasil em 2022, vamos proibir anúncios questionando a legitimidade desta eleição”, afirmou a companhia.

A atualização aconteceu em um texto publicado na última semana que relata os esforços da Meta em relação às eleições deste ano. Entre as medidas, estão a parceria com checadores de fatos e a “remoção de conteúdos que violam as políticas voltadas para supressão de votos, ou seja, para conteúdos que desestimulam o voto ou interferem na votação”.

Esses conteúdos, que já são proibidos, também foram aprovados nos anúncios que a Global Witness publicou, o que mostra um baixo cumprimento das próprias regras da Meta. “O Facebook sabe muito bem que sua plataforma é usada para espalhar desinformação eleitoral e minar a democracia em todo o mundo”, disse Jon Lloyd, consultor sênior da ONG.

“Apesar dos autoproclamados esforços do Facebook para combater a desinformação, particularmente em eleições de alto risco, ficamos chocados ao ver que eles aceitaram todos os anúncios de desinformação eleitoral que enviamos no Brasil”, completou.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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