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Xiaomi lança Poco C31 com bateria de 5.000 mAh e câmera tripla

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Poco C31
Divulgação/Xiaomi

Poco C31

A Xiaomi apresentou, nesta quinta-feira (30), um novo celular ao público indiano. Conhecido como Poco C31, o smartphone chama a atenção pela bateria de 5.000 mAh e pela câmera tripla de 13 megapixels em sua ficha técnica intermediária. O telefone ainda conta com armazenamento de até 64 GB e processador MediaTek.

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A bateria de 5.000 mAh, a mesma capacidade do Samsung Galaxy M32, vigora entre os destaques do lançamento. A fabricante afirma que o celular é capaz de passar até dois dias longe das tomadas. A ficha técnica ainda é formada pelo processador MediaTek Helio G35 e opções com até 4 GB de RAM e até 64 GB de espaço.

O conjunto fotográfico triplo é alocado em uma base quadrada, parecida com o módulo do  Redmi 9 Activ, que foi lançado na semana passada. A câmera principal possui resolução de 13 megapixels. Já os demais sensores contam com 2 megapixels e são dedicados para macro e para a captura de profundidade de campo.

Celular da Xiaomi vem com Android 10 de fábrica

As demais especificações do lançamento da Xiaomi ficam pela tela de 6,53 polegadas com resolução HD+ (1600 x 720 pixels). Ao centro do painel LCD, há um notch em forma de gota para abrigar a câmera frontal de 13 megapixels. Além disso, o smartphone sai da caixa com Android 10 (MIUI 12) de fábrica e tem duas opções de cores: azul e cinza.

As vendas do celular estão previstas para serem iniciadas no sábado (2). Na Índia, o modelo com 3 GB de RAM e 32 GB de espaço vai custar 8.499 rúpias. Já a opção com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento sairá por 9.499 rúpias. Os valores equivalem a cerca de R$ 620 e R$ 690, respectivamente, em conversão direta. Não há previsão de lançamento do Poco C31 no Brasil.

Poco C31 – ficha técnica

Xiaomi Poco C31
Tela LCD de 6,53 polegadas com resolução HD+ (1600 x 720 pixels), aspecto de 20:9 e notch em forma de gota
Processador MediaTek Helio G35, chip octa-core de até 2,3 GHz (12 nanômetros)
RAM 3 GB e 4 GB (LPDDR4x)
Armazenamento 32 GB e 64 GB (eMMC 5.1), compatível com cartão microSD de até 512 GB
Câmera traseira – principal: 13 megapixels – macro: 2 megapixels – profundidade de campo: 2 megapixels
Câmera frontal 13 megapixels
Bateria 5.000 mAh
Sistema operacional Android 10 (MIUI 12)
Conectividade porta microUSB, entrada dedicada para fones de ouvidos (3,5 mm), 4G, 3G, 2G, Wi-Fi (2,4 GHz e 5 GHz), Bluetooth 5.0 e GPS
Mais leitor de impressões digitais, entrada para dois chips de operadora (Dual SIM), VoLTE e VoWiFi
Cores azul e cinza

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Amazon é acusada de mentir para Congresso dos EUA em investigação antitruste

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Executivos da Amazon, incluindo o fundador e ex-diretor executivo da varejista, Jeff Bezos, estão sendo acusados de mentir ao Congresso dos EUA em depoimentos dados em 2019, quando foram convocados para explicar sobre o uso de dados de vendedores. Em carta, congressistas democratas e republicanos apontam que, na pior das hipóteses, membros da liderança da companhia “mentiram ao Congresso, violando uma lei criminal federal”.

Jeff Bezos não é mais CEO da Amazon (Imagem: Daniel Oberhaus / Flickr)
Jeff Bezos não é mais CEO da Amazon (Imagem: Daniel Oberhaus / Flickr)

O Congresso americano vem investigando a atuação da Amazon no mercado digital desde 2019. Foi neste ano em que políticos convocaram o ex-CEO Jeff Bezos para uma oitiva, com o objetivo de entender como a varejista usava dados internos dos vendedores de seu marketplace, e se ela obtinha vantagem com o uso dessas informações.

Congresso diz que Bezos pode ter cometido crime

Jeff Bezos disse ao subcomitê antitruste — parte do Comitê Judicial do Congresso — que a Amazon proíbe funcionários de usarem dados de vendedores para manipular resultados nas pesquisas e beneficiar produtos de marca própria.

Mas uma investigação da Reuters aponta que a Amazon não só usou dados de vendedores e privilegiou produtos de marca própria na ferramenta de busca do site na Índia; ela fez cópias descaradas de produtos que vendiam bem no país, e classificou os produtos plagiados como “linha própria”.

Congressistas democratas e republicanos enviaram ao atual diretor-executivo da Amazon, Andy Jassy, uma carta na segunda-feira (18). No documento, os políticos acusam Bezos de ter enganado o Congresso dos EUA, ou simplesmente ter mentido sobre as práticas de sua própria empresa. A segunda opção viola a lei federal criminal.

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A carta avisa que o comitê antitruste americano, que tomou o depoimento de Bezos, está “considerando a ajuda do Departamento de Justiça para decidir se deve haver uma investigação criminal apropriada”. Ela também cita que a reportagem da Reuters e de outros veículos “diretamente contradiz o depoimento e a representação dos maiores executivos da Amazon”.

CEO da Amazon tem “última chance” para redimir empresa

O outro executivo da varejista que testemunhou ao Congresso dos EUA foi o sócio do conselho geral da Amazon, Nate Sutton. Também em 2019, quando perguntado pelo subcomitê antitruste se a companhia faz mudanças ao algoritmo para promover os próprios produtos aos clientes, Sutton afirmou que “Os algoritmos estão otimizados para prever o que o consumidor quer comprar, não importando quem vende o produto”.

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Mas se a nota acusa o ex-CEO de ter mentido junto ao sócio da Amazon, ela também dá uma “última chance” para o atual chefe da companhia de providenciar documentos e outras provas que corroboram com os depoimentos e afirmações feitas em 2019.

Os congressistas explicam na carta que Andy Jassy tem até 1º de novembro para responder oficialmente sobre “como a Amazon usa dados privados e individuais de seus vendedores para criar suas marcas próprias”, e como a companhia as favorece em resultados de busca.

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Andy Jassy, atual presidente da Amazon que sucedeu Jeff Bezos ao cargo em julho (Imagem: Fortune Brainstorm TECH 2014/ Flickr)

Por fim, os congressistas afirmam na carta:

“Nós fortemente aconselhamos que você [Andy Jassy] use essa oportunidade para corrigir o que foi falado no Comitê com um juramento verdadeiro e preciso a essa carta, já que estamos considerando acionar o Departamento de Justiça, que deve avaliar se uma investigação criminal sobre o caso é apropriada.”

Amazon responde à carta do Congresso

Em pronunciamento, um porta-voz da empresa disse que “a Amazon e seus executivos não enganaram o Comitê”. A companhia também diz que está “buscando corrigir os artigos imprecisos veiculados pela mídia”.

E acrescentou:

“Como nós previamente afirmamos, temos uma política interna, que vai além da de qualquer outro varejista, que proíbe o uso de dados de vendedores individuais para desenvolver produtos próprios da Amazon. Nós investigamos qualquer alegação de que essa diretriz tenha sido violada e tomamos as medidas cabíveis nesses casos.”

A carta do Congresso à Amazon é mais um sinal de rusga entre a política americana e as chamadas big techs, que incluem empresas como Apple, Amazon, Facebook, e a Alphabet, controladora do Google. Todas vêm enfrentando processos e lidando com investigações antitruste ao redor do mundo — dos EUA até o Japão.

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Microsoft pediu que Bill Gates parasse de trocar e-mails com funcionária

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Bill Gates mandou e-mails “inapropriados” e “insinuantes” a uma funcionária em 2007. A situação fez com que a diretoria da Microsoft precisasse intervir e pedir que o fundador da empresa parasse com aquela postura.

Logo da Microsoft, terceira empresa no mundo a atingir valor de US$ 2 trilhões (Imagem: Dion Hinchcliffe/ Flickr)
Logo da Microsoft (Imagem: Dion Hinchcliffe/ Flickr)

As revelações foram feitas pelo Wall Street Journal em uma reportagem publicada nesta segunda-feira (18). Elas se juntam ao histórico de acusações de comportamento inapropriado por parte do bilionário.

Em 2019, Gates foi investigado pela Microsoft por envolvimento sexual com uma funcionária — o que, inclusive, teria levado à sua saída do conselho da empresa. No ano passado, ele e sua então esposa, Melinda, anunciaram a separação.

Episódio foi debatido na diretoria e no conselho

A Microsoft tomou conhecimento das mensagens de Gates em 2008. Na ocasião, Brad Smith, então conselheiro geral, e Lisa Brummel, então diretora-chefe de pessoal, se reuniram com ele para discutir a questão e pediram que ele parasse com essa postura, considerada inapropriada. Gates não teria negado as acusações e concordou em parar.

O assunto também foi debatido no conselho, que decidiu não tomar nenhuma outra medida por não ter havido interação física. A funcionária que recebeu as propostas de Gates não registrou nenhuma reclamação.

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Bill Gates, fundador da Microsoft (Imagem: Greg Rubenstein/Flickr)
Bill Gates, fundador da Microsoft (Imagem: Greg Rubenstein/Flickr)

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Frank Shaw, porta-voz da Microsoft, disse que os e-mails eram “insinuantes” e “inapropriados”, mas não “abertamente sexuais”. Na mensagem, Gates propõe encontrar a funcionária depois do trabalho e fora do campus da empresa.

A porta-voz de Bill Gates, Bridgitt Arnold, negou o episódio e disse que as afirmações do Wall Street Journal são “falsas e rumores reciclados por fontes sem conhecimento direto do assunto”. Ela também acusa algumas das fontes de terem “significantes conflitos de interesse”.

Bill Gates já esteve envolvido em outros casos

Não é a primeira vez que relatos dão conta do envolvimento de Gates em casos de relacionamentos com funcionárias da Microsoft.

Em 2019, o conselho da empresa teria contratado um escritório de advocacia para investigar um suposto relacionamento sexual do fundador da companhia com uma engenheira. A funcionária escreveu uma carta sobre o caso, que teria acontecido por volta de 2002.

Depois de a investigação concluir que a relação era inapropriada, Gates deixou o conselho da empresa em 2020 — na época, o motivo oficial declarado foi se dedicar mais à filantropia.

Uma reportagem do New York Times publicada em maio trouxe outros dois casos de mulheres que trabalhavam na Microsoft e na Fundação Bill e Melinda Gates e que foram convidadas para sair com o executivo. Segundo fontes, ele era conhecido por “abordar mulheres de modo grosseiro dentro e fora do trabalho”.

Em março, outra reportagem do The Daily Beast revelou que Melinda Gates, ex-mulher de Bill, estaria furiosa com o relacionamento do bilionário com Jeffrey Epstein, empresário condenado por abuso sexual.

Com informações: The Wall Street Journal

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