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Volvo inicia produção do C40 Recharge, que chega ao Brasil em 2022

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C40 Recharge será a nova alternativa para alavancar as vendas da família 'C' da Volvo
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C40 Recharge será a nova alternativa para alavancar as vendas da família ‘C’ da Volvo

A Volvo confirma o início da produção do C40 Recharge , seu novo crossover 100% elétrico baseado no XC40. O modelo está sendo produzido em Ghent (Bélgica) ao lado do irmão e está marcado para chegar ao Brasil em 2022.

Diferentemente do XC40, o C40 não é um SUV, mas sim um crossover. Isso explica o fato dele estar posicionado na família ‘C’, dos hatches, e não na família ‘XC’, dos SUVs. 

O Volvo C40 Recharge é fabricado sobre a plataforma modular CMA. Com 4,431 m de comprimento e 2,035 m de largura, o modelo tem medidas quase idênticas ao XC40. A única exceção é a altura da carroceria, que no crossover é de 1,582 m. Ou 7 cm mais baixo do que o SUV.

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O porta-malas de 413 litros, tem a mesma capacidade do compartimento de bagagens do XC40 Recharge. Capacidade que é menor do que o disponível em um XC40 a combustão (460 litros). Mas essa perda é atenuada pelos 31 litros de espaço adicional sob o capô. Outros destaques no interior do C40 são o sistema multimídia desenvolvido em conjunto com a Google e que traz integrado aplicativos como o Maps e o Google Assistant.

O conjunto motriz é o mesmo oferecido pelo XC40 Recharge, composto por dois motores elétricos (um para cada eixo) que desenvolvem a potência combinada de 408 cv e 67,3 kgfm. Alimentado por uma bateria de 78 kWh, o SUV-cupê pode rodar até 420 km.

Autonomia que poderá ser extendida posteriormente por meio de atualizações do software do modelo. No uso normal, a Volvo destaca que é possível atingir até 80% de carga com apenas 40 minutos ligado em um carregador rápido de 150 kW. O C40 acelera de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos e chega a 180 km/h.

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Fonte: IG CARROS

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Conheça a história da Rural Willys

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A Rural Willys foi um dos primeiros SUVs que apareceram no mercado, primeiro nos EUA, em meados da década de 40
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A Rural Willys foi um dos primeiros SUVs que apareceram no mercado, primeiro nos EUA, em meados da década de 40

Nascida logo depois do fim da Segunda Guerra Mundial, a Willys Overland lançava nos EUA um novo automóvel para uso familiar, denominado de Station Wagon . Feita na mesma plataforma de 104 polegadas do Americar de antes da guerra e com generosas modificações de chassi, ela absolutamente tinha as pretensões de leveza e suavidade de linhas que o Victory Car ou Carro da Vitória.

O clássico da Willys tem estrutura e mecânica do Jeep , porém com uma carroceria não tão robusta quanto os tradicionais Jeep Willys bélicos. O novo carro de grandes dimensões, sendo 4,59 m de comprimento, 1,88 m de altura e 1,84 m de largura, garantia uma característica robusta, mas a sua estabilidade não era das melhores.

Linhas robustas da Rural foram inspiradas no Jeep Willys Militar

Rural Willys era valente e topava qualquer parada. Um SUV raiz, com tração integral e boa distância livre do solo
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Rural Willys era valente e topava qualquer parada. Um SUV raiz, com tração integral e boa distância livre do solo

As linhas tradicionais de formas quadrangulares da Rural Willys começaram em 1945, quando foi projetada, graças ao trabalho do projetista de automóveis Brooks Stevens, o mesmo que desenhou o Aero Willys , produzido pela mesma companhia. Fabricado então pela Willys Overland na cidade de Toledo – Ohio, as Rurais foram baseadas no Jeep Willys militar de 1941.

A Willys propôs ao engenheiro Delmar G. Roos, que ficasse com o cargo de principal projetista do Jeep militar, ficando responsável por cuidar do motor e mecânica do novo veículo, e também convidou o jovem designer industrial Brooks Stevens – nascido em 1911 na cidade de Milwaukee no estado de Wisconsin, próximo da indústria automobilística de Detroit – para cuidar da parte estética e funcional.

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Com a equipe estruturada, era o início de uma nova etapa no mundo dos utilitários com o lançamento em 1946 da caminhonete Willys Overland Station Wagon , um utilitário de uso misto que era fabricado com carroceria totalmente em aço, algo inovador para a época. Antes da década de 40, por causa do alto preço do aço, as caminhonetes eram montadas com carrocerias de madeira sobre chassi de carros de passeio, sendo conhecidas como ” as Woods ” (madeira, em inglês).

Para baratear o orçamento, a Willys resolveu comprar uma fábrica de geladeira, aproveitando as prensas de estamparia para a lataria do novo projeto da Station Wagon . Um detalhe curioso, segundo fontes de sites especializados, é que as prensas tinham capacidade de repuxo máximo de seis polegadas (15cm) sendo que impossibilitaria o aplique de linhas mais arredondadas na carroceria.

Seu motor era um 6 cilindros em linha movido a gasolina de 2,6 litros , cuja potência máxima era de 90 cv a 4.400 rpm , desempenho modesto, levando em consideração o seu peso de 1.500 Kg na versão 4×2.

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Rural Willys fabricado no Brasil

interior da Rural Willys é bem simples, apenas com o essencial, mas bem espaçoso para os ocupantes
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interior da Rural Willys é bem simples, apenas com o essencial, mas bem espaçoso para os ocupantes

Em 1952, é fundada a Willys Overland do Brasil. A Willys continuava importando veículos fabricados nos Estados Unidos. Neste mesmo ano, vinham as versões da Rural Willys , com motor de quatro e seis cilindros derivados do motor do Jeep.

Dois anos mais tarde, a fábrica dava início a linha de montagem do veículo na cidade de São Bernardo do Campo – em São Paulo – e em 1956 saíam da linha de montagem os primeiros exemplares da Rural , ainda com motor importado.

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Um dos charmes da Rural Willys de 1956, já modelo brasileiro, eram as opções de cores entre a linha de cintura, denominado pelo nome de saia e blusa. Podia-se escolher entre a vermelha e branca, a verde e branca e por último a azul e brana.

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Para 1969, a Willys Overland do Brasi l colocou a versão básica e luxo e já no ano seguinte era introduzido o motor do Itamaraty, de 3,0 litros – seis cilindros em linha , como no motor antigo – de 132 cv a 4.400 rpm.

A inauguração da nova fábrica de motores da Willys Overland do Brasil, em 1958, contou com a presença do então presidente Juscelino Kubitschek. Um ano depois, a  Rural Willys ainda possuía a frente da versão americana.

Em 1959, era adotado um motor nacional, fabricado na cidade paulista de Taubaté e logo depois a Rural tinha o índice de nacionalização de 100% de seus componentes, ganhando até uma nova frente que seria mantida até o final da produção, com o estilo do Aero Willys brasileiro.

Além disso, a nova versão tupiniquim vinha com a introdução de novos para-lamas dianteiros, vidros inteiriços na frente e na traseira, substituindo os vidros bi-partidos, além de exclusivas sinaleiras traseiras. Fora o modelo Station Wagon , ainda era lançada a picape Jeep e a Rural com tração 4×2.

Série Luxo

Rural Willys também linha versão de luxo, com calotas cromadas, pintura de dois tons, entre outros itens
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Rural Willys também linha versão de luxo, com calotas cromadas, pintura de dois tons, entre outros itens

Em 1970, foi colocada no mercado nacional uma série especial da Rural, chamada de série Luxo , que era diferenciada das outras versões convencionais como o motor Willys 3000 (o mesmo do Ford Maverick ), pneus mais largos, diferenciais com relação mais longa de 4,09:1, espelhos retrovisores nas duas portas

Entre as diferenças também estavam incluídos outros itens, como extremidade dos para-lamas dianteiros com pequenas proteções metálicas, sistema de direção com amortecedor, detalhe das r odas especiais cromadas de maior largura e montados com pneus largos na medida 8.25-15 entre outros itens.

Cinco anos depois vinha um novo motor Ford 2.3, de quatro cilindros,  acoplado a uma caixa de câmbio de quatro marchas com relações mais reduzidas.

Em 1975, ainda foram fabricadas as Rural com o velho motor Willys 6 cilindros BF-161 e também o novo motor Ford OHC 2.300 . Com o novo motor quatro cilindros, a Rural passa a ser montada exclusivamente com o novo câmbio de quatro marchas. Em 1977, era o fim da fabricação da Ford Rural Station Wagon . A versão picape com o nome de F-75 continuava a ser fabricada.

Fonte: IG CARROS

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Hyundai Creta 2022 quer voltar a ser líder na versão 1.0 Platinum

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Hyundai Creta Platinum 1.0: visual recebeu mudanças em relação à versão coreana, mas continuou controverso
Cauê Lira/iG Carros

Hyundai Creta Platinum 1.0: visual recebeu mudanças em relação à versão coreana, mas continuou controverso

Entre todos os carros de imprensa que guiei neste ano, o Hyundai Creta 2022 foi um dos que causou mais curiosidade nas pessoas. Ele chega às lojas nas versões Comfort 1.0 (R$ 107.490), Limited 1.0 (R$ 120.490), Platinum 1.0 (R$ 135.490) e Ultimate 2.0 (R$ 147.990), contando ainda com a versão Action 1.6 (R$ 94.690) que mantém o visual antigo.

Foi justamente neste ponto que a Hyundai mais investiu. Podemos dizer que o Creta 2022 teve uma das reestilizações mais profundas dos últimos anos, atualizando não apenas o design da dianteira e da traseira, como também o interior. 

O Creta ainda é montado sob a plataforma GB, a mesma que equipou o sedã  Elantra por muitos anos. O visual traz inspirações claras do Palisade , SUV de grande porte que faz sucesso nos Estados Unidos. 

Os faróis dianteiros passam a ser divididos com uma parte maior abaixo e um filete mais estreito acima, em um arranjo inaugurado pela Fiat Toro no Brasil. O mais interessante é que este padrão continua na traseira.

O interior também está diferente, trazendo um ar mais sofisticado. Destaque para a central multimídia de 10,25 polegadas, a maior da categoria, e o novo seletor de modo de condução com quatro opções: econômico, normal, personalizado e esportivo.

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Motores

Versão com motor 1.0 turbo, com injeção direta, mostrou-se ágil o suficiente no dia a dia, tanto na cidade quanto na estrada
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Versão com motor 1.0 turbo, com injeção direta, mostrou-se ágil o suficiente no dia a dia, tanto na cidade quanto na estrada

Na linha 2022, os motores do Creta estão dispostos da seguinte forma. A versão Action sem facelift mantém o motor 1.6 aspirado de 130 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas. Os modelos Comfort , Limited e Platinum contam com o motor 1.0 turbo GDi de 120 cv de potência e 17,5 kgfm de torque.

Quem olha para os números sem enxergar o contexto pode imaginar que o Creta regrediu ao apostar em um motor de apenas um litro de cilindrada com potência declarada em níveis inferiores. Mas a verdade é que o SUV nunca esteve tão bom de andar.

O antigo motor 1.6 desenvolve seus 16,5 kgfm de torque em 4.500 rotações, enquanto o motor 1.0 turbo precisa de apenas 1.500 rotações para entregar o torque cheio de 17,5 kgfm de torque. Sendo assim, temos um SUV muito mais ágil  aos comandos do motorista no pedal, além de ter ficado mais eficiente.

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Com o novo 1.0 turbo, o SUV ficou muito mais espertinho para encarar subidas e saídas de semáforo. O grande destaque fica por conta do câmbio automático de seis marchas , que tem trocas suaves e inteligentes, de acordo com o modo de condução escolhido pelo motorista.

O casamento entre o motor 1.0 turbo e o câmbio é feliz, proporcionando bom desempenho para a versão. O consumo, segundo o Inmetro, é de 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada com etanol, além de marcar 11,6 km/l na cidade e 12 km/l na estrada.

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A versão mais cara do Creta, a Ultimate , mantém o motor 2.0 aspirado, que ganhou 1 cv na comparação com o modelo anterior. Agora são 167 cv de potência a 6.200 rpm e 20,5 kgfm de torque a 4.700 rpm, com câmbio automático de seis marchas. Em algumas semanas, teremos essa versão em nossa garagem para um veredito sobre ela.

Conforto

Interior do novo Creta representa a principal evolução do modelo, que ficou com aspecto mais requintado e moderno
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Interior do novo Creta representa a principal evolução do modelo, que ficou com aspecto mais requintado e moderno

O Creta Platinium ainda conta com várias câmeras espalhadas pela carroceria, que formam uma visualização 360° na central multimídia. Trata-se de um ótimo recurso para evitar ‘raladas’ indesejadas no estacionamento do prédio.

O porta-malas que antes tinha 431 litros agora passa a ter 422. Isso porque os engenheiros optaram por recuar o banco traseiro e dar mais espaço para os joelhos.

Veredito

O Hyundai Creta quer voltar à liderança do segmento, posto que atingiu em 2018 ao superar o Honda HR-V por mil unidades nas vendas. Em 2022 também terá que enfrentar o novo SUV compacto da Honda.

Apesar da polêmica a respeito do visual – principalmente pelo formato dos faróis dianteiros – o modelo renovado deve repetir a história do HB20 e performar bem nas concessionárias. Vale lembrar que o hatch também sofreu críticas pelo visual ao ser lançado em 2019, mas foi o carro mais vendido do Brasil em setembro de 2021.

Hyundai Creta Platinum Motor: 1.0, turbo, flex Potência: 120 cv a 6.000 rpm Torque: 17,5 kgfm a 1.500 rpm Transmissão: automática, seis marchas Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: discos ventilados (dianteira), discos sólidos (traseira) Proporções: 4,30 metros (comprimento), 1,79 m (largura), 1,63 m (altura), 2.61 m (entre-eixos) Pneus: 215/60 R17 Porta-malas: 422 litros Consumo etanol: 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada Consumo gasolina: 11,6 km/l na cidade e 12 km/l na estrada

Fonte: IG CARROS

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