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YouTube remove 14 lives do canal de Bolsonaro por violação de políticas da rede

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Bolsonaro em live com a ministra Damares Alves
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Bolsonaro em live com a ministra Damares Alves

O YouTube removeu 15 vídeos do canal oficial do presidente Jair Bolsonaro por violação das políticas da rede social. De acordo com a rede, Bolsonaro violou as políticas de informações médicas  ao propagar medidas ineficazes contra à Covid-19, como uso da cloroquina e ivermectina

Das 15 gravações removidas, 14 são lives apresentadas pelo presidente às quintas-feiras. Em duas delas, Bolsonaro estava ao lado do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. Em outra live, o presidente comentava a defesa da médica Nise Yamaguchi para uso de medicamentos ineficazes contra a doença.

“Após análise cuidadosa, removemos vídeos do canal Jair Bolsonaro por violar nossas políticas de informações médicas incorretas sobre a Covid-19. Nossas regras não permitem conteúdo que afirma que hidroxicloroquina e/ou ivermectina são eficazes para tratar ou prevenir Covid-19; garante que há uma cura para a doença; ou assegura que as máscaras não funcionam para evitar a propagação do vírus”, afirmou o YouTube, em comunicado à imprensa. 

Além das retiradas dos vídeos, Bolsonaro recebeu uma notificação de possibilidade de bloqueio de seu canal caso não respeite as políticas da empresa. 

Essa não é a primeira vez em que Bolsonaro tem vídeos bloqueados pelo YouTube. Em abril, a plataforma removeu cinco vídeos do presidente por conta de divulgação de desinformação sobre a Covid-19 . Há dois meses,  outros 11 vídeos foram excluidos da rede .

Na época, a rede não notificou a possibilidade de bloqueio da conta, mas, após alterações na política de privacidade em abril, a plataforma poderá excluir a conta de Jair Bolsonaro em caso de reincidência. 

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Scarlett Johansson processa Disney por lançar Viúva Negra no streaming

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Viúva Negra
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Viúva Negra

A atriz Scarlett Johansson, protagonista do último filme da Marvel, Viúva Negra , entrou com uma ação nesta quinta-feira no Tribunal Superior de Los Angeles contra a Disney, alegando que seu contrato foi violado quando a companhia lançou o filme em seu serviço de streaming, o Disney+, no mesmo dia da estreia do longa-metragem no cinema. A informação foi divulgada pelo Wall Street Journal.

No processo, Scarlett Johansson alega que seu contrato com a Marvel Entertainment da Disney garantia um lançamento exclusivo no cinema, e que seu salário se baseava em grande parte no desempenho de bilheteria do filme.

A ação judicial pode ser um termômetro para a indústria do entretenimento. As principais empresas de mídia estão priorizando seus serviços de streaming em busca de crescimento e estão cada vez mais inserindo conteúdos com algo custo de produção nessas plataformas. Essas mudanças têm implicações financeiras significativas para atores e produtores, que desejam garantir que o crescimento do streaming não aconteça às suas custas.

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“Este não será certamente o último caso em que talentos de Hollywood enfrentam a Disney e deixam claro que, independentemente do que a empresa possa pretender, ela tem a obrigação legal de honrar seus contratos”, disse John Berlinski, advogado da Kasowitz Benson Torres LLP, que representa a atriz.

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A Disney começou a lançar filmes simultaneamente no Disney + e nos cinemas em parte por causa da pandemia Covid-19, quando os cinemas estavam fechados ou com capacidade limitada, e em parte para impulsionar seu serviço novo serviço.

A WarnerMedia, que opera o serviço de streaming HBO Max, também tem adotado uma estratégia semelhante, e recentemente decidiu renegociar muitos de seus contratos de talentos que, como no acordo de Scarlett Johansson com a Marvel, estavam vinculados ao desempenho de bilheteria. Isso levou a Warner Bros a pagar mais de US$ 200 milhões aos seus talentos como parte dos acordos alterados.

Scarlett Johansson integra o universo da Marvel desde que apareceu como Viúva Negra em Homem de Ferro 2, de 2010. Sua presença cresceu significativamente desde então como membro dos Vingadores, ao lado do Capitão América e do Incrível Hulk. Sua personagem morreu no blockbuster de 2019 Avengers: Endgame, e o spinoff nos cinemas agora se passa antes dos eventos daquele filme.

De acordo com a denúncia, os representantes da atriz buscaram renegociar seu contrato depois de saber da estratégia de lançamento duplo de Viúva Negra, que ela disse ser seu nono e último filme da Marvel. Disney e Marvel não responderam, disse o processo.

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Facebook vai lançar óculos inteligentes em parceria com Ray-Ban

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Design dos óculos ainda não foi divulgado
Unsplash/Giorgio Trovato

Design dos óculos ainda não foi divulgado

O próximo dispositivo a ser lançado pelo Facebook serão os esperados óculos inteligentes desenvolvidos em parceria com a Ray-Ban. A confirmação foi feita pelo CEO da empresa, Mark Zuckerberg, em conferência sobre os lucros realizada nesta semana.

“Olhando para o futuro aqui, o próximo lançamento de produto será o lançamento de nossos primeiros óculos inteligentes da Ray-Ban em parceria com a EssilorLuxottica”, disse Zuckerberg, sem dar um prazo para a chegada da novidade. “Os óculos têm seu formato icônico e permitem que você faça coisas bem legais”, completou.

O Facebook ainda não detalhou quais “coisas bem legais” os óculos inteligentes serão capazes de fazer. Anteriormente, porém, a empresa já havia confirmado que eles não teriam tela integrada e nem seriam classificados como óculos de realidade aumentada. Pode ser possível que o dispositivo faça ligações e tenha acesso a uma assistente de voz, por exemplo.

De acordo com Zuckerberg, os óculos da Ray-Ban serão parte da “jornada rumo a óculos completos de realidade aumentada no futuro” do Facebook. Os dados coletados por dispositivos eletrônicos produzidos pela empresa devem sem usados em publicidade.

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