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Edição quarta-feira, 26 de agosto de 2026
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Tesouro Direto bate recorde em julho com R$ 11,67 bi

Tesouro Direto bate recorde em julho com R$ 11,67 bi
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O Tesouro Direto registrou o melhor julho da história. As vendas somaram R$ 11,67 bilhões. O dado foi divulgado nesta terça-feira (25) pelo Tesouro Nacional.

O resultado foi impulsionado pelo novo título Tesouro Reserva. O volume é o terceiro maior do ano. Fica atrás apenas de março, com R$ 14,79 bilhões.

Na comparação com junho, houve queda de 20,98%. Em relação a julho do ano passado, o crescimento foi de 60,65%.

Os títulos ligados aos juros básicos lideraram as vendas. Eles somaram 51,2% do total no mês. As Letras Financeiras do Tesouro (LFT) responderam por R$ 4,18 bilhões, ou 35,8%.

O Tesouro Reserva, indexado à Selic, alcançou R$ 1,79 bilhão. O valor equivale a 15,3% das vendas.

Os papéis corrigidos pelo IPCA representaram 27,1% do total. Os títulos prefixados ficaram com 15,5%.

O Tesouro Renda+ respondeu por 4,3% das vendas. O Tesouro Educa+ teve participação de 1,9%.

O Tesouro Nacional atribuiu o interesse ao patamar da taxa básica de juros. A Selic está fixada em 14% ao ano. Os títulos indexados à inflação também atraem investidores.

O estoque total do programa chegou a R$ 272,26 bilhões no fim de julho. A alta foi de 3,73% ante junho. Em 12 meses, o crescimento é de 46,58%.

As vendas superaram os resgates em R$ 7,37 bilhões no mês. O avanço também foi influenciado pela correção dos papéis.

Um total de 270.502 participantes ingressou no programa em julho. O número de investidores cadastrados chegou a 36.124.180.

Nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 9,51%. Os investidores ativos somam 3.808.491, com crescimento de 22,89% em um ano.

A maioria das operações foi de pequeno valor. Aplicações de até R$ 5 mil representaram 78,4% das vendas. As de até R$ 1 mil somaram 55,5%.

Foram registradas 1.444.518 vendas em julho. O valor médio por operação ficou em R$ 8.076,26.

Os investidores preferiram títulos de médio prazo. Papéis com vencimento em até cinco anos somaram 43,4% do total. Operações entre cinco e dez anos ficaram com 39,8%.

Títulos com prazo superior a dez anos representaram 16,8% das vendas.

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