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Xiaomi 11T e 11T Pro são lançados com câmera tripla de 108 MP

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A Xiaomi apresentou novos celulares nesta quarta-feira (15). Entre eles, estão o Xiaomi 11T e 11T Pro com câmera tripla de 108 megapixels, bateria de 5.000 mAh com recarga rápida e tela de 120 Hz. A fabricante chinesa também oficializou o Xiaomi 11 Lite 5G NE com câmera tripla de 64 megapixels, tela de 90 Hz e ficha técnica intermediária.

O Xiaomi 11T e 11T Pro contam com tela de 6,67 polegadas com resolução Full HD+. O grande destaque da dupla é a taxa de atualização de 120 Hz e de amostragem de toque de 480 Hz, o que pode agradar o público gamer. Os smartphones ainda contam com uma câmera frontal de 16 megapixels para tirar selfies e fazer chamadas de vídeo.

Outro destaque fica pelo conjunto fotográfico. A câmera principal de 108 megapixels possui abertura de f/1,75, assim como o Motorola Edge 20, Edge 20 Pro e Edge 20 Lite, e é acompanhada por outra de 8 megapixels, dessa vez com lente ultrawide. Já o terceiro sensor, com resolução de 5 megapixels, é destinado à macro e tem abertura de f/2,4.

A ficha técnica é diferente entre os celulares. O 11T Pro é o mais avançado da dupla. O smartphone traz o processador Qualcomm Snapdragon 888 em seu interior, além de memória RAM de até 256 GB e armazenamento de 256 GB. A bateria de 5.000 mAh tem recarga de 120 watts, que promete ir de zero a 100% em 17 minutos.

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Mas o Xiaomi 11T não deixa a desejar. O smartphone traz o processador MediaTek Dimensity 1200 e até 256 GB de espaço. A memória RAM, porém, é de 8 GB. Já a bateria também é de 5.000 mAh. A potência de recarga, por outro lado, é de 67 watts. Os dois celulares contam com Android 11 (MIUI 12.5) de fábrica e leitor de impressões digitais.

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Os celulares estão disponíveis nas cores azul, branco e cinza. O Xiaomi 11T e 11T Pro também vão receber três versões do Android e 4 anos de atualizações de segurança.

Xiaomi 11 Lite 5G NE possui câmera tripla de 64 MP

O Xiaomi 11 Lite 5G NE é o mais simples dos lançamentos. O smartphone possui tela de 6,55 polegadas com resolução Full HD+ e taxas de atualização e amostragem de toque de 90 Hz e 240 Hz, respectivamente. Já a câmera frontal é de 20 megapixels. O smartphone pesa 158 gramas e tem quatro opções de cores: azul, branco, preto e rosa.

O conjunto fotográfico triplo é outro destaque do lançamento. A câmera principal de 64 megapixels é acompanhada por outra de 8 megapixels com lente ultrawide. Há, ainda, um terceiro sensor de 5 megapixels para macro. O smartphone traz modo noturno para melhorar a qualidade das fotos em lugares escuros.

A ficha técnica intermediária é liderada pelo processador Qualcomm Snapdragon 778G, diferentemente do Mi 11 Lite lançado em março. A memória RAM é de até 8 GB enquanto o armazenamento pode ser de 128 GB ou 256 GB. A bateria de 4.250 mAh tem suporte à recarga de 33 W. O carregador acompanha o smartphone na caixa.

Preço e disponibilidade

O Xiaomi 11T será comercializado na Europa em duas edições com preços a partir de 499 euros (cerca de R$ 3.100 em conversão direta). Já o 11T Pro terá três variantes, com preços a partir de 649 euros (por volta de R$ 4.030). Confira os preços sugeridos a seguir:

  • 11T (8 GB + 128 GB): 499 euros (cerca de R$ 3.100);
  • 11T (8 GB + 256 GB): 549 euros (cerca de R$ 3.410);
  • 11T Pro (8 GB + 128 GB): 649 euros (cerca de R$ 4.030);
  • 11T Pro (8 GB + 256 GB): 699 euros (cerca de R$ 4.340);
  • 11T Pro (12 GB + 256 GB): 749 euros (cerca de R$ 4.650).

O Xiaomi 11 Lite 5G NE também terá três variantes com as seguintes combinações de memória RAM e armazenamento: 6 GB + 128 GB, 8 GB + 128 GB e 8 GB + 256 GB. Os valores do smartphone vão começar em 369 euros (cerca de R$ 2.290).

Ainda não há previsão de lançamento dos novos celulares da Xiaomi no Brasil.

Xiaomi 11T, 11T Pro e 11 Lite 5G NE – ficha técnica

Xiaomi 11 Lite 5G NE Xiaomi 11T Xiaomi 11T Pro
Tela AMOLED de 6,55 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels), taxa de atualização de 90 Hz, taxa de amostragem de toque de 240 Hz, HDR10+ e Dolby Vision AMOLED de 6,67 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels),taxa de atualização de 120 Hz, taxa de amostragem de toque de 480 Hz, HDR10+ e contraste de 5.000.000:1 AMOLED de 6,67 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels),taxa de atualização de 120 Hz, taxa de amostragem de toque de 480 Hz, HDR10+, Dolby Vision e contraste de 5.000.000:1
Processador Qualcomm Snapdragon 778G (6 nanômetros) MediaTek Dimensity 1200 (6 nanômetros) Qualcomm Snapdragon 888 (5 nanômetros)
RAM 6 GB e 8 GB 8 GB 8 GB e 12 GB
Armazenamento 128 GB e 256 GB 128 GB e 256 GB 128 GB e 256 GB
Câmera traseira – principal: 64 megapixels (f/1,79) – ultrawide: 8 megapixels (f/2,2) – macro: 5 megapixels (f/2,4) – principal: 108 megapixels (f/1,75) – ultrawide: 8 megapixels (f/2,2) – macro: 5 megapixels (f/2,4) – principal: 108 megapixels (f/1,75) – ultrawide: 8 megapixels (f/2,2) – macro: 5 megapixels (f/2,4)
Câmera frontal 20 megapixels 16 megapixels (f/2,45) 16 megapixels (f/2,45)
Bateria 4.250 mAh com recarga de 33 watts (carregador na caixa) 5.000 mAh com recarga de 67 watts (carregador na caixa) 5.000 mAh com recarga de 120 watts (carregador na caixa)
Sistema operacional Android 11 (MIUI 12.5) Android 11 (MIUI 12.5) Android 11 (MIUI 12.5)
Conectividade 5G, 4G, 3G, 2G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.2, NFC e GPS 5G, 4G, 3G, 2G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.2, NFC e GPS 5G, 4G, 3G, 2G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.2, NFC e GPS
Mais leitor de impressões digitais, som estéreo, emissor de infravermelho e entrada para dois chips de operadora (Dual SIM) leitor de impressões digitais, som estéreo, emissor de infravermelho e entrada para dois chips de operadora (Dual SIM) leitor de impressões digitais, som estéreo, emissor de infravermelho e entrada para dois chips de operadora (Dual SIM)
Dimensões 160,53 x 75,73 x 6,81 mm 164,1 x 76,9 x 8,8 mm 164,1 x 76,9 x 8,8 mm
Peso 158 gramas 203 gramas 204 gramas
Cores azul, branco, preto e rosa azul, branco e cinza azul, branco e cinza

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Movimentar 1 bitcoin gera mesmo lixo eletrônico que descarte de 2 iPhones

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Enquanto muito se fala sobre os impactos que a mineração de bitcoin (BTC) tem sobre o clima devido ao seu alto consumo de energia, um novo estudo trouxe outra perspectiva sobre o assunto: o lixo eletrônico gerado pela rede da criptomoeda. Isso porque movimentar um único bitcoin equivale ao descarte eletrônico de dois iPhones.

De acordo com uma nova análise realizada por economistas do banco central da Holanda em conjunto com o Massachusetts Institute of Technology (MIT), o bitcoin e sua crescente atividade de mineração é um enorme incentivo à compra e descarte de eletrônicos. Segundo o estudo, uma única transação de bitcoin é responsável por gerar a mesma quantidade de lixo eletrônico que descartar dois iPhones 12 minis.

Mineração de bitcoin incentiva rotatividade de hardware

A enorme competitividade pelo processamento dos blocos de dados da rede do bitcoin acarreta em uma grande rotatividade de hardware. Os mineradores não podem ficar para trás de seus concorrentes e as máquinas responsáveis pela atividade devem sempre ser renovadas pelas mais potentes e de melhor custo-benefício do mercado.

Os aparelhos especializados em extrair bitcoin chamados ASICs são vendidos com o único propósito de executar os algoritmos que sustentam a rede da criptomoeda. Porém, além da competitividade do setor, os mineradores precisam colocar na balança a relação de gasto energético com lucro gerado pela máquina.

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Novamente, os mineradores se veem com a necessidade de constantemente substituir seus modelos nem tão antigos de ASICs por mais novos para otimizar o lucro da atividade. O resultado desse constante processo é a geração de muito lixo eletrônico.

ASICs são trocadas a cada 1,29 anos

“A vida útil dos dispositivos de mineração de bitcoin permanece limitada a apenas 1,29 anos”, escrevem os pesquisadores Alex de Vries e Christian Stoll no artigo intitulado “O crescente problema de lixo eletrônico do Bitcoin”, publicado na revista Resources, Conservation and Recycling.

“Como resultado, estimamos que toda a rede bitcoin atualmente descarta 30,7 quilotons métricos de equipamentos por ano. Esse número é comparável à quantidade de pequenos resíduos de aparelhos de TI e telecomunicações produzidos por um país como a Holanda”.

Conforme aponta o levantamento, somente em 2020 a rede bitcoin processou 112,5 milhões de transações, o que significa que cada movimentação individual “equivale a pelo menos 272 gramas de lixo eletrônico”, o mesmo peso de dois iPhone 12 minis.

Equipamento de mineração raramente é reutilizado

O motivo pelo qual o lixo eletrônico é um problema tão grande para a criptomoeda é que, ao contrário da maioria dos hardwares de computação, as ASICs não têm nenhum uso alternativo além da mineração de bitcoins e, se não puderem ser usadas ​​para extrair o ativo de forma lucrativa, não terão nenhum propósito futuro.

Os autores do artigo destacam que, teoricamente, ainda é possível que esses dispositivos recuperem a capacidade de operar lucrativamente caso o preço do bitcoin aumente repentinamente e com isso a renda gerada pela mineração também decole. “No entanto, existem vários fatores que geralmente impedem a extensão substancial da vida útil dos dispositivos de mineração”, acrescentam os pesquisadores.

Acontece que até mesmo armazenar hardware de mineração custa dinheiro, geralmente relacionado a aluguéis de grandes espaços como galpões e andares vazios de prédios. Além disso, quanto mais tempo as ASICs são armazenadas, se torna menos provável que voltem a ser lucrativas.

Como conclusão, o artigo sugere que o único jeito de tentar reduzir esse problema seria uma otimização da rede do bitcoin, que a beneficiaria em todos os aspectos sua sustentabilidade. Porém, a mineração teria que ser substituída em sua totalidade para um modelo baseado em “proof of stake”. A Ethereum, da criptomoeda ether (ETH), já está com sua migração planejada para daqui a alguns meses para esse mesmo mecanismo, uma atualização extremamente aguardada por todo o mercado e que trará inúmeros benefícios.

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5 dicas de segurança para evitar golpes no Mercado Livre

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Mercado Livre dá dicas para não cair em golpes
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Mercado Livre dá dicas para não cair em golpes

Como em todos os tipos de negociação e comércio, a chance de golpe no Mercado Libre é real e pode gerar muitos prejuízos ao vendedor. Veja abaixo, 5 dicas para evitar golpes na plataforma e manter a saúde financeira do seu negócio em dia na plataforma de vendas online. Os golpes mais famosos vão de falso contato da plataforma até devolução fake de produtos.

5. Golpe da pedra

Algo que poderia ser visto como lenda urbana, mas é de fato um golpe muito utilizado por compradores mal intencionados. 

A armadilha acontece pelo mal uso das políticas de devolução de dinheiro do Mercado Livre, assim como as leis que garantem ao consumidor que compra pelo mercado eletrônico o direito de desistência da compra em um período determinado — seja por defeitos no produto ou arrependimento, como em qualquer comércio físico. 

Fugindo da pedra

  • Sempre realize todo o processo de venda de um produto por meio da plataforma do Mercado Livre; 
  • Dê preferência ao Mercado Pago, o sistema do próprio da plataforma;
  • Mantenha organizados todos os comprovantes da transação;
  • Caso desconfie estar sofrendo o golpe, informe imediatamente o Mercado Livre sobre o fato.

4. Ligação falsa do Mercado Livre

Na forma mais comum, os fraudadores enviam uma mensagem via SMS ou e-mail para o varejista se passando pelo atendente do marketplace. Então, pedem que o varejista acesse o link da mensagem ‒ grande chance de ser um vírus ‒, ou faça o login em uma página falsa Mercado Livre. 

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Os mais caras de pau solicitam que o login e a senha sejam ditados por telefone. Resumindo, a intenção é levar a pessoa que está do outro lado da linha a executar ações que facilitem o roubo de dados e a invasão de uma conta no Mercado Livre.

Sem “Contatinhos”

  • Nunca passe informações e dados da conta do Mercado Livre pelo telefone ou por SMS;
  • Procure sempre resolver tudo por meio da plataforma do marketplace — inclusive qualquer tipo de reclamação ou outra problema com cliente;
  • Antes de clicar em links e seguir quaisquer orientações em geral, verifique os endereços de origem de e-mails. O Mercado Livre é sempre “www.mercadolivre.com/xxx”;
  • Fique atento, os fraudadores costumam fazer uso do máximo de informações possível para ganhar a confiança do vendedor, uma espécie de Engenharia Social.

3. Alterações sutis em e-mails falsos

Quando receber o e-mail padrão de confirmação de pagamento do Mercado Livre, não observe apenas o layout da mensagem – seja mais detalhista que isso –, mas cada caractere do endereço e domínio, pois é aí que está a trapaça do golpista.

Olho vivo 

  • Observe tudo, o criminoso pode trocar uma letra, colocar uma a mais ou a menos;
  • Não tenha pressa em processar o pedido, em uma análise rápida, a vítima pode não perceber os detalhes falsos;
  • Ao perceber um e-mail falso, denuncie imediatamente para o Mercado Livre. 

2. Atenção ao envio e entrega do produto

Outro fator que deve ser levado em consideração para evitar golpe no Mercado Livre é o envio do produto até o destino final. A melhor forma de evitar problemas é optando pelo Mercado Envios. Caso não esteja disponível, é fundamental ter um código de rastreamento associado ao pedido, independente do método de envio.

GPS de entrega

  • Peça a assinatura do Aviso de Recebimento (AR) assim que o comprador receber o produto – evitando confusões, como o comprador informar que o produto não chegou;
  • No caso da entrega presencial certifique-se de ter em mãos uma nota fiscal com o nome do comprador e um comprovante de entrega;
  • É sempre recomendável marcar o encontro em um local público e movimentado, com várias pessoas – no pior dos cenários, terão testemunhas;
  • Confira se os dados do cliente estão iguais as informações disponibilizadas na plataforma;
  • Caso esteja diferente, entre em contato com a pessoa e pergunte o motivo. Se parecer suspeito, não se arrisque e informe a plataforma.

1. Avalie o comportamento do comprador

O primeiro passo para detectar uma tentativa de golpe é prestando atenção ao comportamento do possível comprador. O Mercado Livre tem um sistema de reputação tanto para vendedores quanto para consumidores – faça uso da ferramenta.

Evitando compradores estranhos

  • Em caso de suspeitas, pode-se bloquear o comprador, evitando problemas; 
  • Ficar atento a qualquer pedido estranho – pedir envio do produto antes do pagamento e deixar em branco as informações de endereço e telefone são sinais claros de que algo está errado.

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