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WhatsApp trabalha em novo aplicativo para Mac baseado no iPhone

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WhatsApp terá novo aplicativo para Mac
Unsplash/Alexander Shatov

WhatsApp terá novo aplicativo para Mac

Depois do Windows, o WhatsApp começou a distribuir o seu novo app para macOS. Ainda em fase de testes, a plataforma usa a tecnologia Catalyst, que permite portar aplicativos do iPad para Mac, e garante uma interface mais próxima do iPhone (iOS). As novidades foram reveladas pelo WABetaInfo nesta segunda-feira (11).

A liberação do software no TestFlight dá novos passos ao desenvolvimento do app, que já era observado há alguns meses. Segundo o site, o novo software está sendo construído sob o Catalyst. Assim, a plataforma deixa a arquitetura do Electron da versão final do WhatsApp Desktop de lado e passa a usar os recursos do macOS.

Esta mudança tende a garantir mais desempenho à plataforma. Afinal, o Electron é uma framework para criar aplicativos para desktop usando componentes de aplicações web, resultando em um consumo maior de recursos.

O Catalyst, por sua vez, permite que os desenvolvedores usem um aplicativo de iPad em computadores da Apple, como é o caso do app oficial do Twitter. Assim, os softwares tendem a gastar menos RAM e CPU durante o uso.

Novo app do WhatsApp para Mac é mais rápido

E a diferença é sentida logo de cara. Durante os meus testes nesta terça-feira (12), mesmo na versão experimental, o app carregou muito mais rápido do que a versão estável do WhatsApp Desktop em um MacBook Air com Apple M1. O aplicativo sequer apresentou as telas iniciais para informar que estava “Conectando” e “Baixando mensagens” ao ser reaberto após o login via QR Code.

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As diferenças também aparecem no design, que é muito mais próximo da linguagem visual do macOS, iPadOS e iOS. A começar pelo menu lateral, que agrega as seguintes opções: “Conversas”, “Chamadas”, “Arquivadas”, “Favoritas” e “Configurações” – o app ainda não oferece suporte ao Status. A barra vertical também pode ser ocultada.

A seção de configurações também é mais completa. Por exemplo, é possível escolher se as mídias e arquivos recebidos serão automaticamente salvos na pasta Downloads do macOS. O novo aplicativo também oferece opções para alterar as definições do WhatsApp Pagamentos e alinhar o uso de dados e armazenamento.

Porém, app ainda está incompleto

Durante o uso, consegui responder mensagens normalmente, assim como recebi fotos. Mas nem todos os recursos estão disponíveis: é o caso das chamadas de vídeo em grupo e o acesso aos stickers guardados no celular – mas você pode salvá-los normalmente. Também não encontrei uma opção para criar listas de transmissão.

Além disso, há alguns bugs na plataforma. Por exemplo, ao clicar em “Favoritas” no menu lateral, o app para de funcionar em alguns momentos. A interface também traz algumas inconsistências no visual, como ícones mal posicionados e textos desalinhados, indicando que ainda há muito o que melhorar até o lançamento final.

Ah, claro, o ícone do app também está dourado, e não verde. Afinal, ainda não é a versão estável. Portanto, por mais funcional que esteja para as tarefas básicas, é melhor aguardar a estreia da nova plataforma para macOS para usá-lo no dia a dia.

E te dou um motivo muito plausível para isso: estava tudo funcionando perfeitamente. Mas, do nada, o app só voltou a funcionar depois que tentei reabri-lo quase dez vezes. A data de lançamento ainda é um mistério.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Facebook e Instagram rastreiam usuários quando eles clicam em links

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Meta rastreia usuários
Unsplash/Dima Solomin

Meta rastreia usuários

O navegador próprio do Instagram e do Facebook consegue rastrear dados completos dos usuários, de acordo com uma análise do pesquisador Felix Krause.

Quando um usuário clica em qualquer link no aplicativo do Instagram ou do Facebook, ele não é redirecionado para outros navegadores, como o Safari ou o Google Chrome, mas permanece em um navegador interno à rede social em questão. É justamente nessa página que a Meta consegue rastrear dados dos usuários.

“O aplicativo do Instagram injeta seu código de rastreamento em todos os sites exibidos, inclusive ao clicar em anúncios, permitindo que eles monitorem todas as interações do usuário, como todos os botões e links tocados, seleções de texto, capturas de tela, bem como quaisquer entradas de formulário, como senhas , endereços e números de cartão de crédito”, afirma Krause. Sua análise foi feita nos aplicativos para iOS.

Ao The Guardian, a Meta admitiu que usa o código para rastrear usuários, mas disse que não viola as regras da App Store de segurança dos usuários e que dados como senhas e números de cartão só são salvos se o usuário optar pelo preenchimento automático.

Krause defende que a Meta não conseguiria ter esse nível de rastreamento dos usuários se os sites fossem acessados em outros navegadores. Segundo ele, em outros navegadores, a empresa não conseguiria adicionar o rastreador em qualquer site seguro. Já na própria plataforma, a ferramenta “funciona para qualquer site, independentemente de estar criptografado ou não”.

O pesquisador sugere que Instagram e Facebook ofereçam aos usuários a opção de abrir links nos navegadores de sua preferência.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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CEO do Telegram culpa Apple por demora em atualização ‘revolucionária’

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Telegram ficou com atualização
Unsplash/Christian Wiediger

Telegram ficou com atualização “presa” na App Store, diz CEO

Não é novidade que a App Store tem um processo de revisão de aplicativos rigoroso. Mas, para Pavel Durov, fundador e CEO do Telegram, esse processo é rigoroso demais. Ele reclama que a próxima versão do app, que irá “revolucionar a forma como as pessoas se expressam em mensagens”, só não foi liberada ainda por ter ficado “presa” na Apple por duas semanas.

Durov não explica o que a nova versão tem de revolucionária. Na verdade, o texto que o empresário publicou nesta semana, usando o próprio Telegram, serve para criticar abertamente o que ele chama de “monopólios da tecnologia”.

O fundador do Telegram afirma que a próxima atualização do aplicativo ficou presa por duas semanas no processo de revisão da App Store, sem que alguém da empresa fornecesse uma explicação para tamanha demora. Em seu entendimento, essa falta de comunicação não só é revoltante, como causa prejuízo.

“Se o Telegram, um dos 10 aplicativos mais populares do mundo, está recebendo esse tratamento, só podemos imaginar as dificuldades experimentadas por desenvolvedores de aplicativos menores. Não é apenas desmoralizante: isso causa perdas financeiras diretas a centenas de milhares de aplicativos móveis em escala global”, escreveu Durov.

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O executivo também afirma que esse prejuízo se soma à taxa de 30% que Apple e Google cobram em compras realizadas dentro de aplicativos distribuídos em suas lojas.

Na mesma mensagem, Durov reconhece que a União Europeia e outros países estão investigando essas lojas, mas afirma que “os danos econômicos infligidos pela Apple na indústria de tecnologia não serão recuperados”.

Não é a primeira crítica de Durov à Apple

O CEO do Telegram tem um histórico de atritos com a Apple. Em maio de 2018, por exemplo, Durov reclamou que a companhia deixou de atualizar o aplicativo após o governo da Rússia determinar o bloqueio do Telegram.

Na ocasião, o governo russo pediu ajuda da Apple para bloquear o app, mas a companhia foi além: em vez de restringir o acesso ao Telegram somente no Rússia, o fez no mundo todo. O aplicativo não chegou a ser removido da loja, mas ficou algumas semanas sem ser atualizado. O problema foi resolvido alguns dias depois da crítica.

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Em meados de 2020, Durov voltou a reclamar da Apple. Ele criticou a famigerada taxa de 30% da App Store e as políticas da loja que, naquela época, fizeram o aplicativo do Telegram ficar dias sem atualização. A novela se repete agora. Apple e Telegram foram procuradas pelo The Verge para comentar o caso mais recente, mas não deram retorno.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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